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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Aumentam casos de HPV em homens contraído no sexo oral


O enorme aumento no número de casos de cânceres de cabeça e pescoço ligados ao HPV ao longo de duas décadas está mostrando o risco dessa infecção sexualmente contraída por um novo grupo: os homens. Uma nova pesquisa mostra que entre 1988 e 2004, o câncer de cabeça, pescoço e garganta relacionados ao HPV aumentaram em 225%, um índice alarmante. Dentro da próxima década a incidência desses cânceres – quase sempre contraídos como resultado de sexo oral – irá superar o câncer do colo do útero, e a maior parte dos casos será em homens. Mesmo assim, o HPV é muitas vezes deixado de lado nas discussões públicas – assim como a vacina que pode preveni-lo. Quando a vacina contra o HPV entra em pauta, normalmente ela é focada em jovens mulheres e no câncer cervical. Mas o HPV também causa câncer orofaríngeo e anal, fato poucas vezes divulgado pelas organizações médicas, governos e acadêmicos, que preferem não entrar em qualquer debate sobre práticas sexuais.

O fato é que também deveria haver campanhas para vacinação em homens. Os diagnósticos de câncer de cabeça e pescoço decorrentes de exposição sexual têm aparecido em pessoas cada vez mais jovens – até recentemente ele só atingia pessoas na faixa dos 60 anos associado ao fumo e bebida.
Estatísticas dos EUA mostraram que cerca de 90% dos homens e mulheres entrevistados praticaram sexo oral com um parceiro do sexo oposto. 36% de mulheres e 44% dos homens fizeram sexo anal. Estatísticas como essa, aliadas as conclusões do novo estudo sobre as taxas de câncer de cabeça e pescoço, mostram que uma recomendação mais ampla de vacina contra o HPV é urgente.


Nota: Infelizmente, como admite o texto acima, “organizações médicas, governos e acadêmicos [...] preferem não entrar em qualquer debate sobre práticas sexuais”. É exatamente por isso que estamos sofrendo uma verdadeira epidemia de doenças sexualmente transmitidas (DSTs). Fala-se em “sexo seguro”, mas a verdade é que a promiscuidade joga as pessoas numa verdadeira roleta-russa – e elas acham que a fina proteção de látex (camisinha) as protegerá de tudo (o HPV, por exemplo, pode ser transmitido pelo contato da pele das partes íntimas, como a virilha, mesmo que não haja penetração). Curiosamente, a abstinência antes do casamento e a fidelidade conjugal nunca passam pela cabeça das autoridades como meio mais seguro de se evitar as DSTs e outras “dores de cabeça” decorrentes do sexo promíscuo. Para os que concordam com o sexo oral e se mantêm abstinentes, o HPV não será problema. Mas existem outros problemas, como os relatos a seguir deixam bem evidentes:

Menina sexualmente ativa durante o ensino médio. Não tinha sintomas de DST e nunca fez exames. Anos depois, encontrou o homem dos sonhos dela. Se casaram, mas não puderam ter filhos. Ela tinha Doença Inflamatória Pélvica (DIP) causada por clamídia.

Rapaz perdeu a virgindade aos 15 anos com uma garota a quem pensava amar. Dez anos mais tarde, ele aprendeu o que é o verdadeiro amor ao encontrar a mulher de sua vida e se casar com ela. Ela se casou virgem. Após vários anos de casados, a esposa descobriu que estava com câncer de colo do útero, provavelmente causado pelo HPV que o marido lhe havia transmitido sem saber. Embora ela tenha escolhido esperar, foi forçada a pagar um alto preço porque ele não esperou.

Nota de Michelson Borges: Mais uma vez fica evidente que o único sexo verdadeiramente seguro é aquele praticado na relação matrimonial monogâmica e heterossexual.
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segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Por que nos sentimos solitários?

A solidão aflige impiedosamente grande parte da população, em pleno século vinte e um. Veja 7 razões que levam ao sentimento de solidão:

1. Tecnologia – Com o avanço da tecnologia, as pessoas têm que ser mais eficientes e especializadas e, às vezes, isso as leva a não ter tempo nem habilidade para conversar com os não-especialistas. Assim, a maioria de nossas relações é superficial.

