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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Aumentam casos de HPV em homens contraído no sexo oral


O enorme aumento no número de casos de cânceres de cabeça e pescoço ligados ao HPV ao longo de duas décadas está mostrando o risco dessa infecção sexualmente contraída por um novo grupo: os homens. Uma nova pesquisa mostra que entre 1988 e 2004, o câncer de cabeça, pescoço e garganta relacionados ao HPV aumentaram em 225%, um índice alarmante. Dentro da próxima década a incidência desses cânceres – quase sempre contraídos como resultado de sexo oral – irá superar o câncer do colo do útero, e a maior parte dos casos será em homens. Mesmo assim, o HPV é muitas vezes deixado de lado nas discussões públicas – assim como a vacina que pode preveni-lo. Quando a vacina contra o HPV entra em pauta, normalmente ela é focada em jovens mulheres e no câncer cervical. Mas o HPV também causa câncer orofaríngeo e anal, fato poucas vezes divulgado pelas organizações médicas, governos e acadêmicos, que preferem não entrar em qualquer debate sobre práticas sexuais.

O fato é que também deveria haver campanhas para vacinação em homens. Os diagnósticos de câncer de cabeça e pescoço decorrentes de exposição sexual têm aparecido em pessoas cada vez mais jovens – até recentemente ele só atingia pessoas na faixa dos 60 anos associado ao fumo e bebida.
Estatísticas dos EUA mostraram que cerca de 90% dos homens e mulheres entrevistados praticaram sexo oral com um parceiro do sexo oposto. 36% de mulheres e 44% dos homens fizeram sexo anal. Estatísticas como essa, aliadas as conclusões do novo estudo sobre as taxas de câncer de cabeça e pescoço, mostram que uma recomendação mais ampla de vacina contra o HPV é urgente.


Nota: Infelizmente, como admite o texto acima, “organizações médicas, governos e acadêmicos [...] preferem não entrar em qualquer debate sobre práticas sexuais”. É exatamente por isso que estamos sofrendo uma verdadeira epidemia de doenças sexualmente transmitidas (DSTs). Fala-se em “sexo seguro”, mas a verdade é que a promiscuidade joga as pessoas numa verdadeira roleta-russa – e elas acham que a fina proteção de látex (camisinha) as protegerá de tudo (o HPV, por exemplo, pode ser transmitido pelo contato da pele das partes íntimas, como a virilha, mesmo que não haja penetração). Curiosamente, a abstinência antes do casamento e a fidelidade conjugal nunca passam pela cabeça das autoridades como meio mais seguro de se evitar as DSTs e outras “dores de cabeça” decorrentes do sexo promíscuo. Para os que concordam com o sexo oral e se mantêm abstinentes, o HPV não será problema. Mas existem outros problemas, como os relatos a seguir deixam bem evidentes:

Menina sexualmente ativa durante o ensino médio. Não tinha sintomas de DST e nunca fez exames. Anos depois, encontrou o homem dos sonhos dela. Se casaram, mas não puderam ter filhos. Ela tinha Doença Inflamatória Pélvica (DIP) causada por clamídia.

Rapaz perdeu a virgindade aos 15 anos com uma garota a quem pensava amar. Dez anos mais tarde, ele aprendeu o que é o verdadeiro amor ao encontrar a mulher de sua vida e se casar com ela. Ela se casou virgem. Após vários anos de casados, a esposa descobriu que estava com câncer de colo do útero, provavelmente causado pelo HPV que o marido lhe havia transmitido sem saber. Embora ela tenha escolhido esperar, foi forçada a pagar um alto preço porque ele não esperou.

