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domingo, 1 de setembro de 2013

Representantes de Deus


 

Como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Romanos 6:4

A todos aqueles que querem ser Seus discípulos, Jesus pede que tomem Seu jugo e aprendam dAquele que é manso e humilde de coração. Ele promete que aqueles que isso fizerem acharão descanso. A mansidão e a humildade que caracterizam a vida de Cristo serão manifestadas na vida e no caráter dos que andam “como Ele andou” (1Jo 2:6). [...]

Bem-aventurado quem pode dizer: “Sou culpado diante de Deus, mas Jesus é meu advogado. Tenho transgredido Sua lei. Não posso salvar a mim mesmo, mas faço do precioso sangue que foi vertido no Calvário toda a minha defesa.” [...]

Cristo veio exaltar a lei e torná-la gloriosa. Veio engrandecer o antigo mandamento que tínhamos desde o princípio. Necessitamos, portanto, da lei e dos profetas. Necessitamos do Antigo Testamento para nos trazer até ao Novo Testamento, que não toma o lugar do Antigo, porém nos revela mais claramente o plano da salvação, dando significado a todo o sistema de sacrifícios e ofertas, e à palavra que tivemos desde o princípio. A cada pessoa é imposta perfeita obediência, e a obediência à expressa vontade de Deus nos tornará um com Cristo. Ela nos habilitará a viver nobremente, pois a vida de Cristo, como um servo de Jeová, foi nobre. […] A confiança própria e a independência pecaminosa impedirão muitos de receberem os mais ricos dons de Cristo. […]

O mesmo Jesus que ordenou que o amor fosse um princípio dominante na antiga aliança também ordenou que o amor fosse o princípio que regesse o coração de Seus seguidores no Novo Testamento. A atuação do princípio do amor é a verdadeira santificação. Aqueles que andam na luz serão filhos da luz e difundirão luz aos que estão ao seu redor, em bondade, em afeição, em inconfundível amor. [...]

A doutrina pura estará unida às obras de justiça. Os preceitos celestiais serão misturados com as práticas santas. O coração que se enche da graça de Cristo manifestará paz e alegria, e onde Cristo habita, o coração será purificado, elevado, enobrecido e glorificado (Youth’s Instructor, 8 de novembro de 1894).

Texto: Ellen G. White, do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira.

Obra de: Amilton Menezes 
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sábado, 31 de agosto de 2013

Obra completa

Eu Te glorifiquei na Terra, consumando a obra que Me confiaste para fazer. João 17:4

Quando Cristo expirou na cruz, bradando em grande voz: “Está consumado!” (Jo 19:30), Sua obra foi completada. O caminho havia sido aberto; o véu, rasgado em dois. A humanidade podia se aproximar de Deus sem ofertas sacrificais, sem os serviços de um sacerdote. O próprio Cristo era sacerdote para sempre, segundo a ordem de Melquisedeque. O Céu era o lar dEle. Ele viera a este mundo para revelar o Pai. A obra no campo de Sua humilhação e do conflito estava feita. Ele ascendeu aos Céus e está para sempre entronizado à destra de Deus.

A vida de Cristo neste mundo havia sido de trabalho árduo, uma vida ocupada e diligente. Ele ressuscitou dentre os mortos e por quarenta dias permaneceu entre os discípulos, instruindo-os em preparação para Sua partida. Agora estava pronto para as despedidas. Havia demonstrado a realidade de um Salvador vivo. Os discípulos não precisavam mais relacioná-­Lo com o sepulcro de José. Podiam pensar nEle como glorificado perante o universo celestial. [...]

Todo o Céu esperou com ansiosa expectativa pelo fim do período de permanência do Filho de Deus em um mundo todo cauterizado e desfigurado pela maldição. Em proporção com a humilhação e o sofrimento de Cristo está Sua exaltação. Ele só poderia Se tornar o Salvador e o Redentor sendo primeiro o Sacrifício. [...]

Cristo veio à Terra como Deus em forma humana. Ele ascendeu ao Céu como Rei dos santos. Sua ascensão foi digna de Seu exaltado caráter. Ele ascendeu do Monte das Oliveiras em uma nuvem de anjos, que triunfalmente O acompanharam à Cidade de Deus. Não ascendeu em Seu próprio interesse, mas como o Redentor da nova aliança com os filhos e filhas que nEle creem, e são assim considerados por meio da fé em Seu nome. Partiu como o Poderoso na batalha, um conquistador, levando cativo o cativeiro, em meio a aclamações de louvor e cânticos celestiais. [...]

Que contraste foi a recepção de Cristo em Seu retorno ao Céu com Sua recepção na Terra! No Céu, tudo era lealdade. Não havia tristeza nem sofrimento a recebê-Lo. [...]

Chegara o tempo de o Universo celestial receber o Rei (Signs of the Times, 16 de agosto de 1899).

Texto: Ellen G. White, do devocional 2013 “Perto do Céu”, da Casa Publicadora Brasileira. 

Texto estraido do site de: Amilton Menezes
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segunda-feira, 22 de outubro de 2012

Os Pacificadores

 TEMPO DE REFLETIR – 22 de outubro de 2012


Ouça em Aúdio clica aqui

Bem-aventurados os pacificadores, pois serão chamados filhos de Deus. Mateus 5:9
Bem-aventurados os pacificadores, pois os provocadores estão proliferando. Vozes irritadas e ações violentas nos circundam. Algumas das palavras mais ásperas vêm do povo que alega ter uma religião, incluindo os cristãos. Eles condenam aqueles que enxergam certas questões (e Deus) sob uma luz diferente da deles. Exigem a exclusão, a excomunhão, a eliminação.