2. Urbanização – Quanta gente amontoada nas cidades! Mas já notou que isso acaba fazendo as pessoas se afastarem umas das outras? Talvez os motivos sejam o medo, o ruído, a agitação.

3. Televisão e internet – Você conhece alguém que “vive” mais no mundo das novelas do que no seu bairro? Essa ausência de comunicação direta entre os familiares e vizinhos, motivada pela telinha ou monitor, gera solidão.

4. Baixa auto-estima – Se você não confia em você mesmo, se tem uma opinião ruim a seu respeito, dificilmente irá se relacionar bem com os outros. O resultado: solidão.

5. Incapacidade de comunicação – As pessoas muito introvertidas, ou que não sabem comunicar-se sinceramente, costumam sentir-se sós, mesmo quando cercadas de muita gente.

6. Atitudes negativas – Entra aqui uma série de comportamentos que afastam os outros: hostilidade, desejo de vingança, críticas, intolerância, competição intensa, exagerado senso de justiça, atenção exclusiva aos próprios interesses, busca do sucesso a qualquer preço.

7. Afastamento de Deus – Separado de Deus, o coração humano se sente inquieto, solitário, inseguro.

(Adaptado de um texto do livro De Bem Com Você, CASA, págs. 43 e 44)

Autor: AmiltonMenezes

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quinta-feira, 14 de outubro de 2010

"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã..."


Já sei que alguns vão achar meio "herético" o título que dei para esta postagem, porque este é o verso de uma música de uma banda de rock nacional que fez muito sucesso nos anos 80 e 90.

Mas ela transmite uma verdade, e isso é o que importa...

Certa vez eu estava lendo a revista Adventist World, e confesso que fico cada vez mais impressionado com a maravilhosa obra que muitos de nossos irmãos e irmãs Adventistas voluntários realizam ao redor do mundo. Se você não tem sua assinatura da Revista Adventista, não sabe o bem que está perdendo!

A revista trouxe algumas matérias de missionários (voluntários ou não) Adventistas que estão ganhando muitas almas para Jesus, fazendo o que Ele nos ensinou a fazer: SEMEAR O AMOR.

Mas, o tema da postagem de hoje não é sobre o trabalho missionário mundial da Igreja Adventista do 7º Dia... hoje não!

Quero aproveitar um trecho de um dos artigos da revista que li na ocasião, o qual foi escrito pelo Pr. Reinder Bruinsma, diretor de Comunicação da União Holandesa. Em seu artigo (
leia aqui), o pastor fala sobre a impressão que ele tinha da pessoa de Paulo, o apóstolo, e de como esta impressão mudou quando ele estudou mais detidamente o final da epístola ao Romanos.

Ao final do artigo, o Pr. Bruinsma faz a seguinte declaração (ou seria um desabafo?!):

"(...) Se não vejo o rosto humano por trás dos problemas [administrativos enfrentados na rotina diária do trabalho da Igreja], estou em grande falta, pois valorizo mais os regulamentos do que as pessoas. Se o que eu ou qualquer outro líder da igreja fizer não tiver uma face humana, é melhor deixar de fazer".

E ele continua...

"Se quisermos trabalhar para a igreja, em qualquer nível, como obreiro assalariado ou como voluntário, devemos amar as pessoas. É significativo que a carta aos romanos não termina com altas declarações doutrinárias e teológicas, mas com alusão a pessoas - indivíduos com nome e rosto".

"Hoje, ao discutirmos teologia, doutrina, problemas sociais e morais; ao criarmos regulamentos, ou seja lá o que for, toda a perspectiva mudará se permitirmos que essas questões assumam um rosto humano".

Confesso que me emocionei ao ler tão bela declaração, saída do coração de um homem que dedicou sua vida à Igreja e, talvez, em sua jornada já tenha cometido o erro de não olhar para o ser humano por trás de algum problema administrativo. E fiquei mais satisfeito ainda em saber que este "novo" enfoque que o Pr. Bruinsma deu para sua atuação "profissional" veio da contemplação da Palavra de Deus - a Fonte primária de todo regulamento, doutrina e prática eclesiástica.

