TOP NEWS

Lorem ipsum dolor sit amet, consectetur adipiscing elit. Maecenas mattis nisi felis, vel ullamcorper dolor. Integer iaculis nisi id nisl porta vestibulum.

Mostrando postagens com marcador comportamento. Mostrar todas as postagens

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

O encéfalo e a era digital


O encéfalo humano – que reúne dentro da caixa craniana o cérebro, o cerebelo e o tronco – é, até prova em contrário, o pedaço de matéria organizada mais complexa em todo o universo conhecido. Muitos consideram o encéfalo uma espécie de apogeu da evolução da vida [sic], mas não deixa também de ser um triunfo da história da matéria que compõe o próprio Universo [sic]. Quase todos os átomos da Tabela Periódica foram gerados por nucleossíntese atômica no interior de antigas estrelas que depois explodiram como supernovas, liberando essa matéria que, então, pôde reorganizar-se em novas estrelas – agora com planetas e moléculas de todo tipo. Sobre esse substrato material a vida surgiu e desenvolveu-se [sic], pelo menos na Terra. Não podemos resistir à poética observação do astrônomo e divulgador da ciência Carl Sagan quando explica que somos basicamente a matéria das estrelas... contemplando a si mesma! [Portanto, esqueça o Criador; somos poeira reciclada de estrelas que surgiram do nada, casualmente, há bilhões de anos. – MB]

Essa minúscula, mas inquieta, massa de tecido neural pesa pouco mais de um quilo – cerca de 2% do nosso peso – mas consome mais de 20% da energia disponível, quase que apenas para manter a custosa comunicação eletroquímica entre os neurônios. O tecido nervoso difere de todos os outros na medida em que, nele, a diferenciação é a regra, não havendo duas células idênticas. E, além disso, conectando-se – estejam próximas ou distantes entre si – nos mais variados padrões de redes imagináveis.

Outros tecidos do corpo são bem diferentes: compõem-se de células relativamente homogêneas, cada uma fazendo mais ou menos a mesma coisa e, quase sempre, simultaneamente, ou seja, operam em massa. No tecido nervoso a ação celular massiva não é comum, exceto em situações patológicas, como numa convulsão.

Cada um dos mais de 80 bilhões de neurônios dessa verdadeira “galáxia”neural que é o encéfalo humano recebe, de outros neurônios, milhares de conexões – as chamadas sinapses, computando o conjunto de sinais recebidos como se fosse uma “pesquisa de opinião”, e decidindo se enviará ou não, por sua vez, um potencial de ação ao longo de seu axônio rumo a alguns ou muitos neurônios-alvo. Cada um desses neurônios computará essa minúscula contribuição em meio às milhares de outras que também recebe, decidindo se dispara ou não. [Ainda não consegui “engolir” aquela história de poeira reciclada; ainda mais depois de ler sobre essa maravilha computacional que é o cérebro. Se um iPad não pode ser fruto do acaso, por que meu cérebro seria?]

Há cerca de mil tipos de células diferentes no encéfalo, mas mesmo células similares podem produzir diferentes ações devido à forma como se interconectam, o que explica a complexidade desse órgão [fruto de poeira reciclada?]. A mente humana é um amálgama das diversas funções cognitivas do encéfalo, que além das sensações e movimentos, envolve atenção, processamento visuoespacial, funções executivas (antecipação, solução de problemas e tomada de decisões), emoções (motivação/inibição), sem esquecer da memória e da linguagem. [Poeira...]

O Homo sapiens adquiriu essas capacidades ao longo da evolução por seleção natural [!], seleção essa que, ao contrário do que muitos pensam, não deixou de atuar sobre as populações humanas – mutações ocorrem o tempo todo [é, e são deletérias] – embora algumas pressões seletivas tenham sido efetivamente suprimidas no contexto das sociedades organizadas. Mas aonde isso nos leva? [Daqui para a frente começa a matéria baseada em pesquisas e deixam a cena as especulações darwinistas.]

Uma preocupação crescente nos últimos anos é saber como o encéfalo humano está lidando com o novo ambiente onipresente das tecnologias digitais de comunicação – que, muito embora tenha revolucionado nossas vidas, cada vez consome mais tempo e envolvimento das pessoas, pelo menos daquelas que têm condições financeiras de acessá-lo (a maioria da humanidade nem sonha com isso).

O ambiente de hoje não tem precedentes, e, entre os principais responsáveis pelas mudanças comportamentais são apontadas a internet –especialmente as redes sociais – e os videogamesinterativos. E embora haja aspectos positivos nesses recursos, suas limitações ficam exacerbadas com o uso prolongado, que também promove o estresse ou mesmo a dependência (análoga ao efeito de drogas). O chamado Transtorno de Dependência da Internet pode integrar a próxima edição do Manual dos Transtornos
Psiquiátricos (DSM-5).

Até pouco tempo atrás essas eram meras opiniões subjetivas, mas agora começam a aparecer as primeiras evidências de estudos com usuários pesados: redução da atenção, diminuição de empatia, perda da identidade e autoestima, aumento do estresse e da depressão e diminuição da aversão ao risco, aumento da obesidade.

Alguns desses fatores já foram correlacionados com micromodificações nos encéfalos dos usuários, mas isso não quer dizer muito, pois nossos encéfalos sempre se reorganizam plasticamente quando interagem com o mundo – é exatamente para isso que existem [computadores autoajustáveis? De “poeira cósmica”?!]. Mesmo assim, já justifica que novos estudos sejam realizados.

A solidão ou a ilusão de companhia experimentada por muitos de nós no oceano de indivíduos sem identidade da grande rede é, sobretudo, fruto da forma como a utilizarmos.

A comunicação mútua até existe, mas várias de suas dimensões simplesmente desaparecem, pois, afora o uso da palavra escrita, a comunicação humana também emprega – e com maior impacto – o contato visual, a linguagem corporal não verbal, as variações na entonação e volume da voz, e o próprio contato físico direto (toque, abraço, etc.).

Nenhuma dessas dimensões extras está disponível no Facebook, diz Susan Greenfield, uma das principais críticas dessa tendência. Talvez seja hora de refletirmos sobre como lidar com essa realidade inédita, e nunca é demais um lembrete acerca de nossa frágil humanidade, quase sempre a nos escapar entre os dedos...

(Jorge A. Quillfeldt,Scientific American)
0

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Tempo de férias: sensualidade à mostra


Em tempos de férias, verão, festas [nas de casamento também], desconheço a nós mesmas, mulheres cristãs. Poucos centímetros de tecido deixam à mostra seios e pernas e acentuam bumbuns. Faz um tempo, me chamou a atenção que a apresentadora de TV Adriane Galisteu [foto abaixo], para o programa “A Liga”, tenha se vestido como se vestem as “meninas do sexo”: roupa justa, decote, olhos bem pintados, unhas vermelhas. Vi a foto e pensei: “Nossa, parece muito com o jeito de vestir de muitas mulheres cristãs!” Outra atriz disse ter feito “laboratório”e o figurino dava o toque para sua personagem de “garota de programa”: roupa justa, curta, vestidos decotados, transparentes, unhas vermelhas. E não é assim que temos nos vestido, também? E ainda dizemos que “não tem nada a ver”, e que o que “importa é ter Jesus no coração”, Claro, importa tanto ter Jesus no coração que deveríamos nos importar em sujeitar nossa vida, nossos pensamentos, nosso corpo, nossa sensualidade ao Senhor Jesus. (O interessante é que para representar uma mulher elegante, chique, conceituada, os personagens da TV recorrem a outro tipo de figurino.)

Temos realmente nos vestido e nos comportando como mulheres que aguardam o batismo do Espírito Santo e a chegada do Senhor Jesus para buscar Seu povo?


São tantas caras e bocas, tanto desejo de expor o corpo e fotografar esse corpo desejando ser “curtida” e receber comentários...



As mulheres que não sabem da solenidade do tempo presente e do que está por vir e que desejam, vivem como desejam mesmo, malham o corpo para o expor, ser cobiçado, ser chamadas de “gostosas”. E nós? Usamos roupas provocantes e, como diz a moda, “para valorizar o corpo”? Valorizar o corpo é explorar a sensualidade e povoar os pensamentos menos puros dos namorados ou de homens quaisquer?

Sinto muito. Falta discernimento e sabedoria. Não sou retrograda, não sou adepta de que breguice e feiura sejam testemunhos para o evangelho, mas estou convencidíssima de que não há autoridade espiritual em uma mulher que não dá conta do seu próprio corpo em honra ao Senhor.


“E o mesmo Deus de paz vos santifique em tudo; e todo o vosso espírito, e alma, e corpo sejam plenamente conservados irrepreensíveis para a vinda de nosso Senhor Jesus Cristo” (1TS 5:23; Deus se importa com o nosso corpo, sim).

Mas essas questões não são entendidas tão facilmente. Estamos falando de questões morais e espirituais na contramão de um mundo que debocha da virgindade, do casamento, da heterossexualidade. Não é de se admirar da controvérsia. Mas é uma simples verdade: certas roupas estimulam o olhar e os pensamentos na direção da promiscuidade, da fornicação, adultério e infidelidade, e não condizem com a vida da mulher cristã. “Aconteceu que essa mulher foi encontrar-se com ele, vestida como uma prostituta e cheia de malícia”(Pv 7:10). Não deve ter sido diferente com Madalena, mas... Jesus disse: “Vá e não peques mais.” Será que ela continuou usando as mesmas roupas, “acessórios”de antes?

Jesus disse: “Aquele que olhar para uma mulher com pensamento impuro [...] já adulterou.” E o que dizer da mulher que estimula esse olhar e esse pensamento?

“A mulher graciosa guarda a honra, como os violentos guardam as riquezas” (Pv 11:16).

“Como joia de ouro em focinho de uma porca, assim é a mulher formosa que não tem discrição” (Pv 11:22).