Bem-aventurados os pacificadores, pois eles derramam óleo nas águas agitadas da igreja. Eles discernem a diferença entre o eterno, o imutável, e o temporário, o mutável. Eles defendem o que é certo, mas estão prontos a ser flexíveis em outras questões. No momento em que os grupos opostos batem os pés e cerram os punhos, eles gentilmente conduzem ao meio-termo. Eles restauram a harmonia.

Bem-aventurados os pacificadores, pois eles seguem os passos de Jesus, o Príncipe da Paz. “Ele é a nossa paz” (Ef 2:14). Ele nos reconciliou com Deus e quebrou o muro de separação da hostilidade, a inimizade que separa brancos de negros, asiáticos de europeus, hutus de tutsis, masculino de feminino. “Deixo-lhes a paz; a Minha paz lhes dou. Não a dou como o mundo a dá. Não se perturbe o seu coração, nem tenham medo” (Jo 14:27) foi a promessa que Ele fez aos Seus seguidores ao partir para o Céu.
Bem-aventurados os pacificadores, pois eles serão chamados filhos de Deus. “Vocês são abençoados quando mostram às pessoas como cooperar em vez de competir e lutar. É nesse momento que vocês descobrem quem vocês realmente são, e seu lugar na família de Deus” (Mt 5:9, The Message). Os pacificadores são filhos de Deus, por isso eles fazem as obras de seu Pai celestial. Eles são como Ele. Promovem a paz, disseminam a paz, vivem a paz.

O que essa bem-aventurança tem que ver com a graça? Muito, em todos os aspectos. A paz é o fruto da graça. “A vocês, graça e paz da parte de Deus nosso Pai e do Senhor Jesus Cristo” é a costumeira saudação de Paulo em suas cartas (ver, por exemplo, Romanos 1:7). A graça é a raiz, a paz é o fruto.

“A graça de Cristo, recebida no coração, subjuga a inimizade; afasta a contenda e enche o coração de amor. Aquele que se acha em paz com Deus e seus semelhantes, não se pode tornar infeliz. Em seu coração não se achará a inveja; ruins suspeitas aí não encontrarão guarida; o ódio não pode existir. O coração que se encontra em harmonia com Deus partilha da paz do Céu, e difundirá ao redor de si sua bendita influência” (Ellen G. White, O Maior Discurso de Cristo, p. 27, 28).
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-> Texto: William G. Johnsson, do devocional 2012 “Jesus a preciosa graça”, da Casa Publicadora Brasileira. http://www.cpb.com.br
-> Música:
-> Narração: Amilton Menezes
Fonte: RedeMaranata
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domingo, 15 de maio de 2011

Por que Deus permite certas coisas?!

Nós, cristãos, por vezes somos tomados pelo pensamento de que Deus não cuida verdadeiramente do Seu povo. "Se Deus realmente está conosco", pensamos, "por que então os cristãos precisam sofrer tanto"? "Por que Deus não impede que as mazelas que acometem aos que não O amam caiam também sobre os que procuram viver do lado dEle"?


Esta foi a grande dúvida que inspirou Asafe a escrever o Salmo 73 (se ainda não leu este Salmo, faça isso agora).

Como sacerdote encarregado de cuidar dos cantores (1Cr 25), Asafe tinha uma grande sensibilidade para expressar em palavras o que se passa no íntimo da alma humana. No Salmo 73 ele coloca para fora tudo que o atormentava com relação à prosperidade dos maus e a aparente apatia de Deus para com os sofrimentos do Seu povo.

Após comparar as facilidades e visíveis "vantagens" que os ímpios têm sobre os justos (vv. 1-16), Asafe pára e se dá conta de que estava olhando as coisas sob uma ótica errada. Deus não abençoa os ímpios e desampara os justos. A recompensa final de ambos é que deve ser o foco da atenção.

Se para o ímpio a vida terrena parece ser tão feliz, ao final, quando Deus colocar um fim ao pecados e suas conseqüências, o justo é que sairá vitorioso.

Quando Asafe parou para pensar em Deus e Sua misericórdia (v. 17) viu o quanto estava errado, e o quanto é mais vantajoso, desde agora, permanecer ao lado do Pai (vv. 18-28).

A história de Asafe se repetiu na vida de um jovem estudante de teologia, no ano de 2002...

No final de novembro daquele ano, o jovem rapaz foi tomado de surpresa ao saber que dentro dele estaria se desenvolvendo uma tumoração que já estava com cerca de 6cm (o tamanho de um limão grande).

A descoberta fatal começou quando ele teve uma forte crise de anemia que o fez parar no consultório de um Hematologista no interior da Bahia. A princípio a suspeita recaiu sobre algum sangramento interno proveniente de uma possível úlcera estomacal. Começaram os exames, a tensão foi aumentando e, após passar por uma transfusão de sangue para repor os níveis necessários (um deles estava na casa de 5,5, quando o mínimo normal é 11,5), foi detectado que ele estava mesmo era com uma tumoração a nível de intestino delgado.

Aos 28 anos de idade, casado, pai de 1 filha de 4 anos, estudante do 2º ano de Teologia do SALT-IAENE, isso caiu como uma bomba. E começou a surgir a pergunta: “Senhor, por que eu?”.

A solução mais indicada para o caso seria a intervenção cirúrgica, pois só ela poderia propiciar condições de coleta de material para biópsia, extração do tumor, e continuação do tratamento com prováveis seções de quimioterapia, caso fosse necessário. A cirurgia foi marcada para 27 de fevereiro do ano de 2003, véspera de Carnaval.