- Quantos dos que já passaram pelos bancos de nossas congregações saíram machucados (e ainda não sentem o desejo de retornar), porque não foram tratados com compaixão e misericórdia depois que erraram?!

- Quantos de nossos jovens não desanimam anualmente, e apostatam da fé, porque não são entendidos nem amados pelos que se acham mais "santos" e "consagrados"?!

- Quantos evangelistas já não se sentiram menosprezados e humilhados, porque não receberam a compreensão da liderança quando os resultados numéricos de batismo não foram os esperados?!

- Quantos ex-pastores e ex-obreiros (e suas respectivas famílias) hoje vivem uma vida de amargura e frustração, porque foram "descartados" depois de cometerem alguma falta, sendo tratados com todo o "cálice da ira" da Organização?!

- Quantos de nossos pastores e líderes esqueceram dos exemplos deixados por Jesus, e tratam seus subordinados como "escória", produzindo em seus corações uma compreensível revolta pela administração eclesiástica?! Os sites de críticos estão ai para confirmaram esta dura certeza!

- Quantos dos que hoje atacam a Igreja tão ferozmente, não iniciaram este espírito de rebeldia após sentirem "na pele" a arrogância e anti-cristianismo de algum administrador, departamental ou distrital?!

- Quantos daqueles que sentam ao seu lado, a cada manhã de sábado, já decidiram que não mais voltarão, porque simplesmente ninguém perceberá sua ausência?! Talvez o sábado passado tenha sido o último deles na sua igreja!
Já pensou nisso?????

"É preciso amar as pessoas como se não houvesse amanhã...".

Esta frase pode até ter sido cantada em shows regados a drogas e sexo... mas exprime uma verdade universal, e deve ser colocadas em uma moldura dourada e "ornamentar" a parede de cada lar, escritório ou sala de aula, na minha modesta opinião.

Da próxima vez que você (administrador, pastor, professor, ancião, diácono, líder, membro...) for tentado a agir seguindo as "normas e regulamentos" da praxe, faça o que o Pr. Bruinsma foi levado pelo Espírito Santo a nos ensinar: AME AS PESSOAS.

Isso não quer dizer que os regulamentos devam ser descartados... mas eu e você nos sentiremos muito melhor sabendo que não deixamos de olhar o "rosto" por trás do "problema".

"Nisto conhecerão todos que sois meus discípulos: se tiverdes amor uns aos outros" - João 13:35.

É fácil guardar o sábado, não matar, não adulterar... mas AMAR de verdade... é outra história!

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quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Conquistando o Esposo não Cristão para Cristo

O texto a seguir é parte das respostas dadas a algumas pessoas que tem pedido aconselhamento e oração . Como muita gente partilha dos mesmos problemas talvez os conselhos dados a elas sirvam para mais pessoas.


COMO UMA MULHER CRISTÃ PODE CONQUISTAR O ESPOSO NÃO CRISTÃO PARA CRISTO?

A palavra de Deus diz: “Porque o marido incrédulo é santificado no convívio da esposa…” 1 Corintios 7:14. Porém, o mesmo capítulo no verso 16 pergunta: “Pois, como sabes, ó mulher, se salvarás teu marido?” O que isso nos ensina é que a mulher cristã deve dar seu exemplo de vida dentro de casa. Essa história de que “santo de casa não faz milagre” é apenas para pessoas de mal testemunho. O problema é que “o santo de casa” não ouve o evangelho. Ele “VÊ” o evangelho em pessoa através daqueles que dizem ser cristãos.