“Que do mesmo modo as mulheres se ataviem em traje honesto, com pudore modéstia, não com tranças, ou com ouro, ou pérolas, ou vestidos preciosos, mas (como convém a mulheres que fazem profissão de servir a Deus) com boas obras” (1Tm 2:9, 10).

(Darleide Alves, apresentadora do programa Consultório de Família, na TV Novo Tempo)
2

quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Anticoncepcionais e abortos gratuitos para adolescentes


As mulheres francesas terão agora maior acesso a abortos e métodos contraceptivos. A Assembleia Nacional francesa aprovou [na] sexta-feira (26) o reembolso integral das despesas com o aborto voluntário pelo sistema público de saúde. Também foi aprovada a distribuição gratuita de anticoncepcionais para jovens de 15 a 18 anos. Até agora, o sistema de saúde francês pagava o aborto integral apenas para menores e pobres, enquanto as outras mulheres podiam ser reembolsadas com até 80% do custo do procedimento, que pode custar mais de US$ 580 (mais de R$ 1.500). Já a contracepção era parcialmente reembolsada. Com a mudança para o reembolso total, a França espera reduzir o número de gravidezes indesejadas e abortos feitos de modo inseguro. Em 2010, cerca de 225 mil abortos foram realizados no país. O aborto foi descriminalizado na França em 1975.


Nota de Michelson Borges: É o atestado de que a civilidade foi para o lixo. Em lugar de promover o sexo responsável e o planejamento familiar, é melhor presentear com anticoncepcionais adolescentes irresponsáveis, hedonistas e mal orientados, dando-lhes o claro recado de que podem viver como bem entendem e de que o governo não está nem aí para as consequências do sexo inseguro. Mas, se o anticoncepcional falhar, não tem problema: o governo está novamente aí para ajudar. E a solução é simples: matar os bebês que resultarem do desregramento e da licenciosidade. Quem vai querer crianças estragando o prazer dos jovens, não é mesmo? Fora com elas! Infelizmente, este é o mundo em que vivemos (graças a Deus, por pouco tempo).
0

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Lute pelo seu sonho

FALANDO AO CORAÇÃO

Ouça em Aúdio clica aqui

Se você é feliz, viva com intensidade; se sofre não faça desse sofrimento uma bandeira nem uma estaca para você se escorar; use o sofrimento como uma espada com a qual você irá furar as barreiras que possam aparecer em seu caminho.
Lute sempre para que mesmo sem querer o sorriso não deixe de brotar de sua face e nos seus lábios. A serenidade esteja sempre em seu rosto; não deixe que a tristeza aflore em seus sentidos mesmo que as lembranças tentem perturbá-lo e o prato venha fácil esconder essas lembranças. Bem no fundo de sua alma, pense e não chore. Lembra-te que há alguém prá te dar aquela força que você precisar. Quanto ao desespero e angústia tranque-os numa caixinha e jogue a chave no mar. E quando estiver num baixo-astral, lembre de Deus. Lembre que quando Deus nos deu a vida queria que vivêssemos e não morrêssemos. Deus nos deu a vida que é a essência do ser e a supremacia do amor.
Acho que só posso pedir ou exigir que você viva, lute pelo seu sonho, lute pelo seu amor; quero que quando escutar ou ler algo parecido com isso, lembre-se que não é sentimento poético e sim puro e real sentimento da força que Deus tem para dar a você.

Narração: Amilton Menezes
Fonte: Rede Maranata

 

0

domingo, 21 de outubro de 2012

O alto preço da pornografia


A pornografia é um negócio grandioso. Com rendimentos anuais excedendo aos 13 bilhões de dólares nos Estados Unidos e 97 bilhões ao redor do mundo, a indústria pornográfica é maior do que a Microsoft, Google, Amazon, eBay, Yahoo!, Apple, Netflix e EarthLink juntas. Claramente, o apetite por obscenidade é voraz. Mas seria isso ruim? Muitos diriam que não. De acordo com as pesquisas do Barna Group, 38% dos adultos acreditam não haver qualquer imoralidade em ver material de sexo explícito. Além disso, aproximadamente um a cada quatro acredita que não deveria haver restrições quanto à pornografia ou ao seu acesso, a despeito de seu conteúdo impróprio para menores. Infelizmente, 28% dos cristãos “nascidos de novo” acreditam que, mesmo com o que está escrito em Mateus 5:28, não há nada de errado em ver pornografia. O mais triste é descobrir que por volta de 50% dos cristãos e 40% de seus pastores admitem ter problemas com a pornografia. Sob tudo isso está o conceito de que a pornografia seja uma relação particular entre um provedor do mercado livre e seus consumidores. Diferente de outras formas de atividade sexual como a prostituição, o adultério ou o estupro, as consequências negativas, em qualquer das citadas, são apenas vivenciadas pelo usuário. Ainda que a pornografia possa não ser saudável, de acordo com o ponto de vista social, tem pouca ou nenhuma importância. Quanto a todas as preocupações excessivas dos grupos religiosos e conservadores, essa está ultrapassada e inapropriada. Contra tais noções, está a evidência esmagadora da natureza destrutiva da obscenidade, não pelos usuários, mas pelos familiares e a sociedade.

Os estudos mostraram que as imagens sexualmente estimulantes deixam marcas no cérebro que ativam respostas bioquímicas espontâneas, causando dependência psicológica que influencia comportamentos e hábitos. Por exemplo, em uma audiência do Senado americano em 2004, a Dra. Mary Anne Layden, do Departamento de Psiquiatria da Universidade da Pensilvânia, declarou que o cérebro rastreia os resultados mostrados das imagens pornográficas, da mesma forma que ocorre com usuários de cocaína. Em suma, a pornografia é viciante e na internet ela é como o crack.

Atraídos pela disponibilidade, acessibilidade e o anonimato, 40 milhões de americanos adultos visitam regularmente os sites de sexo virtual. De acordo com o National Council on Sexual Addiction and Compulsivity (Conselho Nacional sobre o Vicio e a Compulsividade Sexuais), existem entre 18 e 24 milhões de viciados em sexo nos Estados Unidos, 70% dos quais “afirmam ter problemas de comportamento sexual virtual”.

Muitos descrevem seu vício como sendo uma “vida no inferno”. Como sua tolerância psicológica produz pelo material sexualmente explícito, os usuários são conduzidos a mais e mais imagens pervertidas, a fim de alcançar os mesmos níveis de satisfação sexual. Eles descobriram, assim como C. S. Lewis uma vez propôs, “um desejo cada vez mais crescente por um prazer cada vez menor”.

O consumidor habitual pode gastar horas procurando na internet por aquela imagem especial que ela espera lhe satisfazer por todo o dia; as procuras estendem-se ao local de trabalho. Uma pesquisa da Nielsen Online descobriu que 25 por cento dos empregados com acesso à internet visitam sites de sexo explicito no escritório, ainda que corram riscos de serem disciplinados ou mesmo demitidos. Mas tais comportamentos não estão limitados aos trabalhadores de nível inferior ou em posições não críticas.

Só em abril, o inspetor geral da Comissão Americana de Valores Mobiliários (CAVM) descobriu que, em 2008, trinta e um oficiais superiores acessavam pornografia nos computadores do escritório, enquanto o mercado financeiro estava em chamas. Mais recentemente, mesmo com o derramamento sem fim de petróleo BP no Golfo, funcionários do governo responsáveis por supervisionar as atividades de perfuração foram pegos, entre outras atividades, baixando pornografia no local de trabalho.

No local de trabalho, o vicio em pornografia resulta na perda da produtividade e na negligência de cumprir os deveres, que podem ter efeitos danosos talvez até desastrosos. Em casa, resulta paradoxal e tragicamente em desordens íntimas.

Como o desejo do viciado é pelas cenas eróticas, sua excitação pela “coisa real” diminui. Os fóruns médicos online estão cheios de preocupações quanto aos homens que perderam a libido pelas mulheres na sua vida após a inclinação prolongada à pornografia. Um homem escreve o seguinte:

“Desde que coloquei internet de alta velocidade em casa, comecei a ver muito mais pornografia e meu desejo e desempenho sexuais diminuíram lentamente. Agora está se tornando um problema real. Eu simplesmente não fico tão excitado quanto ao sexo como de costume e parece que perco o interesse depois de alguns minutos.”

Eu sempre me perguntei acerca do mercado frenético de drogas sexuais masculinas que começaram a aparecer na televisão uma década ou mais atrás. Como um vermelho sangue, homem de meia idade, eu tive um péssimo momento, imaginando uma clientela suficiente para comprar todos aqueles produtos. Li registro após registro de homens que se alimentam de pornografia, os quais começaram por uma foto, mas experimentam disfunção erétil (DE) com uma pessoa. Essa é uma experiência masculina comum.

“É assustador o pouco conhecimento que há na internet de que a DE, causada pelo excesso de pornografia, é um problema bem real... Acredito de fato em toda essa anulação de sentimentos. Embora meu coração e alma estejam em minha esposa, ela não pode fisicamente me excitar.”
A baixa libido e o medo de falhar fazem com que muitos homens “pornografados” se tornem indiferentes à sua esposa, até irritados ao ponto de evitarem seus avanços românticos.

Assim como os homens objetificam as mulheres em montantes de seios, coxas e bumbuns, todos unidos para a felicidade masculina, as mulheres se objetificam em espécie. Para competir com aquela modelo das telinhas toda photoshopada, cheia de silicone, as mulheres tentam imitar sua aparência. Lábios com botox, aumento de seios, bronzeamento, “bumbum brasileiro”, entre muitos outros. A auto-objetificação feminina se reflete, o que se tornou, rapidamente, em um dos presentes mais populares de graduação às garotas: aumento de seios, com preços iguais ou maiores que 4.000 dólares. Não é coincidência o fato de que as demandas de drogas para o desempenho masculino e os aumentos do corpo feminino seguem juntos à explosão da pornografia na internet.

