Um dia desses eu estava conversando com alguns amigos, e surgiu um comentário bem interessante sobre o comportamento de alguns líderes pentecostais aqui do Brasil.
Existem 3 grandes denominações que se enquadram no segmentos chamado de "neo-pentecostalismo", o qual engloba estas igrejas surgidas após a década de 1970 e que dão demasiado valor à prosperidade material (Teologia da Prosperidade) e à expulsão de espíritos malígnos, considerados os causadores de todas as mazelas da humanidade.
É curioso observar que estas 3 igrejas têm os nomes quase que idênticos, utilizando-se apenas de sinônimos:
Igreja Universal do Reino de Deus
Igreja Internacional da Graça de Deus
Igreja Mundial do Poder de Deus
UNIVERSAL = INTERNACIONAL = MUNDIAL
REINO = GRAÇA = PODER
Talvez seja porque as 2 últimas são frutos de dissidências entre líderes da primeira...
Mas o comentário que surgiu no diálogo que mencionei acima foi referente à maneira como os pastores e "bispos" procuram "imitar" os trejeitos, modo de falar, de pregar, etc., dos líderes maiores de tais denominações, chegando até a criar alguns "modismos" no vestuário.
Em uma das igrejas, o dirigente máximo tem o hábito de falar de forma "esganiçada", "rouca", com um sotaque bastante "carregado" no "carioquês". Os seus "pastores auxilares" e "bispos" fazem o mesmo. É impressionante! Até os que nasceram e moram no Nordeste procuram imitiar o sotaque e a maneira de falar do seu "chefe"...rsrs
Outro detalhe lembrado sobre este "bispo" é o fato de que ele prega com as mãos arqueadas e os dedos rígidos e estendidos (como se estivesse segurando uma bola de Handball). Não dá outra: os pastores fazem o mesmo... é só observar na TV.
Em outra denominação, o líder (que prefere não se intitular como "pastor" ou "bispo") tem uma maneira de falar bastante própria, com uma dicção bem peculiar. O seu substituto imediato age da mesma forma, imitando também a entonação e o estilo de oratória do líder maior.
Outro fato curioso com a maneira de imitar seus líderes, é o que acontece na mais nova das 3 denominações acima mencionadas. O "apóstolo" (que se auto-proclamou assim) é idolatrado pelo povo, que "esfrega" (literalmente) lenços, carteiras de trabalho, gravatas, etc., neste ministro, para que a bênção dele "grude" no objeto utilizado.
Fico imaginando este tipo de cena, e comparo com a maneira humilde, simples e discreta com que Jesus e Seus apóstolos (verdadeiros) pregavam ao povo. E olha que era tudo DE GRAÇA, pois Jesus não exigia pagamento algum para que a pessoa recebesse a bênção.
De tudo isso, resta uma constatação:
O povo é muito idolátrico (resquício do romanismo?) e fácil de ser enganado por qualquer "vento de doutrina" que lhe prometa riquezas, mansões, empresas... e com o mínimo de abstinência e renúncia pessoal.

Um Comercial Diferente Data:Sun, 28 Sep 2003 20:31:14 -0300
Comercial criado pela WBrasil e que foi veiculado nos cinemas recentemente.
No filme a tela fica toda branca enquanto a narração diz o seguinte:
Esse comercial não tem mulher de biquíni,
Não tem cachorro,
Não tem criança,
Não tem bebezinho.
Esse comercial não tem casal,
Não tem beijo,
Não tem pôr-do-sol,
Não tem família tomando café da manhã.
Esse comercial não tem música de sucesso,
Não tem efeito especial,
Não tem tartaruga jogando bola.
Esse comercial não tem gente famosa
Nem garoto propaganda, porque esse comercial é pra vender um produto que
ninguém precisa ser convencido a comprar. Esse comercial é para vender um
produto que você adora consumir, e que por sinal, você até já comprou, só
que não estão entregando.
É um produto que não tem marca
Nem tem slogan,
Não tem embalagem
Nem faz promoção tipo leve 3, pague 2.
Esse comercial é todo branco, e desse jeito ele pode ser entendido aqui e no
mundo inteiro.
Aliás, seria muito bom que esse comercial pudesse passar no mundo inteiro.
Porque o produto que esse comercial quer vender é a PAZ.
Enquanto o pessoal que precisa comprar a PAZ não compra, faça assim:
Pegue o estoque de PAZ que você ainda tem em casa,
Use no trânsito.
Use na fila do banco.
Use no elevador.
Use no futebol.
Paz é um produto interessante, porque quanto mais você usa, mais você tem.
E se todo mundo usar, quem sabe chegue o dia em que ninguém mais precise
fazer um comercial para vender a paz.
Autor: Luciano Venancio
Fonte blog: pgjovemcompoder