Através do seu testemunho você pode aproximar e santificar seu marido ou pode afastá-lo ainda mais de Deus. Porém, o que vemos no texto acima é que mesmo dando bom testemunho é possível que o homem não se converta. Deus esbarra em algo chamado “livre arbítrio”. Seu marido é livre para escolher o caminho que quer seguir. Quanto mais você ora e mais dá bom testemunho mais Deus tem oportunidade de falar ao coração dele. Isso pode durar anos até que ele se converta. Já ouvi falar de mulheres que oraram por 30 anos ou mais. Contudo, seu marido pode simplesmente fechar o coração para o chamado divino e não aceitar a Cristo. Você terá que se conformar com isso também. A escolha terá sido dele, pois a salvação é individual. Algumas dicas para conquistar seu marido:

1 – Inclua o nome dele na lista de oração da igreja, do pequeno grupo, de grupos de oração;

2 – Faça seu culto familiar de forma que ele possa ver e ouvir o que está acontecendo. O que acontece é que muitas mulheres cristãs, esposas de maridos não cristãos, são muito acanhadas e sem ousadia espiritual e fazem o culto familiar escondidas e silenciosas como se tivessem algo de que se envergonhar. Faça o contrário! Coloque músicas evangélicas para que ele ouça, cante para que ele ouça, coloque DVDs de estudos bíblicos para que ele ouça mesmo estando em outro ambiente da casa, leia a Bíblia para que ele ouça. Dessa maneira o Espírito de Deus vai trabalhando na mente dele e a verdade vai entrando em seu coração, mesmo que no subconsciente;

3 – Não canse de convidá-lo para todos os bons eventos da igreja;

4 – Tenha atitudes amáveis e nenhuma recriminação. Quando ele estiver errado aprenda a se comunicar sem discussão. Se ele quiser discutir, seja você aquela que vai falar com brandura e amor. Jamais devolva crítica pra ele. Jamais altere a voz e se impaciente.

5 – Aprecie as coisas que ele faz. Elogie as conquistas dele. Fale do homem maravilhoso que ele é. Fale sobre isso também para os amigos dele e as pessoas da igreja. De alguma maneira ele vai saber que você o está elogiando para todas as pessoas mesmo quando ele não está por perto. Ele vai gostar.

6 – Não esqueça que ele é seu marido. Algumas ditas cristãs tem se dedicado tanto à obra do Senhor que tem esquecido suas famílias. lembre-se de que ele não é cristão. Não tem obrigação nenhuma para com a igreja. Não esqueça que seu primeiro campo missionário é o lar (claro que não deve deixar de trabalhar pra Jesus). Alguns maridos e filhos estão tão abandanos pelas mulheres cristãs que em vez de gostarem da igreja estão é nutrindo ódio por ela. Deixe a casa sempre arrumada, a comida pronta, as roupas passadas, os filhos atendidos para que ele não tenha nada do que reclamar em relação à sua religião

7 – Não ande como uma “extra-terrestre”. Algumas atitudes de mulheres cristãs são tão fora do senso comum que seus maridos repudiam uma religão com pensamento tão atrasado. Vista-se como cristã, mas não como uma mulher do anos de 1800. Não esqueça que a relação sexual dentro do casamento é plenamente abençoada por Deus. Exceto as distorções satânicas na maneira em que alguns marido têm exigido sexo das esposas, se seu marido pratica a relação sexual dentro da normalidade cristã, ele tem todo o direito sobre seu corpo e você sobre o dele, é o que diz a Bíblia.

No mais é confiar em Deus.

Autor: Pr.Alessandro Oliveira

Fonte: Blog Lar e Família
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010

Marmita dos Namorados


Casar até que é fácil. Difícil é permanecer namorando.

Minha esposa é uma obra de arte esculpida com cinzel de luz fascinando meus dias em sonhos. Tinha uma melhor amiga e buscava a companheira ideal – resolvi unir as duas. Namoramos como amigos, noivamos impacientes e casamos apaixonados por tudo. Tem gente por aí achando que amizade é uma coisa – amor pra casar é outra. Discordo! Não há nada melhor do que dormir com uma estonteante musa e acordar com a amiga curtindo você mesmo de cara embolachada e cabelos eletrocutados. Somos amigos há 15 anos, porém de 10 anos pra cá chamamos isso casamento.

É sempre bom trocar os contos das fadas e cair na real em parceria com alguém capaz de amar a despeito das chatices ranzinzas. E como nós, homens, somos chatos! Pra falar a verdade, a criatividade divina provocou o homem com uma costela a menos só pra impedi-lo de imaginar a possibilidade de se virar sozinho. Por isso um macho verdadeiro reconhece: mulher ideal é aquela que ama mesmo quando somos reais.