À medida que se aproximava o dia, aumentava a tensão e preocupação nele, em sua família e em seus amigos. O que viria depois? Como seria a recuperação? Ele voltaria a ter uma vida normal? Veria sua filhinha chegar à idade adulta? Daria para continuar o curso de Teologia e chegar à formatura? Tudo era dúvida...

Na noite que antecedeu à cirurgia, deitado na cama do hospital, preocupado, calado, ele contou que podia ouvir o burburinho das músicas que agitavam o carnaval de Feira de Santana.

Como Asafe, ele pensava:

- Senhor, por que eu? Eu não fumo, não bebo, não tenho uma vida imoral ou promíscua. Há 9 anos entreguei minha vida em Tuas mãos, e hoje estou me preparando para Te servir melhor.... e o Senhor permite que esta doença, terrível, se abata sobre mim.... Por quê? Tanta gente aí fora estragando suas vidas na prostituição e intemperança, e eu aqui, neste leito de hospital, prestes a passar por uma intervenção que poderá limitar a minha vida para sempre.... se não ocorrer o pior. Senhor, por que?

Mas Deus tinha um plano... Ele sempre o tem.

Por algum motivo que só será plenamente revelado na eternidade, Deus sabia que aquele jovem estudante de teologia precisava passar por toda aquela agonia de alma. Isso estava servindo para moldar seu caráter e ajudá-lo, talvez, a ser um cristão mais empático com os sofrimentos do próximo.

Graças a Deus, assim como Asafe, o seu pensamento mudou!

Ele se colocou nas mas do Todo-Poderoso para que Ele operasse a obra que fosse necessária naquele momento. Naquela mesma noite anterior à cirurgia, Deus o fez lembrar de uma participação que o Pr. Bullón faz em uma antiga música da Samadello. É mais ou menos assim:

- "Deus não te prometeu que neste mundo você não teria dificuldades. Ele prometeu que em meio ao vale da sombra da morte Ele nunca te deixaria... e Ele está ai perto de você".

A cirurgia passou, a doença foi extirpada, e na Sua infinita bondade Deus lhe permitiu continuar o curso e preparar-me para melhor contribuir em Sua obra.

(...)

Eu sou aquele jovem... Foi em minha vida que o Senhor operou tão grande milagre. E hoje resolvi contar novamente esta história, pois acredito que alguém que a esteja lendo também precisa, assim como eu precisei (e ainda preciso diariamente) entender que Deus não desampara Seus filhos... Nunca!

Não há o que temer quando estamos com Deus ao nosso lado. Por algum momento podemos até vacilar, mas Sua mão de amor e graça estará estendida para nos amparar na hora em que necessitarmos.

Hoje estou certo de que “ainda que a minha carne e o meu coração desfaleçam. Deus é a fortaleza do meu coração e a minha herança para sempre” (Sl 73:26).
 
Autor:Pr Gilson Medeiros.
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

O melhor caminho


Louvo a Deus por Sua sabedoria em não trazer na Bíblia apenas relatos de pessoas irrepreensíveis. Fato é que são raríssimos os personagens bíblicos que tiveram um tragetória de vida incorruptível, tal qual Daniel. Porém é fato também que, a despeito de muitos caminhos tortuosos, a graça salvadora de Cristo trouxe salvação a tantos quantos O aceitaram.

Abiatar foi um homem íntegro, temente a Deus, fiel ao Seu serviço, mas que, assim como todos nós, em determinado momento fez uma escolha equivocada. O erro do então sumo sacerdote foi apoiar a tentativa de tomada do poder por Adonias, ignorando a indicação divina de que Salomão é quem deveria suceder Davi no trono de Israel.

Aquele que era a autoridade religiosa máxima da nação e, portanto, deveria ser também o primeiro a andar em conformidade com os propósitos do Senhor, tomou a contramão. Por algum motivo, Abiatar talvez se sentisse em condições de tirar suas próprias conclusões do que era melhor para Israel, como sugere o Comentário Bíblico. O servo de Deus esqueceu-se de deixar Deus ser Deus.

Ao se aliar à aberta traição a Davi, Abiatar cometeu um ato que poderia garantir-lhe a morte. Seu antigo serviço, contudo, foi recompensado e sua vida poupada. Seu castigo foi ter a sucessão do sacerdócio concedida à linhagem de Zadoque, além de perder sua função como sumo sacerdote.

Há uma canção que diz que Deus é o Deus da segunda chance. Para mim, Ele é o Deus das incontáveis chances. O Senhor não tem apenas um ‘plano B’ para nossas vidas, Ele tem alfabetos inteiros de possibilidades. Sim, para cada um de nós haveria um caminho reto, isento de falhas e quedas que poderia ser trilhado e que, certamente, teria o melhor resultado possível: aquele que o Senhor idealizou. Porém, em Seu infinito amor, Cristo nos oferece inesgotáveis oportunidades de recomeço, tantas quantas necessitarmos, tantas quantas buscarmos, porque ‘onde abundou o pecado superabundou a graça’ (Rom. 5:20).

As escolhas erradas, as decisões precipitadas todas elas cobram seu preço. Aquilo que semeamos, certamente ceifaremos. Abiatar sofreu as consequências de seus atos, assim como sofremos e sofreremos as dos nossos, mas isso não significa sermos abandonados. Podemos contar com Sua misericórdia e o Seu perdão.

Até mesmo autoridades religiosas não estão livres de cometerem erros quando tomam as rédeas de suas decisões, isso nos mostra que o perigo ronda a todos. ‘Pessoa alguma se acha em maior perigo do que aquela que crê estar segura a sua montanha.’ (Ellen G. White, ‘Testemunhos Para a Igreja’ vol. 4, p. 560).