Às vezes, uma esposa visitará os sites favoritos de seu marido, na esperança de aprender o que o satisfaz. Mas no fim, de coração partido, ela sempre perde para a megera computadorizada. Assim um viciado reflete dolorosamente: “Ela não pode competir; nenhuma garota nunca pode competir com a ficção visual sexual sem fim que a pornografia oferece.”

A pornografia coloca um enorme estresse no relacionamento, principalmente o casamento. É comum que a esposa do usuário expresse sentimentos de traição, desconfiança e perda de autoestima. Com frequência, tais sentimentos levam à depressão clínica com feridas psicológicas e emocionais duradouras.

Com o surgimento da desconfiança e da ferida, muitas mulheres decidem terminar seu casamento em divórcio. Para ter ideia de quantos, dois terços dos advogados presentes na reunião de 2003 da Academia Americana de Advogados Matrimoniais disseram que a pornografia virtual estava envolvida na metade dos casos que representaram. Considerando as consequências negativas do divórcio, sentido principalmente pelas mulheres e crianças, a pornografia, contrariando o movimento do livre arbítrio, é uma doença social grave. E isso inclui a própria indústria pornográfica.

Shelley Lubben, ex-estrela pornô que abandonou esse mercado, é hoje advogada cristã para os que são vítimas da indústria que lhes é prejudicial física, emocional e espiritualmente. Falando da própria experiência, Shelley diz: “[As atrizes] devem fazer no set o que eles desejam… As garotas… sentem-se como estrelas. São alvos das atenções… Elas não percebem a degradação… Originadas na pornografia, [elas] nem mesmo perguntam se isso é errado… Se afundam nas drogas para dormir. Têm seu [corpo] rasgado… Elas contraem HIV e herpes e se desligam emocionalmente, morrendo.”

Isso é pelos empregados “voluntários” no mercado, mas e quanto aos involuntários? Um número significativo de pessoas na pornografia no cinema e na internet são vítimas de tráfico internacional de humanos. O Departamento Estadual Americano registra que há mais de 12 milhões de escravos modernos, aproximadamente 1,5 milhão dos quais são forçados para o mercado do sexo. Também são incluídas as vítimas mais jovens da demanda insaciável pela obscenidade infantil.

Como mencionado anteriormente, o consumo habitual leva à tolerância psicológica, que cria um desejo crescente pelas imagens distorcidas e chocantes. A escalada no desvio leva com frequência à pornografia infantil.

O Departamento de Justiça Americano estima que há quase 100 mil pedófilos em todo o mundo, que mantêm a internet cheia de mais de um milhão de imagens pornográficas de crianças, que nem são adultas nem consentiram com isso por qualquer definição racionável. Há vítimas que vivem o mesmo tipo de efeitos físicos e psicológicos assim como outras crianças abusadas sexualmente, mas com uma diferença. Agregadas às memórias do abuso em si, estão as imagens degradantes que permanecem “lá fora”, escondidas nas gavetas da escrivaninha ou arquivos eletrônicos, prontos para reaparecer a qualquer momento ao redor do mundo com o clique de um mouse e a re-traumatização da vítima.

Homens, mulheres e famílias, cristãos ou não cristãos, leigos e clérigos, adultos e crianças, empregados, local de trabalho e a indústria. Não há segmento da sociedade que não seja tocado pelos tentáculos corrosivos da pornografia, a um custo financeiro inestimável e um custo humano para o qual nenhuma cifra de dólar pode ser assinada.

(Regis Nicoll é colunista da BreakPoint, Salvo e Crosswalk, além de contribuir para o blog da Irmandade da Prisão, The Point; tradução Elizandra Milene da Rocha)
 
 
 
Fonte:Blog Saude e Familia
0

quinta-feira, 12 de janeiro de 2012

Histeria, incitação ao sexo e campanha contra evangélica

Já deu para sentir o tom do Big Brother Brasil 12. Mulheres histéricas aos berros por qualquer coisa, o poeta Pedro Bial como arauto da pegação – entre homens e mulheres, entre homens e entre mulheres – e os velhos perfis do caubói, da facinha e do galã foram ao ar na estreia do programa na terça, na Globo. Os perfis de cada jogador foram tão evidenciados pela produção do programa, através das vinhetas de apresentação dos BBBs e das perguntas dirigidas por Bial às novas celebridades instantâneas do mercado, que uma delas já ganhou até torcida – contra. No fim da noite, o tópico #forajakeline pedia a saída da estudante Jakeline, evangélica que quase se desfez em lágrima ao lembrar do casal de galináceos – sim, galináceos – deixado por ela na Bahia. Essa tem tudo para sair logo no começo dos 79 dias de confinamento, que deve seguir até 27 de março. [...]

(Veja)

Nota de Michelson Borges: E toda essa futilidade já rendeu, antes mesmo de estrear, mais de quatro mil pautas na imprensa (confira). Tá faltando assunto para os jornalistas? Como diz o amigo João Vicente Pereyra: “Largue o BBB e leia um livro da CPB.
0

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Sexo na adolescência e comportamento adulto

Segundo uma nova pesquisa, sexo durante a adolescência pode afetar o humor e o desenvolvimento do cérebro na idade adulta. O estudo, que foi realizado em hamsters, revela como as experiências sociais durante a adolescência, quando o cérebro ainda está em desenvolvimento, podem ter consequências amplas. Especificamente, os animais que copularam mais cedo na vida tinham níveis mais elevados de comportamentos depressivos, alterações no cérebro e tecidos reprodutivos menores em comparação com aqueles que tiveram relações sexuais mais tarde (ou não tiveram relações). “Ter uma experiência sexual durante esse ponto no tempo, no início da vida, traz consequências”, disse o coautor do estudo, John Morris. [...]

“Estudos anteriores em animais mostraram que as experiências e os hormônios sexuais, quando administrados no início da vida, têm consequências a longo prazo para o cérebro, para a fisiologia e comportamento”, disse o coautor da pesquisa, Zachary Weil. [...]

Sisk disse que acredita que uma combinação de hormônios e experiências afeta o desenvolvimento do cérebro durante a puberdade e adolescência. “Nos seres humanos, essas duas variáveis são difíceis de separar, porque os níveis elevados de hormônio que são típicos da puberdade levam ao aparecimento de características sexuais secundárias, que por sua vez alteram a natureza das interações com os pais, colegas e professores”, disse ela.

Os resultados do estudo são muito preliminares, e devem ser usados apenas para estimular a discussão sobre o papel das experiências iniciais na vida de seres humanos de uma forma geral.

“Há evidências anteriores de que a idade da primeira experiência sexual correlaciona-se com problemas de saúde mental em humanos”, disse Weil. “Mas, como todas as pesquisas com seres humanos, há uma série de outras variáveis envolvidas, como a supervisão dos pais e o status socioeconômico, que podem estar envolvidos tanto com a idade da primeira experiência quanto com a depressão”, explica.

Embora essa pesquisa possa ser útil em começar a compreender os resultados de saúde física e mental do sexo na adolescência em humanos, Weil disse que a principal conclusão do estudo é que a experiência durante a adolescência, quando o cérebro ainda está se desenvolvendo, pode ter efeitos a longo prazo sobre a saúde e o comportamento.

Weil disse que os dados, no entanto, indicam o quão potencialmente prejudicial pode ser a negligência e o abuso de jovens, em que ambos hormônios elevados e experiências negativas estão em jogo.

Fonte: (Hypescience)
0

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Estudantes Ingleses recorrem a prostituição

O número de estudantes da Inglaterra que recorrem à prostituição para financiar seus estudos está aumentando, segundo dados divulgados pela União Nacional de Estudantes britânica (NUS, na sigla em inglês). De acordo com a organização estudantil, cortes promovidos pelo governo na ajuda de custo oferecida para estudantes do ensino universitário e o aumento dos preços de anuidades e do custo de vida no país vem contribuindo para a atual situação. A NUS afirmou ainda que também está em ascensão o número de estudantes que está investindo em jogatina e experimentos médicos para ajudar a pagar os estudos. Mas o governo diz que ainda oferece aos alunos um “generoso pacote” de auxílio financeiro. [...]

A Associação Inglesa de Prostitutas, que conta com um telefone de auxílio em sua sede, em Londres, afirmou que o número de chamadas recebidas por alunas pelo menos dobrou desde o ano passado. De acordo com Sarah Walker, [...] “eles (os ministros) sabem que os cortes que estão promovendo estão levando mulheres a recorrer a coisas como a indústria do sexo. É uma estratégia de sobrevivência. Por isso, nós consideramos o governo responsável por essa situação”.

Não são apenas universitárias que estão se voltando para a indústria do sexo para pagar por seus estudos. A jovem de 18 anos Clare (nome fictício) se voltou para a prostituição quando estava se preparando para seus exames classificatórios para a universidade. Na época, ela descobriu que a ajuda de custo educacional que recebia corria o risco de ser cortada.

“Eu não poderia ir para a universidade sem a ajuda de custo. Eu gasto com transporte um total de 70 libras por mês (cerca de R$ 200). Não tinha a quem recorrer na universidade e não queria ter de contar com a minha família. Comecei a procurar empregos, mas os horários eram incompatíveis. Muitas amigas começaram a procurar empregos e acabaram largando os estudos. Eu não queria fazer o mesmo”, afirma. “Eu tinha um amigo [que amigo!] que vinha tentando me convencer a entrar para uma agência de garotas de programa desde que eu tinha 16. Ele me contava histórias sobre o quanto eu poderia ganhar, como os horários seriam flexíveis, que eu poderia escolher quem eu gostaria de encontrar, assim que os visse e com que frequência. Parecia uma opção melhor. Eu não conseguia ver nenhuma outra.” [...]