Só tem um problema: o tempo passa, traços viram troncos, e aquele jantar à luz de velas pode virar uma marmita requentada. Depois que a gente casa vem o perigo do tamanho da Lua, e que os românticos dos beijos estrelados não percebem: largar a Lua lá e vivendo um eclipse por aqui. Os votos se dissolvem, cadeiras não se puxam mais, portas que eram abertas agora são fechadas na cara, cavalheiros viram cavalos e os galãs das noites estreladas perdem lugar para a rotina desatenta do cotidiano. E pra escapar desta furada?

A verdade é que prometer amar alguém por toda a sua vida é fácil, o mais difícil é amar alguém a cada dia de toda a sua vida. Uma coisa é idealizar o romance perfeito, outra bem diferente é saltar da imaginação para a manutenção da realidade prática. Sonhos a dois são como a São Silvestre – todos largam entusiasmados, mas o percurso prova a resistência de quem tem fibra pra continuar.

Outro dia ouvi uma ilustração patética sobre casamento. Os noivos estavam de lua-de-mel e, após arrumarem os presentes na casa nova, finalmente viajaram para um lugar mais distante e romântico. Ao saírem do aeroporto, pegaram um taxi e durante o trajeto trocaram sonhos e carinhos. Chegando ao estacionamento do hotel a noiva encosta sua cabeça nos ombros do noivo e sussurra gentilmente: “Amor, vamos descer fingindo que já temos cinco anos de casados?” Ele respondeu, “tem certeza?” Ela acenou positivamente com a cabeça. Foi quando o homem pulou do carro, rapidamente, e lá do lobby do hotel berrou, “mulher, anda rápido! traga já as malas!”

Que tal? Senso de humor à parte, sob a superfície desta anedota tem uma verdade triste: com o tempo passando muitos casais vêm acomodando-se às marmitas. Quer ir mais longe? (Agora posso dizer por experiência própria!) Se o tempo revela um almoxarifado real atrás da vitrine dos primeiros beijos, quando nascem os filhos a coisa pode piorar ainda mais. O mundo está cheio de pai e mãe por aí que há muito deixaram de ser marido e mulher. Explodem as obrigações, desaparecem as noites bem dormidas, o choro quebra o clima, o corpo escultural ganha o upgrade da maternidade, passeios enchem porta-malas de tranqueiras infantis, e por aí vai… Isolados em suas obsessões por “manter a casa e educar os filhos”, o vazio da falta de “algo mais” aumenta e as tentações por miragens extraconjugais seqüestram o amor puro que um dia se vestiu de branco e desfilou de fraque junto ao altar. Não caia nessa! Isso é pular do rapel desafiador para cair num buraco do tamanho do inferno. Homem que é pai-macho encara sem medo o que “tem que dar certo”, e não como outros covardes que “se der errado caem fora”.

Se há um presente divino que Deus deu ao ser humano é o privilégio de duas vidas se amarem a tal ponto de gerarem outra nova vida – e isto, obrigatoriamente, tem que potencializar ainda mais a atração descontrolada e cumplicidade apaixonante entre o casal. Acredite! Se o namoro não acaba enquanto se casa, o casamento jamais pode esfriar quando o “beijo do Céu” – de corpinho fofo e rostinho perfeito – vem para ser embalado no meio dos dois.

Acredito que podemos acender velas românticas mesmo com a babá eletrônica sobre a mesa entre as taças de cristal. Posso compartilhar com você algumas idéias que me ajudaram ultimamente?

- Troque o binóculo pelo espelho. É sempre mais fácil vasculhar defeitos no outro do que reconhecer imperfeições em nós mesmos. Porém, isso só produz atrito, injustiça e antipatia. Ninguém gosta de ser cobrado por quem também não pagou suas dívidas. Já pensou que ser um ditador tirano não está tão longe da realidade matrimonial? É só exigir do cônjuge o que nem você está dando conta também. Por exemplo, vê se entra na academia antes de esperar dela as curvas de antes; aprenda pedir perdão na proporção desejada de que lhe peçam desculpas; ao invés de brigar pela perda do celular confirme se você também não esqueceu o remédio da farmácia. Você provavelmente verá no espelho sua distância da perfeição pra exigir menos a infalibilidade alheia.