Somos chamados a cumprir Seus propósitos, somos nação eleita, sacerdócio real (I Ped. 2:9). O sucesso de nossa missão depende de permitirmos que Deus nos guie. Nossa suficiência está em Cristo, nossa segurança vem dEle. ‘A força de nações e indivíduos é medida pela fidelidade com que cumprem o propósito de Deus.’ (Ellen G. White, ‘Profetas e Reis’, p.502).

Permita que Deus o conduza pelo melhor caminho. ‘Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará.’ (Sal 37:5)

Autor(A) Grace Ferrari
Fonte Blog/ ComentarioJovem
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

Quais os "pára-quedas" da sua vida?

Charles Plumb, era piloto de um bombardeiro na guerra do Vietnã. Depois de muitas missões de combate, seu avião foi derrubado por um míssil. Plumb saltou de pára-quedas, foi capturado e passou seis anos numa prisão norte-vietnamita.

Ao retornar aos Estados Unidos, passou a dar palestras relatando sua odisséia e o que aprendera na prisão.
Certo dia, num restaurante, foi saudado por um homem:

“Olá, você é Charles Plumb, era piloto no Vietnã e foi derrubado,
não é mesmo?"

“Sim, como sabe?", perguntou Plumb.


“Era eu quem dobrava o seu pára-quedas. Parece que funcionou bem, não é verdade?"


Plumb quase se afogou de surpresa, e com muita gratidão respondeu:

"Claro que funcionou, caso contrário eu não estaria aqui hoje."


Ao ficar sozinho naquela noite, Plumb não conseguia dormir, pensando e perguntando-
se: Quantas vezes vi esse homem no porta-aviões e nunca lhe disse Bom Dia? Eu era um piloto arrogante e ele um simples marinheiro."

Pensou também nas horas que o marinheiro passou humildemente no barco enrolando os fios de seda de vários pára-quedas, tendo em suas mãos a vida de alguém que não conhecia.


Agora, Plumb inicia suas palestras perguntando à sua platéia:

"Quem dobrou teu pára-quedas hoje?".

Todos temos alguém cujo trabalho é importante para que possamos seguir adiante. Precisamos de muitos pára-quedas durante o dia: um físico, um emocional, um mental e até um espiritual. Às vezes, nos desafios que a vida nos apresenta diariamente, perdemos de vista o que é verdadeiramente importante e as pessoas que nos salvam no momento oportuno, sem que lhes tenhamos pedido.

Deixamos de saudar, de agradecer, de felicitar alguém, ou ainda simplesmente de dizer algo amável.


Hoje, esta semana, este ano, cada dia, procura dar-te conta de quem prepara teu pára-quedas, e agradece-lhe.
Ainda que não tenhas nada de importante a dizer, dê um "alô" a quem fez isto alguma vez. E lembre-se também dos que não o fizeram. As pessoas ao teu redor notarão esse gesto, e te retribuirão preparando teu pára-quedas com esse mesmo afeto. Todos precisamos uns dos outros, por isso, mostra-lhes tua gratidão. Às vezes as coisas mais importantes da vida dependem apenas de ações simples. Só um telefonema, um sorriso, um agradecimento, um "gosto de você!", um "eu te amo!".

Aprenda a ser agradecido por tudo de bom, seja grande ou pequeno, que as pessoas fazem por você.


"Saudai Priscila e Áqüila, meus cooperadores em Cristo Jesus, os quais pela minha vida arriscaram a sua própria cabeça; e isto lhes agradeço, não somente eu, mas também todas as igrejas dos gentios" - Rom. 16:3-4.


Paulo era um homem que sabia a importância do agradecimento sincero!
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sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Falar de mim é fácil, difícil é ser eu...

Há uns 3 anos fiquei sabendo de um caso que me deixou profundamente pensativo em como anda a vida espiritual de algumas de nossas congregações Adventistas.

Após um culto de sábado, um líder de uma determinada Igreja Adventista foi à frente, e informou à congregação que eles estavam fazendo um "abaixo-assinado" para solicitar a transferência do pastor distrital. Não cabe a mim, aqui, discorrer sobre os motivos que podem ter levado estes membros a chegarem a este ponto. O que me deixa triste, é saber que tudo foi feito após o culto sabático, para o qual nós devemos ir com o intuito único de buscar paz de espírito e conforto na Palavra de Deus.


Casos como esses, nos quais os pastores são alvos de críticas e retaliações, têm se tornado cada vez mais freqüentes. Vemos na Internet uma infinidade de sites que se alimentam tão-somente das críticas contra a liderança da Igreja, especialmente contra os pastores. Que obra satânica! (cf. Apoc. 12:10).

Como não exerço a função de pastor, apesar de ser um Teólogo leigo (porém com a mesma formação dos demais obreiros assalariados), sinto-me à vontade para fazer esta reflexão com você hoje, porque sei o quanto a crítica destrói a vida espiritual - tando de quem critica, quando de quem é criticado.

Como você imagina que o pastor do relato acima está se sentindo em saber que suas ovelhas o estão rejeitando, por estarem sendo usadas por algum "lobo devorador"? Como você imagina que uma pessoa que resolveu dedicar sua vida para a pregação do Evangelho neste mundo, se sente quando sabe que aquelas pessoas a quem ele está tentando resgatar do pecado o estão criticando e caluniando injustamente? Ou mesmo que os motivos da insatisfação sejam justificáveis, certamente tais pessoas passaram por cima das orientações do Senhor Jesus em Mateus 18.