(BBC Brasil)

Nota de Michelson Borges: Essa situação no mínimo deplorável e triste certamente decorre da tremenda inversão de valores em nossa sociedade. O que é mais importante para as pessoas? A dignidade ou a carreira? A honra ou a conta bancária? Enquanto alguns estudantes abrem mão de uma carreira promissora ou da formatura em tempo normal para serem fieis à lei de Deus (confira), outros vendem o corpo para pagar as mensalidades do colégio. O que essas estudantes inglesas (e certamente de outros países) estão fazendo revela a que ponto a humanidade tem chegado em sua relativização dos valores que (ainda que a trancos e barrancos) ajudaram a preservar a vida em sociedade. Quando os valores são jogados na lixeira para se obter ganhos temporais, o que podemos esperar do futuro? O que mais essas pessoas poderão vender quando não puderem comprar aquilo que tanto valorizam?
0

Prostituição é o terceiro “negócio” mais rentável

Um estudo realizado na Espanha sugere que homens usam mais prostituição porque, ao contrário das mulheres, “sabem distinguir entre sexo e amor”. Segundo a pesquisa de dois anos da Universidade de Vigo sobre o perfil dos homens que usam prostitutas, o que eles valorizam no serviço é não ter que conquistar a mulher, nem ter que conversar com ela depois. Para a maioria dos entrevistados, seria uma sorte poder receber dinheiro por praticar sexo. Mais de 90% dos entrevistados consideram as relações sexuais pagas uma necessidade. “Analisamos as mudanças sociais dos últimos 30 anos e vemos a substituição do modelo patriarcal, do pai protetor-provedor pela volta do modelo ‘falocêntrico’, o colecionador de mulheres”, disse à BBC Brasil a socióloga Silvia Pérez Freire, uma das autoras do estudo. “O que motiva (o homem) a consumir serviços de prostituição é o desejo de fortalecer seu papel dominante. Ele acaba identificando o hábito como uma necessidade social”.

A maioria dos usuários, um total de 80%, tem entre 30 e 40 anos e declarou ter vida familiar estável (com esposa ou namorada). A maior parte dos homens diz escolher a que seja menos parecida com a sua própria mulher.

A prostituição é o terceiro negócio mais rentável do mundo, depois dos tráficos de armas e drogas, de acordo com estatísticas divulgadas pelas Nações Unidas.

O levantamento também concluiu que muitos homens entendem que ir em grupos aos prostíbulos é um ato social tão normal quanto um jantar de negócios. Por isso muitos pagam as prostitutas com cartões de crédito das empresas para as quais trabalham. [...]

De acordo com o boletim da Associação de Proteção as Mulheres Prostituídas (Apramp), a Espanha lidera o ranking de consumo de prostituição na Europa: 39% dos homens já disseram ter usado pelo menos uma vez uma prostituta, seguida por Suíça, com 19%; Áustria, com 15% e Holanda, com 14%. [...] Segundo as estimativas oficiais, há cerca de 700 mil prostitutas na Espanha, a maioria imigrantes ilegais e com filhos.

(UOL)

Nota de Michelson Borges: Depois de ler essa matéria, se você ainda não se convenceu de que este mundo está podre, leia também esta.
0

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Por que nos sentimos solitários?

A solidão aflige impiedosamente grande parte da população, em pleno século vinte e um. Veja 7 razões que levam ao sentimento de solidão:

1. Tecnologia – Com o avanço da tecnologia, as pessoas têm que ser mais eficientes e especializadas e, às vezes, isso as leva a não ter tempo nem habilidade para conversar com os não-especialistas. Assim, a maioria de nossas relações é superficial.

2. Urbanização – Quanta gente amontoada nas cidades! Mas já notou que isso acaba fazendo as pessoas se afastarem umas das outras? Talvez os motivos sejam o medo, o ruído, a agitação.

3. Televisão e internet – Você conhece alguém que “vive” mais no mundo das novelas do que no seu bairro? Essa ausência de comunicação direta entre os familiares e vizinhos, motivada pela telinha ou monitor, gera solidão.

4. Baixa auto-estima – Se você não confia em você mesmo, se tem uma opinião ruim a seu respeito, dificilmente irá se relacionar bem com os outros. O resultado: solidão.

5. Incapacidade de comunicação – As pessoas muito introvertidas, ou que não sabem comunicar-se sinceramente, costumam sentir-se sós, mesmo quando cercadas de muita gente.

6. Atitudes negativas – Entra aqui uma série de comportamentos que afastam os outros: hostilidade, desejo de vingança, críticas, intolerância, competição intensa, exagerado senso de justiça, atenção exclusiva aos próprios interesses, busca do sucesso a qualquer preço.

7. Afastamento de Deus – Separado de Deus, o coração humano se sente inquieto, solitário, inseguro.

(Adaptado de um texto do livro De Bem Com Você, CASA, págs. 43 e 44)

Autor: AmiltonMenezes

ATENÇÃO:
Se você gostou do nosso Blog então clica no link seguir esse blog e seja um amigo do blog,ajude nos a divulgar o blog assim estaremos contribuindo para a pregação do evangelho.
0

sábado, 5 de novembro de 2011

Pornografia na Internet: A Maldição e a Cura

A Internet é tão persistente quanto potente, uma presença indelével e incontida na cultura. De fato, a Internet nem está separada em absoluto da cultura; é a cultura. Todo o lixo, refugo e dejetos de nossa sociedade ali encontra o seu espaço, e a menor das obsessões encontra ali o seu nicho, juntamente com Bach, obras caritativas e pôres-do-sol. A Internet permite que um milhão de flores desabrochem, bem como um milhão de ervas daninhas. – Javier, Herron, & Primavera, 1998.

O dia havia sido longo e agitado, mas finalmente Jerry estava sozinho no seu escritório em casa. Estava bastante cansado após oito horas de infindáveis reuniões na Igreja. Ao mesmo tempo estava contente pelo que vinha conseguindo realizar. Seu grupo de jovens estava aumentando, e a congregação lhe dera muitos tapinhas nas costas. O sentimento geral era de que Jerry–o líder de jovens em sua igreja–estava fazendo uma diferença positiva com os jovens. Ele se sentia bem com isso.

Jerry atirou o paletó sobre uma poltrona num canto e acomodou-se diante de seu computador para desfrutar uns poucos minutos “só dele”. Após alguns cliques–ali estavam suas amigas: mulheres posando eroticamente, pessoas tendo sexo das formas mais esquisitas. Ele partia de um site da Internet para outro como que hipnotizado. A luz de mensagens de seu telefone piscava e uma pilha de cartas aguardavam sua atenção, mas ele não conseguia afastar-se do computador.

Todos os amigos de Jerry imaginavam que ele era o exemplo do sucesso. Em seus 30 e poucos anos tinha uma bela esposa, duas filhas pequenas e um lar confortável. Qualquer fotógrafo teria orgulho de exibir uma foto da família de Jerry em seu estúdio. Profissionalmente, Jerry estava em alta demanda como orador por toda a região e mesmo pelo estado.

Mas Jerry era também um viciado–dominado pelo sexo, obcecado pela pornografia internética.

O escopo do problema

A pornografia online é imensa. Tornou-se uma das formas mais lucrativas de comércio no disputadíssimo campo das ‘pontocoms’. Estimativas de ganhos anuais situam em um bilhão ou vários bilhões de dólares. O número de pessoas que visitam sites sexuais cada dia tem sido estimado em 60 milhões. Juntos, os cinco sites pornográficos mais freqüentados na Internet recebem mais visitas do que os grandes sites noticiosos MSNBC.com e CNN.com combinados. Todos esses sites estão disponíveis cada minuto do dia e são fáceis de encontrar–bastando somente alguns segundos para sua localização.

A pornografia internética é tão ampla que provavelmente é certo dizer que veio para ficar. Provavelmente jamais será bloqueada. Todo dia, aproximadamente 400 novos websites pornográficos são abertos na rede Internet a partir de locais como a Tailândia e a Rússia.

As boas novas são que a recuperação do vício da pornografia internética é possível.

O que vem a ser vício sexual?


Pessoas que não são sexualmente viciadas–eu as chamarei “normais”–são capazes de desfrutar uma experiência sexual de tempos em tempos e daí dar atenção a outras coisas. Também são capazes de dizer não quando se sentem sexualmente excitadas mas não há possibilidade para atividade sexual.

O viciado sexual, por outro lado, está continuamente obcecado com pensamentos e emoções sobre sexo, e seu comportamento é controlado por seus impulsos sexuais. (Eu me referirei a viciados sexuais como homens neste artigo, uma vez que a maioria dos viciados sexuais são do sexo masculino. Contudo, algumas mulheres de fato se tornam também vítimas de vício sexual, e as recomendações neste artigo são igualmente válidas para elas).

Todas as dependências são caracterizadas por esta incapacidade da parte do dependente em dizer não a seus impulsos ao vício. Se o viciado sexual sente que “tem que fazê-lo” ele o fará. Não importa quão ameaçador seja o seu comportamento para a sua família, sua profissão ou mesmo sua vida, as emoções do viciado sexual o compelem a agir segundo os seus desejos.

O fundamento de todo vício sexual é a lascívia. Contudo, lascívia não é emoção sexual ou desejo sexual. Lascívia é usar outro ser humano para a própria gratificação sexual.

A lascívia não requer contato físico com outra pessoa. Uma fotografia ou mesmo imagem mental do objeto desejado é suficiente para detonar a lascívia na mente do viciado. É por isso que a pornografia–seja em papel, na TV ou Internet–é um instrumento tão poderoso para a lascívia. Propicia as imagens que a alimentam.

A pornografia internética é particularmente viciadora porque o viciado não precisa dirigir-se a uma banca de revistas ou livraria para apanhar publicações pornográficas. Ele pode acessá-la na privacidade de seu lar.

Uma vez a pessoa esteja enredada, geralmente descobre que não consegue sair do seu vício por si mesma. Pode fazer milhares de promessas a si ou aos familiares, ou a Deus, de que vai parar, contudo mais cedo ou mais tarde está de volta praticando o seu vício.

Significa isso que está condenado a permanecer para sempre preso a isso? Absolutamente não!