Nota de Michelson Borges: Mais uma vez fica evidente que o único sexo verdadeiramente seguro é aquele praticado na relação matrimonial monogâmica e heterossexual.
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sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Fim do mundo previsto pelos maias: erro interpretativo

O prognóstico maia do fim do mundo foi um erro histórico de interpretação, segundo revela o conteúdo da exposição “A Sociedade e o Tempo Maia” inaugurada recentemente no Museu do Ouro de Bogotá. O arqueólogo do Instituto Nacional de Antropologia e História do México (INAH) e um dos curadores da mostra, Orlando Casares, explicou à Agência Efe que a base da medição do tempo dessa antiga cultura era a observação dos astros. Eles se baseavam, por exemplo, nos movimentos cíclicos do Sol, da Lua e de Vênus, e assim mediam suas eras, que tinham um princípio e um fim. “Para os maias não existia a concepção do fim do mundo, por sua visão cíclica”, explicou Casares, que esclareceu: “A era conta com 5.125 dias, quando esta acaba, começa outra nova, o que não significa que irão acontecer catástrofes; só os fatos cotidianos, que podem ser bons ou maus, voltam a se repetir.”

Para não deixar dúvidas, a exposição do Museu do Ouro explica o elaborado sistema de medição temporal dessa civilização. “Um ano dos maias se dividia em duas partes: um calendário chamado ‘Haab’ que falava das atividades cotidianas, agricultura, práticas cerimoniais e domésticas, de 365 dias; e outro menor, o ‘Tzolkin’, de 260 dias, que regia a vida ritualística”, acrescentou Casares.

A mistura de ambos os calendários permitia que os cidadãos se organizassem. Dessa forma, por exemplo, o agricultor podia semear, mas sabia que tinha que preparar outras festividades de suas deidades, ou seja, “não podiam separar o religioso do cotidiano”.

Ambos os calendários formavam a Roda Calendárica, cujo ciclo era de 52 anos, ou seja, o tempo que os dois demoravam a coincidir no mesmo dia. Para calcular períodos maiores utilizavam a Conta Longa, dividida em várias unidades de tempo, das quais a mais importante é o “baktun” (período de 144 mil dias); na maioria das cidades 13 “baktunes” constituíam uma era e, segundo seus cálculos, em 22 de dezembro de 2012 termina a presente.

Com essa explicação querem demonstrar que o rebuliço espalhado pelo mundo sobre a previsão dos maias não está baseado em descobertas arqueológicas, mas em erros, “propositais ou não”, de interpretação dos objetos achados dessa civilização.

De fato, uma das peças-chave da mostra é o hieróglifo 6 de Tortuguero, que faz referência ao fim da quinta era, a atual, neste dezembro, a qual se refere à vinda de Bolon Yocte (deidade maia), mas a imagem está deteriorada e não se sabe com que intenção.

A mostra exibida em Bogotá apresenta 96 peças vindas do Museu Regional Palácio Cantão de Mérida (México), onde se pode ver, além de calendários, vestimentas cerimoniais, animais do zodíaco e explicações sobre a escritura. [...]

(Yahoo Notícias)

Fonte Blog Michelson Borges.
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sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Infidelidade masculina faz bem?

No livro Les Hommes, I’amour, la fidélité, Maryse Vaillant diz que a infidelidade é essencial para o funcionamento psíquico de muitos homens, que não deixam de amar suas mulheres por causa disso. Ela defende que a maioria dos homens precisa de seu próprio espaço e considera a infidelidade deles “quase inevitável”, além de considerar que aqueles que não têm casos extraconjugais podem ter “uma fraqueza de caráter”. “Eles são normalmente homens cujo pai era fisicamente ou moralmente ausente. Esses homens têm uma visão completamente idealizada da figura do pai e da função paternal. Eles não têm flexibilidade e são prisioneiros de uma imagem idealizada das funções do homem”, afirma a psicóloga.

Maryse Vaillant, uma das psicólogas mais famosas da França, afirma que aceitar a infidelidade masculina pode ser uma experiência libertadora para as mulheres. A autora é divorciada há 20 anos e deseja “resgatar a infidelidade” com o livro.




(Opinião e Notícia)



Nota: "Não adulterarás" (Êxodo 20:14). "Eu [Jesus], porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela” (Mateus 5:27, 28). "Seja bendito o teu manancial, e alegra-te com a mulher da tua mocidade" (Provérbios 5:18). "Honrado seja entre todos o matrimônio e o leito sem mácula" (Hebreus 13:4).