Podemos ter uma pálida sensação de como Jesus Se sentiu ao ser traído, caluniado, criticado, injustiçado... exatamente pelo povo a quem Ele estava Se dando em sacrifício. Como Jesus deve ter Se sentido quando viu que os mesmos que O viram pregar o amor e a bondade, agora estavam gritando "crucifica-O!", "Nós preferimos Barrabás!", "Nosso rei é César", "Gostamos de ser escravos de Roma!", "Não queremos a liberdade que esse Jesus nos oferece!" (cf. João 19:15)?!

É claro que existem pastores que cometem erros bárbaros. Não quero aqui dizer que eles são homens infalíves, e que devem ser "tolerados" mesmo quando demonstram estarem fazendo algo contrário aos ensinos bíblicos. Claro que não!

O que desejo despertar é a reflexão de que nossos pastores merecem nosso apoio e consideração. Se eles erram, é porque são humanos, e devemos entender isso e ajudá-los em seus momentos falhos, porque TAMBÉM SOMOS HUMANOS. E quem melhor para entender um ser humano do que outro ser humano?! Foi por isso que Jesus "Se fez carne e habitou entre nós...".

Nós reclamamos que os pastores não nos visitam; ou que não têm tempo para estarem mais presentes nas igrejas, ouvindo os irmãos. Já vi, aqui mesmo na Internet, pessoas dizerem que os pastores têm uma vida abastada, cheia de regalias... o que é uma inverdade total. Conheço pastores de outras denominações que têm muito menos formação teológica e moral que os pastores Adventistas, e que são muito melhor tratados por suas congregações do que os nossos, recebendo salários dignos de Ministros do Supremo Tribunal Federal. E sabe o que deve ser melhor para estes pastores? Eles são AMADOS por suas congregãções, porque elas fazem questão de demonstrar isso.

Eu gostaria de fazer algumas perguntas, para você analisar se o seu pastor e a família dele têm se sentido amados pela igreja que você freqüenta:

1. Quantas vezes este ano você já fez uma visita ao pastor? Não para reclamar, fofocar, desabafar, pedir conselhos, etc... Mas para orar com e por ele, para que ele se sinta lembrado e valorizado...

2. Qual a data de aniversário do seu pastor? E o da esposa dele? E o do casamento deles? Você já mandou ao menos um e-mail, ou mesmo um "torpedo" (hoje em dia isso é gratuito) para eles em alguma dessas datas?

3. Os membros de sua igreja sabem o nome da esposa do seu pastor? Ou ela é apenas e tão-somente "a esposa do pastor"?

4. Os filhos do pastor de seu distrito sentem-se amados e considerados pelos membros, ou são constantemente "cobrados" por serem filhos de pastor? Alguns de nós esquecemos que eles são crianças como todas as outras...

A vida de um pastor Adventista do 7º Dia não é fácil! Engana-se quem pensa que o é.
São muitas privações e dissabores, devido à rotina estressante de trabalho e atendimento, e alguns ainda sofrem barbaridades nas mãos de administradores sedentos por "fichas" e "cifrõe$".

Se os pastores tomassem conta de "ovelhas" de verdade seria muito bom... mas eles lidam com gente... e lidar com gente não é o mesmo que lidar com "ovelhas".

Da próxima vez que você ouvir alguém falando mal de algum pastor, ou talvez até chegando ao cúmulo do absurdo de passar um "abaixo-assinado" para que ele seja transferido... lembre-se que por trás do "cargo", da "função", há um ser humano igualzinho a mim e a você... e que precisa sentir-se amado... assim como você e eu também precisamos...


"Agora, vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam; e que os tenhais com amor em máxima consideração, por causa do trabalho que realizam" - 1Tessal. 5:12-13.

FONTE: PRGILSONMEDEIROS
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quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Transforme a Derrota em Vitória

Vejam que bela história de superação...

O cidadão Wander Taker era um próspero empresário em Kansas City, nos Estados Unidos. Seu negócio era uma empresa funerária e praticamente não havia concorrência.
Foi, então, inaugurado na cidade uma central telefônica, até porque tratava-se do novo e grande invento da época. Toda ligação tinha que passar necessariamente pela telefonista.


O negócio do Sr. Taker começou ir de mal a pior. Certo dia, não havendo mais clientes para o seu negócio, ele foi procurar a telefonista da cidade para questionar o que estava acontecendo, se ninguém ligava procurando por ele ou se não morria mais ninguém na cidade...
A telefonista então lhe disse que morria muita gente sim, e que o marido dela estava prosperando muito, pois ela, toda vez que era procurada para indicar uma agência funerária, indicava o seu marido que tinha entrado no negócio e que estava muito satisfeito.

O Sr. Wander ainda tentou argumentar que aquilo não era honesto e que precisava "dividir" o mercado e que ele iria terminar falindo. Ela, porém, disse que iria continuar indicando o marido.

O Sr. Wander Taker ficou tão chateado com a situação, que resolveu estudar o assunto "telefone". Estudou muito, pensando numa maneira de se fazer uma ligação telefônica sem a necessidade da telefonista.

Wander Taker acabou sendo o inventor do sistema de discagem direta, e ganhou mais dinheiro que mil funerárias prósperas jamais lhe dariam.

O fundo moral desta história é que cada vez que temos um grande problema em nossa vida, nós podemos estar também, diante de uma grande solução, ou, quem sabe, do grande resultado em nossa vida.