O fator Deus
O ponto de partida é lidar com a lascívia. Contudo, o viciado deve reconhecer que o desejo de utilizar outra pessoa para gratificar os seus impulsos sexuais tem um domínio tão tremendo sobre ele que não consegue escapar por si só. Carece de auxílio divino e de pelo menos um amigo que teve a experiência de lidar com a obsessão sexual.

Muitos viciados oram desesperadamente a Deus para os libertarem–sem resultado, porque não estão orando da maneira correta. A fim de que Deus lide com a lascívia, o viciado deve convidar a Deus para ocupar sua mente e pedir que lhe remova esse poderoso desejo por lascívia.

Uma boa oração deve ser assim: “Deus, sou impotente sobre esse vício. Dou-Te permissão de removê-lo”. Também é de ajuda agradecer a Deus por remover a lascívia: “Obrigado por remover essa lascívia de minha mente e emoções”. Não é necessário esperar até que o desejo lascivo seja removido para agradecer-Lhe por fazê-lo.

Proferir essa oração pode ser muito difícil, de fato penoso, porque a lascívia é o que o viciado tanto aprecia. O viciado pode lidar com isso pedindo a Deus, quando não se acha sob tentação, para dar-lhe “o poder para rogar a Tua ajuda na próxima vez que eu for tentado à lascívia”.

Respeito
O oposto da lascívia é o respeito. A lascívia desumaniza uma mulher (ou um homem na mente viciada de uma mulher) por valer-se dela como objeto para gratificar os próprios impulsos sexuais. O respeito significa valorizar uma mulher como ser humano que merece ser tratado com alta consideração, e merece ser protegido, antes que abusado. (O viciado está abusando de uma mulher em sua mente quando pensa lascivamente nela, mesmo que não chegue a tocá-la).

Assim, como pode o viciado aprender a respeitar pessoas do sexo oposto, em lugar de usá-las como objetos para satisfazer a seus desejos ilegítimos? Por orar por elas no momento exato em que as está vendo: “Deus, por favor, proteja essa mulher de qualquer mal. Leva o Espírito Santo para a vida dela. Sejam quais forem os problemas que ela esteja defrontando hoje, abençoa-a com as respostas que sabes serem as melhores para ela”.

Essa oração coloca a Deus bem no meio dos desejos lascivos do viciado e começa a desmontá-los. Esteja a mulher que está contemplando numa foto diante dele, ou na vida real, ele não pode orar desse modo sem que sua atitude para com ela comece a mudar. E ao persistir em orar por uma mulher após outra, no devido tempo ele descobrirá que o seu respeito pelas mulheres começará a crescer.

Auxílio humano
Os viciados carecem também do auxílio de outros seres humanos. A pessoa cujo comportamento sexual é normal pode provavelmente empregar as sugestões acima para desfazer a tentação de fantasiar a respeito do sexo oposto. Contudo, a pessoa cujo comportamento esteja fora de controle precisa do auxílio que é propiciado pelo programa de Doze Passos.

Afortunadamente, grupos de Sexaholics Anonimous (que se poderia traduzir por ‘sexólicos anônimos’) estão sendo estabelecidos na maioria das grandes cidades dos EUA e Canadá, e muitos estão disponíveis em áreas rurais também. Há duas vantagens em participar dos grupos de Doze Passos. Primeiro, todos os membros são profundamente comprometidos com a confidencialidade. Em segundo lugar, o viciado encontrará apoio e simpatia de outros que compartilham de seus problemas e passaram pela experiência de rompê-los.

Alguns viciados podem estar tão intoxicados que podem requerer terapia formal. Estes devem ir em busca de profissionais especializados e licenciados. Alguns talvez requeiram até internamento clínico. Um grupo de SA ou patrocinador de SA pode encaminhar o viciado a essas fontes de tratamento.

As igrejas cristãs podem ajudar abrindo suas portas para reuniões dos Doze Passos. Se várias igrejas numa cidade o fizessem, os viciados que temem assistir a uma reunião em sua própria igreja poderia atravessar a cidade para outra reunião onde se sentiriam mais à vontade. Os que temem que essas reuniões de recuperação não sejam espirituais se comprazerão em saber que elas possuem um forte componente espiritual.

As boas novas são que há uma saída para os viciados sexuais–sejam dependentes da pornografia internética ou aos muitos outros canais para comportamento sexual inapropriado que estão disponíveis em nossa sociedade. Requer o poder de Deus, o auxílio de outros seres humanos, e um comprometimento a esforço persistente e penoso da parte do viciado. Mas onde esses três elementos são combinados, a vitória é certa.

É isso que significa o evangelho!

………………………………………………………………………………….
Gary Hopkins
Diretor do Centro de Pesquisa para Prevenção e professor-associado de ciências comportamentais da Universidade Andrews, Berrien Springs, Michigan, EUA. Transcrito de Signs of the Times, de setembro de 2002, págs. 8, 9 e 21.

Autoria e Fonte:Blog: SetimoDia.
0

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Beber moderadamente aumenta risco de câncer de mama

As mulheres que bebem, mesmo moderadamente, têm maior risco de sofrer de câncer de mama que as demais, revela um estudo realizado nos Estados Unidos. Mulheres que consomem entre três e seis copos de bebida alcoólica por semana têm 15% mais risco de desenvolver câncer de mama que as abstêmias, afirma a pesquisa realizada pelas escolas de medicina de Brigham e de Harvard e pelo Women’s Hospital. As mulheres que consomem em média dois copos diários de álcool têm 51% mais risco de desenvolver câncer, revela o estudo, publicado no Journal of the American Medical Association (JAMA). A pesquisa envolveu 105.986 mulheres, que responderam a uma bateria de perguntas sobre sua saúde e consumo de álcool entre 1980 e 2008. O resultado apresenta um dilema para as pessoas que consomem pequenas doses diárias de álcool, como um copo de vinho, para cuidar do coração. Os autores do estudo destacam que a razão do aumento do risco de câncer de mama entre as mulheres que bebem permanece desconhecida, mas acreditam que há relação com o aumento dos hormônios sexuais nas que consomem bebidas alcóolicas.

(BOL Notícias)

Nota de Michelson Borges: Vale a pena, por causa dos benefícios ao coração, se expor a tantos outros malefícios? Infelizmente, é o que o marketing multimilionário das empresas produtoras de bebidas alcoólicas tenta nos fazer crer. Detalhe: o benefício para o coração atribuído ao vinho, na verdade, está presente na uva. Portanto, coma uvas e beba suco do uva. Esses não têm contraindicação.
0

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A sexualização da educação dos jovens

No mês de agosto de 2011, a senhora Zilma Costa Barreto, 30 anos, mãe de uma adolescente de 12 anos, denunciou à Polícia Civil e ao Conselho Tutelar de Campo Grande, MS, a existência de um clube formado por adolescentes – denominado Congresso do “Bulimento” – em que se reuniam jovens de 12 a 17 anos de uma escola daquela cidade. As reuniões ocorriam numa residência em que os participantes dançavam, bebiam, drogavam-se e faziam sexo. A mãe desconfiou do comportamento da filha nos dias anteriores à denuncia e passou a segui-la. Por duas vezes esteve na residência do “Bulimento”, sendo que na última visita entrou na casa e presenciou jovens em posse de bebida alcoólica, drogas, meninos e meninas apenas em trajes íntimos e, num dos quartos, um casal de adolescentes praticando sexo. A mãe ficou desesperada e solicitou ajuda dos vizinhos que chegaram a dizer que “aquilo era normal, era sempre assim na casa”. Indignada com a conivência dos moradores da rua, dona Zilma denunciou o “Bulimento”.

Além da falta de sensibilidade dos vizinhos, chamou atenção o depoimento dos jovens responsáveis pela algazarra. Os meninos não sabiam que há complicações sérias quando o sexo é praticado com menores de 14 anos. A prática sexual, segundo eles, era normal, pois na escola recebem “aulas de sexologia, são entregues camisinhas [...] então a gente achou que podia”. A filha de dona Zilma afirmou ter feito sexo uma vez na casa e que as meninas eram convidadas pelos meninos para participarem da festa.

Esse caso de Campo Grande nos leva a questionar o atual método de ensino aplicado na educação sexual de jovens nas escolas e em casa. É passível de questionamento se a metodologia da sexologia aplicada nas escolas é a mais adequada para a orientação dos jovens pré-adolescentes. O Ministério da Educação, juntamente com o Ministério da Saúde, vez por outra é envolvido em polêmicas quanto às propostas de novos métodos de ensino para temas direcionados à sexualidade, como são os casos da distribuição de preservativos nas escolas e o “kit gay”. Tais medidas, mais que solucionar problemas, deixam a população dividida quanto à adoção desses instrumentos que prometem o esclarecimento das dúvidas sobre sexo.

Os Ministérios, na verdade, tentam impor métodos educacionais baseados em ideias neoliberais que moldam o pensamento no sentido da desvalorização dos fundamentos tradicionais passados de geração em geração. O sexo, na perspectiva ministerial, é apenas um processo biológico no qual a proposta central para a educação em saúde é evitar a proliferação de doenças sexualmente transmissíveis – DST/aids –, mas não discutir a sexualidade (também) como questão sociocultural. Não se discute, por exemplo, que, acima de qualquer tipo de prevenção, fazer sexo implica ter responsabilidade e estar ciente das possíveis consequências do ato reprodutivo (biologicamente falando). Um adolescente que usa preservativo pode estar preparado para se prevenir de doenças e de gravidez não planejada, mas caso aconteça imprevisto em algum desses aspectos, ele estará apto a assumir as consequências?

Segundo a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (2004), a taxa de fecundidade no grupo de mulheres de 15 a 19 anos tem aumentado. No início da década de 1990, em cada mil adolescentes, 80 tinham pelo menos um filho. Dez anos depois, essa taxa já havia aumentado para 90/1.000. Dentre as supostas causas estão o início precoce da puberdade e da atividade sexual. Essas suposições também sugerem explicação para o aumento da incidência das DST/aids no grupo das mulheres.