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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

O caráter se revela fora do ar

O apresentador Boris Casoy protagonizou um vexame que tem tudo a ver com o bordão pelo qual ficou conhecido: “Isso é uma vergonha!” O Jornal da Band, que ele apresenta, levou ao ar saudações de Ano Novo de dois garis. Depois, enquanto eram veiculadas vinhetas, pôde-se ouvir a voz dele ao fundo, comentando com a equipe: “Que m...! Dois lixeiros desejando felicidades do alto das suas vassouras... dois lixeiros... o mais baixo
da escala de trabalho!” O assunto foi tema de discussões acaloradas na internet e vídeos do ocorrido pipocaram no YouTube, o que fez com que no dia seguinte Casoy pedisse “profundas desculpas aos garis e aos telespectadores da Band”. Alguns acharam a desculpa muito burocrática e pouco convincente, não denotando arrependimento.
Não quero julgar o caráter do Casoy por esse fato isolado, nem tampouco seu pedido de desculpas; se foi sincero ou não, ele sabe. Mas o incidente mostra que, muitas vezes, é “fora do ar” que mostramos quem somos e o que pensamos. O que fazemos no computador, quando estamos sozinhos? Qual o nosso comportamento atrás do volante, no trânsito congestionado? Como tratamos a esposa e os filhos, em casa, longe do olhar dos amigos? Como fica nossa produtividade e fidelidade ao trabalho quando o chefe está fora?

m agosto do ano passado, um fato semelhante ocorreu no site catalão Diario Barcelona. Um programador de internet distraído resolveu dar uma escapada para aproveitar a praia num dia de calor intenso, e isso custou caro para o jornal online: por aproximadamente dez horas, a página principal do site estampou a foto de uma atriz pornô seminua. O que aconteceu foi que, ao tentar publicar uma notícia, um estagiário anexou inadvertidamente a imagem pornográfica na capa do site e o responsável pela programação não se deu conta, liberou a foto e foi para a praia.

Nos casos acima, o que acabou indo para o ralo foi a reputação de algumas pessoas e, talvez, dos meios de comunicação em que elas trabalham (pelo menos alguns arranhões ficam). Só que o cristão deve se preocupar não apenas com a reputação, mas, sobretudo, com o caráter. Deve se lembrar de que "nada há oculto, que não haja de manifestar-se, nem escondido, que não venha a ser conhecido" (Lc 8:17) e que "Deus há de trazer a juízo todas as obras, até as que estão escondidas, quer sejam boas, quer sejam más” (Ec 12:14).

materia de: Michelson Borges   


abaixo veja o video de boris casoy





video postado por Equipe jovens adventistas de Macaé.
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A Piscina e a Cruz

Um de meus amigos ia toda quinta-feira à noite a uma piscina coberta. Ele sempre via ali um homem que lhe chamava a atenção: ele tinha o costume de correr até a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Era um excelente nadador. Não era de se estranhar, pois, que meu amigo ficasse intrigado com esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água? Um dia tomou coragem e perguntou-lhe a razão daquele hábito. O homem sorriu e respondeu: “Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los a nadar e saltar do trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco; sendo o professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube. “Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente. Com os braços abertos, minha silhueta formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem.”

O professor de natação continuou: “Nesse momento, pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas palavras me vieram à mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de seu precioso sangue.

Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água. Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até à escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso... na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. “Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado, seria meu último salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus – que por me amar permitiu que eu continuasse vivo – que me ajoelhei na beira da piscina. Tomei consciência de que não somente minha vida física, mas minha alma também precisava ser salva. Para que isso acontecesse, foi necessária outra cruz, aquela na qual Jesus morreu para me salvar. Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a Ele.” “Naquela noite fui salvo duas vezes, física e espiritualmente. Agora tenho um corpo sadio, porém o mais importante é que sou eternamente salvo. Talvez agora você compreende porque eu molho o dedão antes de saltar na água.”

Equipe:jovens adventistas de Macaé
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