Fonte: prgilsonmedeiros
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Comercial para vender a paz

Um Comercial Diferente Data:Sun, 28 Sep 2003 20:31:14 -0300
Comercial criado pela WBrasil e que foi veiculado nos cinemas recentemente.
No filme a tela fica toda branca enquanto a narração diz o seguinte:
Esse comercial não tem mulher de biquíni,
Não tem cachorro,
Não tem criança,
Não tem bebezinho.
Esse comercial não tem casal,
Não tem beijo,
Não tem pôr-do-sol,
Não tem família tomando café da manhã.
Esse comercial não tem música de sucesso,
Não tem efeito especial,
Não tem tartaruga jogando bola.
Esse comercial não tem gente famosa
Nem garoto propaganda, porque esse comercial é pra vender um produto que
ninguém precisa ser convencido a comprar. Esse comercial é para vender um
produto que você adora consumir, e que por sinal, você até já comprou, só
que não estão entregando.
É um produto que não tem marca
Nem tem slogan,
Não tem embalagem
Nem faz promoção tipo leve 3, pague 2.
Esse comercial é todo branco, e desse jeito ele pode ser entendido aqui e no
mundo inteiro.
Aliás, seria muito bom que esse comercial pudesse passar no mundo inteiro.
Porque o produto que esse comercial quer vender é a PAZ.
Enquanto o pessoal que precisa comprar a PAZ não compra, faça assim:
Pegue o estoque de PAZ que você ainda tem em casa,
Use no trânsito.
Use na fila do banco.
Use no elevador.
Use no futebol.
Paz é um produto interessante, porque quanto mais você usa, mais você tem.
E se todo mundo usar, quem sabe chegue o dia em que ninguém mais precise
fazer um comercial para vender a paz.
 


Autor: Luciano Venancio 
Fonte blog: pgjovemcompoder
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sexta-feira, 23 de julho de 2010

Pássaros motivam a reflexão

Um Convite. Reflita com Pássaros [Clique Aqui para Ouvir]

"Cristo é nosso exemplo em todas as coisas. Em resposta à Sua oração ao Pai, o Céu se abriu e o Espírito desceu como pomba e pousou sobre Ele. O Santo Espírito de Deus comunica-Se com o homem e habita no coração dos obedientes e fiéis.

Luz e força virão aos que sinceramente as buscam a fim de terem sabedoria para resistir a Satanás e para vencer em ocasiões de tentação. Devemos vencer assim como Cristo venceu" [Meditações Matinais, E Recebereis Poder - E.G.White, p. 14].
 
fonte: blog jaeleneas
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terça-feira, 15 de junho de 2010

Formigas usam sistema de GPS

O Global Positioning System, mais conhecido pela sigla GPS, veio para ajudar as pessoas a não se perder mais. Enquanto trafega pelas ruas de uma cidade, o motorista é orientado por uma voz a seguir em frente, virar à esquerda ou à direita, etc. É, sem dúvida, uma grande invenção. Você já pensou em como certos animais conseguem se orientar perfeitamente, mesmo sem ter um GPS? Mas, será que não têm mesmo?

Pesquisadores descobriram que certas formigas têm minúsculos imãs nas antenas, e isso pode explicar por que esses pequenos insetos parecem sempre saber para onde estão indo. Esses imãs podem fazer parte de um avançado sistema de GPS.

O GPS criado pelo ser humano consome energia e recebe informações de satélites. Já o GPS das formigas pesa quase nada, requer pouca energia para funcionar e não causa dano ao meio ambiente. A pesquisadora Jandira Ferreira de Oliveira, da Universidade Técnica de Munique e do Centro Brasileiro de Pesquisa Física, explica que essas formigas incorporam minerais do solo assim que encostam nele. A equipe da pesquisadora encontrou na antena dos insetos grãos ultrafinos de cristais magnéticos. Essas partículas são como um tipo de “agulha de compasso biológico” que guia o GPS. Segundo Jandira, nosso planeta é magnetizado e as formigas percebem esse magnetismo graças ao sensor nas antenas; depois elas traduzem essa informação e a enviam para o cérebro.

Aproveitando o conselho de Salomão com respeito às formigas (Provérbios 6:6), podemos aprender também que é necessário estar conectados com um sistema de GPS para não nos perdermos pelo caminho. E nosso maior “GPS” é o mesmo Criador das pequenas e maravilhosas formigas.

 Autor:
Michelson Borges
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quarta-feira, 19 de maio de 2010

Descanso diário

Vemos por aí, jovens e adultos repetindo a frase:  “dormir é para os fracos”.  Sempre que ouço isso, não entendo onde eles arrumam força para manterem-se acordados. Aliás, o problema não é ficar acordado, é continuar produzindo. Mesmo em grandes indústrias, há o desligamento das máquinas por um certo período diário. E como nós, máquinas humanas, recusamos esse descanso?

Universidade de Tohoku, no Japão, e publicado na revista científica British Journal of Cancer, os cientistas descobriram que as mulheres que dormem regularmente seis horas ou menos por noite podem estar aumentando o risco de ter câncer de mama em mais de 60% em relação às mulheres com sono normal.



O exercício tornou-se uma unanimidade na promoção da saúde e melhora da qualidade de vida, diminuindo os riscos de desenvolvimento de doenças crônicas e atuando como fator ideal para aumentar a longevidade.O institudo do sono, relacionou o exercício físico como uma métedo natural para curar a insônia, além de reduzir a massa coporal, apnéia, e minimizar os efeitos da fibromialgia.

Nosso mente é intimamente ligado ao corpo. Um exemplo disso, são as refeições antes de dormir. Alguma vez, você já foi a um rodízio de pizza, ou um churrasco no sábado a noite, chegou em casa e foi dormir, e no meio da noite acordou com um pesadelo? O estômago “trabalhando” na digestão enquanto dormimos evita seu descanso em particular, deste modo a consiência fica mais ativa.

O sono é um remédio natural para que funcionemos em harmonia. Não causa apenas um bem-estar mental, mas todos os nossos orgãos agradecem. A sua falta pode provocar cansaço e sonolência durante o dia, irritabilidade, alterações repentinas de humor, perda da memória de fatos recentes, comprometimento da criatividade, redução da capacidade de planejar e executar, lentidão do raciocínio, desatenção e dificuldade de concentração.