O uso do preservativo não pode ser banalizado. Como método anticoncepcional para o planejamento familiar, sua eficácia é comprovada. Porém, da forma que é apresentado aos jovens, atua mais como um instrumento incentivador da “prática sexual segura”. Quanto ao combate à disseminação das DST/aids, sabe-se que nem todas as doenças são preveníveis com esse método (que por definição é um anticoncepcional). Além disso, na sociedade contemporânea, parece ridículo conversar com os jovens a respeito da abstinência sexual, método anticoncepcional e anti-DST/aids 100% eficaz. É compreensível que, diante de tamanha pornografia nos meios de comunicação – por meio de novelas, seriados, reality shows e internet –, o jovem tenha contato cada vez mais cedo com a prática sexual. A ausência dos pais na regulação da programação televisiva/internet e na educação moral facilita o acesso aos conteúdos pornográficos.

Em propaganda de televisão atual, o locutor compara o “pré-conceito” na discussão e uso do preservativo com o uso do aparelho celular, fazendo uma analogia com os costumes de antigamente e aqueles dos dias presentes, afirmando que os tempos mudam e, portanto, as ideias a respeito da camisinha também devam evoluir. Desconsiderando o teor da propaganda que em nada discute o uso do preservativo e suas implicações sociais, compreende-se que os jovens do “Bulimento” entenderam a proposta da educação sexual que tiveram. Obviamente, conclui-se que se o preservativo é utilizado nas relações sexuais como anticoncepcional e anti-DST/aids, não há problemas ou questões a serem debatidas sobre a prática dessas relações. Nisso, os valores tradicionais (que por vezes são confundidos como antiquados e preconceituosos) são substituídos por outros que pregam a liberalidade das relações interpessoais, o desrespeito ao corpo e a ideia machista de “ser homem” ou “ser mulher” somente após conhecerem seus corpos.

Mais informações aqui, aqui e aqui.

(Eurípedes Gil de França, enfermeiro e mestre em Saúde Pública pela Universidade Estadual da Paraíba)

Autor: Michelson Borges
1

domingo, 28 de agosto de 2011

Novos tempos, maiores exigências

Não há dúvidas de que a tecnologia veio para mudar nossa vida e trazer facilidades. Hoje é possível se comunicar gratuitamente com uma pessoa do outro lado do mundo, vendo o rosto dela numa tela, ao mesmo tempo em que se envia para ela um arquivo de filme (ou outra coisa qualquer) via internet. Os buscadores economizam horas de pesquisa e os blogs e redes sociais ajudaram a democratizar a informação, possibilitando ao receptor o acesso a ferramentas que facilmente o tornam, também, emissor da informação. As infovias poderiam até ser comparadas às estradas romanas do primeiro século, que facilitaram o contato das pessoas e a disseminação de informações no antigo Império Romano. Os modernos, rápidos e fáceis meios de comunicação atuais certamente estão no contexto da nova “plenitude dos tempos”, em que há plenas condições de comunicar as boas-novas da volta de Jesus ao mundo. Se Ele ainda não voltou, não foi por falta de recursos comunicacionais. Mas essa é outra discussão...


Entretanto, com as facilidades vêm também os desafios. É tanta informação disponível, que muita gente não consegue mais administrar essa avalanche. Como selecionar nessa imensa prateleira de conteúdos o que é relevante e desprezar o irrelevante? Como desenvolver essa habilidade de foco e não nos perdermos nas águas virtuais? Chegou o tempo em que os cristãos devem escolher entre o bom e o essencial. Há muita coisa boa na internet, mas se nos dedicarmos a todas elas, não mais nos sobrará tempo para o que é essencial: a comunhão com Deus, o relacionamento com a família e os amigos (afinal, “as coisas mais importantes na vida não são coisas”, como escreveu Anthony J. D’Angelo) e a missão (sim, porque nós, cristãos, não estamos aqui numa colônia de férias, mas no campo de uma batalha; e temos uma obra a concluir).



Além da tentação da perda de tempo com o que é bom, há também o perigo maior da submersão em águas turvas. Quanto mais a informação se torna acessível (ponto positivo), mais o lixo internético se aproxima, também, das pessoas (ponto negativo). Se antigamente (e “antigamente”, hoje, nestes tempos velozes, pode ser vinte anos atrás, apenas) o rapaz, para ter acesso à pornografia, tinha que se expor, fingir que era mais velho e comprar uma revista na banca de jornais, hoje, no recôndito de seu quarto, atrás de um monitor, no anonimato conveniente e à distância de apenas um clique, todo um universo imoral e viciante se lhe abre aos olhos. A armadilha é satanicamente perfeita: a sociedade apresenta moral questionável e carregada de valores invertidos; as pessoas perdem cada vez mais a capacidade de resistir à tentação e se acostumam ao pecado (Rm 12:2); então vem a serpente virtual e esfrega o fruto do pecado no nariz da vítima. É... quem disse que viver nos últimos dias seria coisa fácil?



Li recentemente um artigo interessante: “Forget Dagon, Baal, and Asherah: smartphones are the new idols”. Nele o autor fala da escravidão crescente aos smartphones, iPads, etc., e fala também do mal da distração. Aqui não pude deixar de pensar na invasão das igrejas por esses equipamentos. Tem gente que nem leva mais a Bíblia (de papel) para os cultos e isso tem gerado discussões. Talvez algo parecido tenha ocorrido quando da transição dos pergaminhos para o livro... Mas o fato é que a mudança do papel (que, ao que tudo indica e ao contrário do que alguns vaticinaram, não vai deixar de ser usado tão cedo) para o digital ainda causa certa estranheza, e o pior: o uso desses equipamentos pode acarretar distração justamente onde isso não deveria ocorrer: no local em que se prega a Palavra de Deus e em que buscamos um encontro especial com o Criador.

Para alguns, a Bíblia (em papel) ainda tem toda a simbologia de livro separado, já o celular tem a característica do secular, ferramenta do dia a dia em que se faz de tudo (até ligações telefônicas!). Usar a Bíblia no iPod ou no iPad é muito prático, mas parece ainda não ter se revestido do caráter reverente e profundamente simbólico de abrir e folhear as páginas sagradas. Para os guardadores do sábado, o sétimo dia da semana é aquele em que se usam roupas separadas/especiais, procura-se preparar um prato diferente, enfim, um dia sagrado, libertador da rotina. Não seria também o caso de se ter uma Bíblia “separada”? Caminhar pelas ruas com a Bíblia nas mãos é, também, uma maneira de dizer ao mundo que somos cristãos. Mas quem vai saber que temos a Bíblia em nosso smartphone?

Entenda bem: não estou sugerindo que o uso desses equipamentos na igreja seja pecado ou moralmente condenável. Quero apenas lembrar que a utilização deles deve ser regida pela racionalidade e pela espiritualidade. (Eu não disse que estes tempos modernos trazem maiores exigências? Inclusive de reflexão.)

Mais do que nunca, precisamos pensar nas palavras de Habacuque 2:20: “O Senhor... está no Seu santo templo; cale-se diante dEle toda a terra.” E em Malaquias 1:8 Deus “desabafa”: “Quando trazeis animal cego para o sacrificardes, não é isso mal? E, quando trazeis o coxo ou o enfermo, não é isso mal? Ora, apresenta-o ao teu governador; acaso, terá ele agrado em ti e te será favorável?, diz o Senhor dos Exércitos.” Quando nos portamos de maneira irreverente na casa de Deus, não Lhe devotando toda a nossa atenção, não consiste isso num “sacrifício imperfeito”? Paradoxalmente, muita gente, enquanto age assim diante do Criador do Universo, devota total atenção ao “time do coração”, ao seriado favorito ou às conversas com amigos.

Temos que reaprender o que é aquietar-nos para saber que Ele é Deus (Salmo 46:10).

Autor e Fonte: Michelson Borges

0

terça-feira, 14 de junho de 2011

Nossa dívida com sodoma vai ficando impagável

Enquanto a erupção do vulcão Puyehue, que há uma semana lança rochas, cinzas e gases no Chile, força o cancelamento de voos no sul do nosso continente e mesmo na Austrália e Nova Zelândia, obrigando também a Argentina a decretar emergência agropecuária em três províncias, algumas pessoas só pensam em descer ainda mais o nível (i)moral deste mundo corrompido. Segundo nota publicada no site Yahoo, Gilberto Braga e Ricardo Linhares, autores de "Insensato Coração", acabam de escrever a cena da primeira relação sexual gay do personagem Eduardo (Rodrigo Andrade) [depois do beijo gay levado ao ar pelo SBT, isso era bem previsível]. "Prevista para ir ao ar na última semana de junho, a sequência começa mostrando Eduardo saindo para a Barão da Gamboa com Hugo (Marcos Damigo). Lá, ele começa a beber muito e pede ao amigo para levá-lo para casa. Chegando ao local, eles se beijam e trocam muitos carinhos. Nervoso, Eduardo não aceita seguir em frente por ainda estar incerto sobre seu real desejo. Alguns dias se passam e Eduardo reencontra o professor na rua e, totalmente sóbrio, eles vão para o motel. Os autores chegam a descrever detalhes do momento dizendo que será 'maravilhoso' para ambos. [...] Gilberto Braga tem dito que gostaria imensamente que, até o fim da novela, esse tabu fosse quebrado dentro da emissora mais poderosa do Brasil", informa o site. [Exibir cenas de sexo, e ainda por cima de um "casal" gay, em horário nobre, com crianças na sala, não se chama "quebra de tabu", masirresponsabilidade. O que o tal kit gay não conseguiu nas escolas, a Rede Globo poderá promover nos lares brasileiros, sem custo algum para o governo...]