Vamos pensar nisso?

Autoria:
Lívia Longo
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terça-feira, 5 de janeiro de 2010

A Piscina e a Cruz

Um de meus amigos ia toda quinta-feira à noite a uma piscina coberta. Ele sempre via ali um homem que lhe chamava a atenção: ele tinha o costume de correr até a água e molhar só o dedão do pé. Depois subia no trampolim mais alto e com um esplêndido salto mergulhava na água. Era um excelente nadador. Não era de se estranhar, pois, que meu amigo ficasse intrigado com esse costume de molhar o dedão antes de saltar na água? Um dia tomou coragem e perguntou-lhe a razão daquele hábito. O homem sorriu e respondeu: “Sim, eu tenho um motivo para fazer isso. Há alguns anos, eu era professor de natação de um grupo de homens. Meu trabalho era ensiná-los a nadar e saltar do trampolim. Certa noite não conseguia dormir e fui à piscina para nadar um pouco; sendo o professor de natação, eu tinha uma chave para entrar no clube. “Não acendi a luz porque conhecia bem o lugar. A luz da lua brilhava através do teto de vidro. Quando estava sobre o trampolim, vi minha sombra na parede em frente. Com os braços abertos, minha silhueta formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela imagem.”

O professor de natação continuou: “Nesse momento, pensei na cruz de Jesus Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi um cântico cujas palavras me vieram à mente e me fizeram recordar que Jesus tinha morrido para nos salvar por meio de seu precioso sangue.

Não sei quanto tempo fiquei parado sobre o trampolim com os braços estendidos e nem compreendo por que não pulei na água. Finalmente voltei, desci do trampolim e fui até à escada para mergulhar na água. Desci a escada e meus pés tocaram o piso duro e liso... na noite anterior haviam esvaziado a piscina e eu não tinha percebido. “Tremi todo e senti um calafrio na espinha. Se eu tivesse saltado, seria meu último salto. Naquela noite, a imagem da cruz na parede salvou minha vida. Fiquei tão agradecido a Deus – que por me amar permitiu que eu continuasse vivo – que me ajoelhei na beira da piscina. Tomei consciência de que não somente minha vida física, mas minha alma também precisava ser salva. Para que isso acontecesse, foi necessária outra cruz, aquela na qual Jesus morreu para me salvar. Ele me salvou quando confessei os meus pecados e me entreguei a Ele.” “Naquela noite fui salvo duas vezes, física e espiritualmente. Agora tenho um corpo sadio, porém o mais importante é que sou eternamente salvo. Talvez agora você compreende porque eu molho o dedão antes de saltar na água.”

Equipe:jovens adventistas de Macaé
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ano Novo

No ano novo Sarah de 8 anos, o papai, a mamãe e a sua irmãzinha Rebeca de 3 aninhos gostavam de ir a praia para ver os fogos, só que dessa vez a mamãe disse: “Vamos fazer diferente.
Enquanto estava fazendo a minha caminhada passei perto de uma favela e vi uma moça que disse que mora sozinha com o filho e enquanto ela dizia, eu olhava pro rosto dela, triste.
Vamos levar esperança praquela moça, levar o amor de Deus!” O papai olhou pra mamãe e disse: “Porque o amor de Deus nunca se acaba, tem mais do que o suficiente para dar.”

No dia seguinte Rebeca terminou de comer o desjejum, pegou um pano molhou de água e disse: “Mamãe, a gente vai na casa da moça na favela? Eu vou ajudar limpando os móveis com esse paninho molhado.” “Ra, ra, ra, ela com certeza tem os móveis limpos, Rebeca”, disse Sarah. “Aam! Buuuaaaaaaaaaaaa! Buuuaaaaaaaaaa! buuuaaaaaaaaaa! Ela tem!” “Calma querida, eu sei que você queria fazer algo, só você, você pode pegar uma história da Bíblia e encenar com as suas bonecas”, disse mamãe. “Ta bom, eu vou contar a história de Ester e vou usar a Lola para ser a Ester, o Gugu para ser o rei, vou usar o Tião para o tio Mardoqueu, a Fofinha, Moranguinho, Lili, Emilia e Lala para serem as que foram junto com a Ester para o castelo, e a Bilu para ser a rainha Vasti, e o Lolurno para ser o Haman e... e é só né?”

“Precisa dar tanta informação assim? Eu vou ler uma frase que rima: ‘Nunca desista está na minha lista’”, disse Sarah. “Já que não fizemos o mutirão de Natal, vamos fazer mutirão de Ano Novo”, disse papai enquanto pegava alguns alimentos. “Isso quer dizer que vamos levar comida? Empresta um pouco para o banquete da Ester?”, disse Rebeca enquanto pegava as bonecas que ela tinha dito. “Ah, queridinha filhinha podemos te dar um pouquinho sim, só que não do mutirão.”

No dia todos estavam prontos para ir e mamãe foi logo dizendo: “Vamos indo, quero que vocês mostrem educação.” Quando chegou lá mamãe apresentou sua família e disse: “Vamos ensinar uma música pra vocês: ‘Deus é tão bom, Deus é tão bom, Deus é tão bom, ele é bom pra mim.’ Fácil? Acha que consegue cantar?” “Acho que... vou tentar”, disse a moça.