Enquanto isso, lá no Chile, com vulcão e tudo, ativistas de Santiago andaram de bicicleta nus em uma demonstração de apoio aos direitos dos ciclistas. Amanifestação chamada "Ciclonudista Santiago" foi realizada nas ruas da capital chilena no último sábado (11) e é mais uma evidência de que, nos manifestos atuais, a exemplo da Marcha das Vagabundas, realizada no Brasil e em outros países, o que se quer é chamar atenção, custe o que custar - ainda que seja a honra. 

 Nota de Michelson Borges - Além dos sinais físicos no planeta (que se multiplicam a cada dia), a decadência moral promovida por pessoas de mente e coração insensatos anuncia o fim deste mundo de pecado cuja dívida com Sodoma e Gomorra vai ficando impagável.


Autor: Michelson Borges   -  Fonte Blog: criacionismo
0

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Idolatria dos líderes nas igrejas neo-pentecostais

Um dia desses eu estava conversando com alguns amigos, e surgiu um comentário bem interessante sobre o comportamento de alguns líderes pentecostais aqui do Brasil.

Existem 3 grandes denominações que se enquadram no segmentos chamado de "neo-pentecostalismo", o qual engloba estas igrejas surgidas após a década de 1970 e que dão demasiado valor à prosperidade material (Teologia da Prosperidade) e à expulsão de espíritos malígnos, considerados os causadores de todas as mazelas da humanidade.

É curioso observar que estas 3 igrejas têm os nomes quase que idênticos, utilizando-se apenas de sinônimos:

Igreja Universal do Reino de Deus
Igreja Internacional da Graça de Deus
Igreja Mundial do Poder de Deus

UNIVERSAL = INTERNACIONAL = MUNDIAL
REINO = GRAÇA = PODER

Talvez seja porque as 2 últimas são frutos de dissidências entre líderes da primeira...

Mas o comentário que surgiu no diálogo que mencionei acima foi referente à maneira como os pastores e "bispos" procuram "imitar" os trejeitos, modo de falar, de pregar, etc., dos líderes maiores de tais denominações, chegando até a criar alguns "modismos" no vestuário.

Em uma das igrejas, o dirigente máximo tem o hábito de falar de forma "esganiçada", "rouca", com um sotaque bastante "carregado" no "carioquês". Os seus "pastores auxilares" e "bispos" fazem o mesmo. É impressionante! Até os que nasceram e moram no Nordeste procuram imitiar o sotaque e a maneira de falar do seu "chefe"...rsrs

Outro detalhe lembrado sobre este "bispo" é o fato de que ele prega com as mãos arqueadas e os dedos rígidos e estendidos (como se estivesse segurando uma bola de Handball). Não dá outra: os pastores fazem o mesmo... é só observar na TV.

Em outra denominação, o líder (que prefere não se intitular como "pastor" ou "bispo") tem uma maneira de falar bastante própria, com uma dicção bem peculiar. O seu substituto imediato age da mesma forma, imitando também a entonação e o estilo de oratória do líder maior.

Outro fato curioso com a maneira de imitar seus líderes, é o que acontece na mais nova das 3 denominações acima mencionadas. O "apóstolo" (que se auto-proclamou assim) é idolatrado pelo povo, que "esfrega" (literalmente) lenços, carteiras de trabalho, gravatas, etc., neste ministro, para que a bênção dele "grude" no objeto utilizado.

Fico imaginando este tipo de cena, e comparo com a maneira humilde, simples e discreta com que Jesus e Seus apóstolos (verdadeiros) pregavam ao povo. E olha que era tudo DE GRAÇA, pois Jesus não exigia pagamento algum para que a pessoa recebesse a bênção.

De tudo isso, resta uma constatação:
O povo é muito idolátrico (resquício do romanismo?) e fácil de ser enganado por qualquer "vento de doutrina" que lhe prometa riquezas, mansões, empresas... e com o mínimo de abstinência e renúncia pessoal.
0

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Música + volante = perigo constante?

Os adeptos do cooper sabem bem que não há nada como uma música agitada explodindo nos ouvidos para aumentar o pique da corrida. Não dá para ouvir canções calminhas ou você vai é querer voltar para a cama. Agora, essa mesma lógica, quando aplicada a um motorista, pode ser perigosa.

É isso que mostra uma pesquisa realizada pela empresa fabricante de peças de automóveis Halfords, que entrevistou condutores para saber se o comportamento deles é afetado pela música que ouvem enquanto estão atrás do volante. 60% dos participantes responderam que sim.
 A análise continuou para saber quais faixas afetavam esse comportamento e o resultado foi o seguinte: Beastie Boys e The Prodigy são um perigo! No topo das faixas que mais dão vontade de acelerar além da conta e causar no trânsito estão “Sabotage” e “Firestarter”.


Se você é uma daquelas pessoas que amam dirigir ouvindo um som, mas não quer estar propenso a causar um acidente, foi feita também uma lista de músicas tranquilas, encabeçada por “As Quatro Estações”, de Vivaldi. Veja abaixo os dois top 5:

As mais perigosas: 1. Beastie Boys (“Sabotage”); 2. The Prodigy (“Firestarter”); 3. Papa Roach (“To Be Loved”); 4. Kanye West (“Stronger”); 5. Rachmaninoff (“Prelude In C Sharp Minor”).

As mais calmas: 1. Vivaldi (“As Quatro Estações”); 2. Jack Johnson (“Breakdown”); 3. Adele (“Someone Like You”); 4. Coldplay (“Yellow”); 5. Fleetwood Mac (“Landslide”).

(Rolling Stone)

Nota de Michelson Borges: Agora aplique esse conceito ao culto a Deus e entenda por que músicas agitadas, fortemente percussivas e muito ritmadas não combinam com a adoração.

Autor: Michelson Borges.

Fonte Blog Criacionista.
0

domingo, 8 de maio de 2011

Rede social encoraja mulheres a trair o cônjuge

Anúncios de uma nova rede social de encontros europeu que convida mulheres casadas a conhecerem homens nas ruas de Madrid, capital da Espanha, têm provocado reações “furiosas” na comunidade local, informa o jornal The Guardian. “Reviva a sua paixão. Tenha um caso!” é um exemplo das frases usadas na publicidade do site Victoria Milan. Junto com a mensagem, há uma foto de uma mulher abraçada ao suposto “amante”. Victoria Milan alega ser “o primeiro site de encontros para pessoas casadas ou comprometidas da Europa” e tem versões em espanhol, norueguês, sueco, dinamarquês e inglês. A empresa afirma garantir a confidencialidade e anonimato dos usuários, conforme pode ser visto na sua página inicial, além de sugerir ser o lugar ideal para quem busca “aventuras discretas”.


“Você se sente preso em um casamento sem amor e monótono? Perdeu a magia da paixão, da emoção e da intimidade?” é a mensagem de abertura quando o usuário acessa o “Quem somos” do site. “Estudos internacionais mostram que 30% dos usuários registrados em sites de encontros para solteiros não contam a verdade sobre viverem casados ou com companheiros”, continua a descrição. [...]

(UOL Tecnologia)

Nota de Michelson Borges: A sem-vergonhice está cada vez mais popularizada e é estimulada na mídia. Anos atrás, um anúncio veiculado em revistas “respeitadas” (imagem abaixo) promovia a mentira e o adultério. Nesta semana, o beijo gay estreou na TV brasileira e não deve faltar muito para serem vistos “casais” homossexuais se “atracando” na cama, como ocorre atualmente com os casais heteros nos folhetins de horário nobre. A cada barreira rompida, a imoralidade avança um pouco mais. O que podemos esperar das próximas gerações

Leia também: “Site cobra até US$ 50 para terminar namoro, noivado ou casamento”
0

domingo, 1 de maio de 2011

Namoro: O que "Pode" e o que "Não Pode"

Um velho amigo de São Paulo, o Diego Amaro, que trabalha com Desbravadores em seu Distrito, me pediu que colocasse algo que servisse de orientação para os jovens, com relação ao namoro.


Vasculhando em meus "alfarrábios" (rsrs), encontrei um excelente material do Pr. Carlos Camarena, usado na matéria de Lar e Família no Seminário de Teologia. Penso que o material é muito objetivo, por ser uma síntese de vários conselhos e orientações abordadas em diversos livros que tratam deste assunto.

Posteriormente, colocarei outros temas relacionados ao NAMORO, mas sugiro que os namorados e conselheiros de jovens e adolescentes leiam os livros que são indicados como referência para o tópico aqui abordado.

A Intimidade Física no Namoro

1) CONTATOS FÍSICOS SÃO IMPORTANTES PARA O DESENVOLVIMENTO?

Muitos têm fracassado e sucumbido nesse aspecto das relações humanas, aspecto importante e tão raramente discutido.

O relacionamento físico entre as pessoas do sexo oposto poderia ser resumido no seguinte esquema:

1.  Olhares

2.  Mãos Dadas

3.  Abraços

4.  Beijos

5.  Carícias Leves

6.  Carícias Pesadas

7.  Relação Sexual

O mais rudimentar contato físico entre duas pessoas estaria representado no item mais acima do esquema, como "olhares". Este é um contato físico bem inocente. Na outra extremidade encontra-se a "relação sexual", que é algo belíssimo criado por Deus e reservado por Ele apenas para o casamento. Mas, onde traçar a linha divisória durante o namoro e o noivado? É o grande problema. Esse fato é agravado por haver em todos nós uma poderosa força ou impulso interior que quer arrastar a linha divisória o máximo possível para baixo (até o item 7). Mas a região do consentimento é também a região do perigo e do arrependimento. Não quero dizer com isto que a segurança para os jovens cristãos se encontre em manter-se no item 1 e nem que devamos fugir e aí nos refugiarmos todos até o dia do casamento...

Existem, entretanto, alguns critérios que deveriam ser considerados aspectos relevantes e princípios que deveriam ser estabelecidos à medida em que formos cautelosamente passando para os níveis seguintes (2 a 7).

2) CONTATO FÍSICO É COMUNICAÇÃO

Toda pessoa que se envolve em contatos físicos com uma outra, deve levar em consideração este aspecto. A expressão física do amor é uma forma "de dizer", "de comunicar" algo. Não é uma forma legítima de se receber algo, de se obter coisas como sensações excitantes, segurança, etc.