Eles cantaram e chegou a vez de Rebeca apresentar a história de Ester : “Filhinha, é hora de você apresentar sua história.” Rebeca juntou as suas bonecas, só que quando olhou pras pessoas que estavam ali olhando pra ela, ela saiu do meio de suas bonecas abraçou a mãe e cochichou no ouvido dela: “Mamãe, estou com vergonha.” A mãe sorriu pra ela, e cochichou também: “Quer eu te ajude?” “Como?”, perguntou Rebeca. “Eu posso ficar bem pertinho de você e faço o rei e o Mardoqueu”, respondeu mamãe. “Ta bom, uma das candidatas também.” Rebeca se colocou entre as bonecas junto a mamãe e as duas apresentaram a história de Ester.

Logo depois delas apresentarem o papai disse: “Agora a Sarah, minha filha mais velha vai ler uma frase que rima.” Sarah se levantou olhou pra mãe e leu: “Nunca desista está na minha lista.” Então o papai leu alguns versículos da Bíblia e disse: “Vamos cantar outra musica? ‘Na Bíblia posso ler Deus é amor, na Bíblia posso ler, Deus é amor’.”

Depois o papai e a mamãe apertaram a mão da moça e ela disse: “Vocês podem voltar aqui mais vezes?” “É claro”, disse a mamãe.

No outro dia Sarah inventou outro verso que rimava, Rebeca escolheu outra história da Bíblia pra encenar, papai pegou outros versículos da Bíblia pra ler e mamãe escolheu com as meninas roupas e brinquedos que iriam doar. Na outra semana estavam prontos de novo para ir. Cada semana, todo mundo da família preparava alguma coisa nova para alegrar e dar esperança praquela moça e seu filho.

Chegou o dia de convidar eles para ir a igreja. Eles gostaram e frequentaram depois de tempo, e até depois se batizaram. Então chegou o outro Ano Novo e a família de Sarah, Rebeca, mamãe e papai convidaram a moça e seu filho para irem ver os fogos na praia junto com eles, e lá eles cantaram canções que falavam sobre Deus, e assim termina a história do Ano Novo.

Tchau, tchau. E feliz 2010!

 Fonte da História: Giovanna
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terça-feira, 22 de dezembro de 2009

NÃO TENHA MEDO DE VENCER A DOR E O SOFRIMENTO

Quando Jesus estava na cruz, pronunciou palavras que

expressavam o mais completo abandono. Na hora de seu maior sofrimento, o filho de Deus bradou: "Meu Deus, Meu Deus, por que me abandonaste?". teologos debateram essa frase durante anos, mas uma coisa é certa: nao é uma declaração de falta de fé. Trata-se da consequenciqa de um trauma psicológico. Um trauma muito intenso nos dá uma imensa sensação de solidão. Se você ja se sentiu abandonado por Deus em seu sofrimento, Não é o unico. O propio Jesus experimentou esse tipo de dor.

O SOFRIMENTO TRAUMÁTICO É TOLERÁVEL SE NAO TIVERMOS DE ATRAVESSÁ-LO SOZINHO.

O Grande escritor C. S. Lewis após perder sua esposa acometida de cancer, e passsar por grande sofrimento ele esvreveu o alivro A Anatomia de uma dor: um luto observado, sua propia história da intensa dor do luto e da perda.
ele escreveu:
Enquanto isso, onde esta Deus? Esse é um dos sintomas mais inquietantes. Quando você esta feliz, tão feliz que não tem nenhuma necessidade Dele... e se volta para Ele com gratidão e louvor, é recebido de braços abertos. Mas vá até Ele quando estiver em desespero, quando tudo parecer ter sido em vão, e o que encontrará? Uma porta fechada e o barulho de uma tranca sendo passada duas vezes. Depois disso o silencio. Você pode ir embora.

A franqueza de Lewis nos ajuda a entender a intensidade do sofrimento. O trauma provoca a sensação de que ninguem é capaz de nos compreender. Se a dor for muito grande, ela pode nos afastar das outras pessoas e até de Deus. Naõ é uma falha ou uma fraqueza. È uma caracteristica do trauma pelo qual podemos passar um dia.
Embora a bíblia não explique bem o porquê dessa dor, ela nos oferece boas sugestões para lidar com ela.
A coisa mais importante que Deus nos concedeu para o sofrimento nos faça crescer, em vez de nos derrotar, é a sua presença.
quando estiver sofrendo, vote-se para Ele e peça-lhe para ser sua força. Deus não deseja que soframos. ele prometeu estar presente para nos sustentar em momentos de necessidade. é assim que Deus cura a dor.

grande Abraço
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quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

"SEDE FORTES!"

1 Corintios 16:13
O que signfica ter coragem? No dicionário, um dos primeiros sinônimos de coragem é intrepidez. mas  
psicologicamente não acho que esteja correto. Tenho visto pessoas agirem sem medo em circunstâncias perigosas de um modo que não considero emocionalmente saudável, sábio ou corajosos. O medo pode ser muito instrutivo, e é importante prestar atenção nele, em vez de ignorá-lo ou negá-lo.
Considero coragem dizer "sim" á vida. apesar das circunstâncias negativas. Não é ausência de medo, mas confiança e fé diante dele. Coragem é optar por agir quando tememos não conseguir. Nem todos podem ser destemidos, mas todos têm capacidade de ser corajosos. Isso é bom, orque há uma relação entre coragem e felicidade.
A presença do medo não é o verdadeiro problema. A falta de coragem é o motivo de nossas fugas e acomodações. Precisamos do medo para nos ajudar a reconhecer o perigo, aí a coragem nos ajuda a tomar atitudes diferentes. Deus nos criou com a capacidade de sermos corajosos para lidar com o medo quando ele surgir.

Não to madei eu? Sê forte e corajoso, não temas e nem te espantes, porque o Senhor teu Deus , é contigo por onde quer que andares. Josué 1:9
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