Os elementos mencionados no esquema anterior são todos bons, legítimos e certos no devido tempo e lugar, e com o propósito correto, ou seja, para cumprir o objetivo para o qual existem, a saber, comunicar.

O propósito do contato físico é tão facilmente investido que de repente ambos estão envolvidos em contatos físicos, simplesmente porque "é tão gostoso!" Quando isso ocorre, já não está havendo mais comunicação sadia, e sim "exploração". E a exploração está tão longe da comunicação quanto o egoísmo está longe do amor.

No momento apropriado, quando a vida e o coração de duas pessoas se tocam, pode ser algo maravilhoso e belo estender a mão e tocar a mão do outro. Isso pode comunicar mais do que meras palavras, e ambos percebem muito bem. Eles também podem perceber quando um está sendo usado para provocar sensações excitantes no outro. E quanto maior a sensação envolvida, mais grotesca estará sendo a exploração.

3) OBSERVE A RPB

A mente afeta o corpo, todos sabemos disso. Os desejos e imaginações podem rapidamente preparar o corpo para uma ação sexual mais completa. O inverso também é verdade. Um corpo excitado desperta ainda mais as imaginações e desejos. A mente e o corpo, então, se alimentam mutuamente na busca de uma satisfação completa. Essa relação é chamada de Relação Psico-Biológica. Ou podemos chamá-la como quisermos, desde que a reconheçamos como poderosa.

No item 1 da escala de contatos físicos a Relação Psico-Biológica é lenta e facilmente controlável. Entretanto, à medida que a pessoa se dirige ao nível 7, a influência da RPB aumenta em proporção geométrica. E então chega-se a um ponto na escala - em geral só descoberto tarde demais - quando a RPB simplesmente suplanta todos os controles da razão. Muita gente bem intencionada tem sido traída por essa força. "Não pretendíamos fazer isso" dizem, "mas de repente, sem querer, aconteceu".

Traídos pela Relação Psico-Biológica, vão além dos limites, fazem coisas que não pretendiam e acabam decepcionados, tristes e com uma série de problemas por não terem observado a importância da Relação Psico-Biológica, que deve, na realidade, ser mantida dentro de uma ampla margem de segurança.

Fonte: José Carlos Ebling, Namoro no Escuro, pp. 43-47

4) HÁ UMA DIFERENÇA

Em geral os rapazes se excitam muito mais rapidamente que as garotas.... As moças são excitadas ou motivadas ao contato físico, mais por motivos românticos que por motivos eróticos. Os rapazes são levados ao contato físico mais por motivos ou razões eróticas que românticas...

Quando uma moça se permite certas intimidades físicas com um rapaz está normalmente predispondo-o e dando a impressão, às vezes falsa, de que realmente ele pode "ir em frente", pois ela está disposta a tudo.

Vários estudos têm sido feitos nessa área, procurando determinar as principais diferenças nas reações de rapazes e moças diante dos contatos físicos. Sabe-se através desses estudos que a nudez não excita a moça, embora excite muito o rapaz. Quaisquer atitudes que sugiram nudez, tais como se despir com um maiô por baixo, usar roupas transparentes, deixar um zíper aberto, usar biquínis curtíssimos, calças muito justas ou minissaia, podem ter significado erótico para o rapaz, embora sejam feitas, às vezes, inocentemente pela garota, sem nenhuma consciência de seu significado.

Essas diferenças de comportamento têm efeito muito mais poderoso no relacionamento humano. É necessário compreendê-las e levá-las em consideração ao nos relacionarmos fisicamente com outras pessoas para que haja comunicação real e sadia.

Fonte: Idem, pp. 49-51

5) NÃO AUMENTE O FOGO

O jovem cristão que decidiu manter-se puro e seguir o plano de Deus, reservando as intimidades sexuais apenas para o casamento, não tomou uma decisão fácil, especialmente no mundo em que vivemos e nos dias atuais. Os instintos sexuais são fortes, reais e não desaparecem "sob comando". A sugestão, portanto é esta: não aumente o fogo.

Não complique o problema colocando-se em situações nas quais seja necessário constantemente aplicar freios, controlar-se para não ir a extremos. É emocional e fisicamente prejudicial colocar-se em situações nas quais você precisa constantemente acalmar emoções e instintos. Que situações são essas? O que deveria ser evitado pelos jovens cristãos que não desejam chegar ao extremo da intimidade sexual antes do casamento? Aqui estão algumas delas, todas conhecidas como resultado de pesquisas científicas.

- Conversas sobre assuntos sexuais. Isto é forte elemento de excitação. São as piadas e frases insinuantes, os comentários sobre atividades sexuais e seus detalhes....

- Vários estudos têm revelado que carícias abaixo dos ombros rapidamente levam ao ponto de não-retorno. Parece que as carícias abaixo dos ombros imediatamente predispõem a pessoa a ser controlada pela Relação Psico-Biológica em vez de controlada pela razão.

- Estarem a sós por muito tempo.

O relacionamento sexual pré-matrimonial impossibilita a pessoa de gozar a beleza total dessa ocasião. Ele priva o novo casamento de um dos mais fortes elos de ligação. Sexo antes do casamento sempre enfraquece o casamento. Basta observar o crescente números de divórcios nos primeiros meses após o casamento propriamente dito.

Deus planejou o casamento para ser belo e duradouro. Por isso é coerente com Seu caráter pedir a Seus filhos que se abstenham de qualquer coisa que prejudique esse esplêndido relacionamento.

Fonte: Idem, pp. 51, 52, 61

6) ESTABELEÇA OS LIMITES

O momento de decidir onde ficará o limite é quando a pessoa está a sós, em pleno controle da razão e de forma responsável e objetiva. Faça isto também. Tome uma decisão sólida e prometa, pelo poder de Deus, manter tal decisão e vigiar os limites estabelecidos.

Um importante detalhe é lembrar que os outros merecem o nosso respeito. Devemos sempre respeitar os limites dos outros. Jamais alguém deve forçar os outros ou tentar convencê-los de que seus limites são muito restritos. Respeito mútuo é fundamental numa amizade que deve amadurecer e crescer para que se tornem ambos "uma só carne".

Fonte: Idem, pp. 48,49

7) "EU NÃO DEFRAUDAREI NO MEU NAMORO"

1Tessal. 4:3-8: "Pois esta é a vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição, que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo, em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus, e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defralde a seu irmão, porque o Senhor, contra todas estas cousas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim, em santificação. Destarte, quem rejeita estas cousas não rejeita ao homem, e, sim, a Deus que também vos dá o Seu Espírito Santo".

A palavra "defraudar" significa "excitar" ou "despertar desejos sexuais na vida de uma outra pessoa", que não podem ser satisfeitos dentro da vontade de Deus, que é o casamento.

O sentimento de culpa por causa de padrões errados no namoro pode ter efeitos negativos no casamento e ser a fonte de muita irritação e briga.


Fonte: Jaime Kemp, Namoro, Noivado, Casamento e Sexo, pp. 22, 30

8) HÁ OUTRAS FORMAS DE COMUNICAÇÃO

A expressão física de afeto, carinho e amor é uma forma de comunicação, mas não é a única. A propósito, esta é uma das formas mais arriscadas de comunicação. Poderosa, sim, mas muito perigosa....

Existem outras formas de comunicação, além do contato físico. Muitos pensam que por estarem namorando têm o direito de estarem fisicamente próximos o tempo todo. Quando a preocupação no namoro está excessivamente voltada para o aspecto dos contatos físicos, normalmente a amizade sofre e não cresce.

A verdadeira amizade, seja no namoro, noivado ou até no casamento, é a que se desenvolve em vários aspectos. No aspecto social, espiritual, emocional, e não apenas físico. Um namoro sadio e realmente maduro se desenvolve nesses aspectos.

Fonte: José Carlos Ebling, Namoro no Escuro, pp. 47,48

Os jovens necessitam encontrar outras formas de cultivar a demonstração de afeto que não seja apenas a expressão física. Imagino neste momento algumas delas: cozinhar, estabelecer vários programas criativos especiais para ambos, como trazer livros da biblioteca e lerem-nos juntos, recortar temas interessantes de revistas e jornais que contribuam para o crescimento conjunto, ler trechos de um livro, numa área de interesse comum.

Fonte: Alberta Mazat, Aquela Sexta-feira no Éden, p. 144

CONCLUSÃO

O apóstolo Paulo certa vez disse em Rom. 14:5: "Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente".

Creio nisso!

Você não deve ter a opinião dos outros, mas a sua própria. Creio que cada jovem cristão deve definir-se quanto a onde colocar o limite nos contatos físicos durante o namoro e noivado. Você é livre para escolher e para decidir!

Mas como essa posição de Paulo não o impediu de dar a sua própria opinião sobre tantos assuntos, quero concluir expressando a minha opinião.

Creio que os jovens cristãos terão amplas razões para serem reservados em suas expressões físicas de afeição, evitando antes do casamento qualquer coisa que possa ser considerada até mesmo como carícias "leves", e admitindo abraços e beijos somente nos estágios finais de um relacionamento e companheirismo maduros, e ainda assim, com reservas.

Creio que ir além é arriscar-se a tristezas, arrependimento, desapontamento, problemas e até mesmo à destruição de uma amizade que de outra forma poderia ser bela, edificante e permanente.

José Carlos Ebling, Namoro no Escuro, p. 61

Como vimos, o tema é interessante é muito importante na atualidade, onde a TV (novelas, seriados, filmes, programas humorísticos, etc.) colocam na mente da juventude de que o sexo deve ser desfrutado o mais cedo possível, e que os jovens "caretas" são os que não entram nessa onda.

Fonte: Pr Gilson Medeiros.
0

Noticias Igreja

Carregando as últimas notícias...

Amigos

noticias do G1