- Cadê a Lua do namoro? Antes de se frustrar com a quebra do encanto, me responda: você é o mesmo conquistador romântico de antes? Ou os flertes de Casanova se deterioraram num casebre velho sem graça? Você continua nomeando estrelas ou baixou a neblina da mudez indiferente? Mulheres não mudam nunca – sempre continuarão hipnotizadas por um elogio levantando sua auto-estima. E nós homens esperamos o brilho no olhar delas enquanto escancaramos um buraco-negro de silêncio e desvalorização. Isso não pode! Não espere mais do que uma Fiona se você se acomodou feito Shrek! Livre-se daquele zorbão tosco, devolva a ela o príncipe Don Juan de antes e receba em troca aquela diva se jogando em seus braços. Infle o ego dela como era, e vivam como foram.

- Provoque o gênio da lâmpada. Lembra do Aladim esfregando a lâmpada pra libertar o gênio? Isso mesmo. Tem três expressões básicas que funcionam igualmente para despertar a mulher que você sempre quis: muito obrigado, por favor e desculpe. Ser gentil jamais cairá de moda. Cafonas são aqueles que reservam a elegância só pra hora de impressionar o chefe. Casamento é uma busca genuína por reinventar o respeito mútuo e a educação mesmo quando ficamos à vontade demais. Ou no namoro a grosseria provocava bons momentos? Seja sempre cavalheiro.

- Quebre os paradigmas. Homem lava louça, sim – mulher lava o carro também. Um dos vilões roubando a adrenalina do casamento é o excesso da rotina. Quando trocamos papéis, ou surpreendemos com deliciosas novidades, arriscando o imprevisível, na pior das hipóteses uma boa gargalhada injetará endorfina na alma. Amigos topam tudo, então porque no casamento economizamos o desconhecido? Outro dia fui no banco de trás do carro com minha esposa ao volante – a festa foi tanta que a polícia quase nos parou. Planejem saídas alternativas, invertam a ordem das coisas, descubram lugares diferentes e curtam os imprevistos da nova vida a três (ou quatro, ou cinco…). Não deixem que uma criança a bordo estrague as novas aventuras acompanhadas das eternas músicas preferidas no carro. Viver fascina!

- Blinde sua vida a dois. Agora, cutucarei o vespeiro. Sei que vou sugerir o “quase” impossível, mas é imprescindível fabricar escapadas de casal. Não digo apenas os momentos íntimos (já que portas trancadas jamais ensurdecerão pais atenciosos) – mas falo daquela intimidade de existir saídas, passeios, jantares, ou visitas, experimentadas novamente a sós. Planejem uma babá por hora, peçam aos amigos de confiança, apelem para os avós corujas, enfim, sempre há uma alternativa para reascender a chama com um encontro a dois. Valerá a pena qualquer investimento! Em poucos momentos a exclusividade resgata a paixão, e a admiração mútua reconquista espaço. Fizemos isto dias atrás, e fazia tempo que não percebíamos o quanto ainda estávamos felizes e encantados um com o outro. Se tudo começou em casal, não deixem perder a amizade particular que originou tudo. Filhos não podem roubar um namoro.

- Tragam o Deus do altar para o quarto. Certo dia, um líder religioso abençoou-os no corredor florido, e de lá pra cá vocês nunca mais ficaram “desabençoados”. O problema é que esquecemos isto. “Se o Senhor não edificar a casa, em vão trabalham os que a edificam” (Salmos 127:1). Se Deus realmente é amor, tudo que amamos carrega a presença dEle. Não jogue fora a marmita – peça ajuda pra Quem criou a própria Lua. Já ministrei muitos casamentos, mas o que mais gosto mesmo é encontrá-los anos depois embalados naquela mesma benção. Acredito que dá pra ser feliz – em família.

Ah, e o casal de pombinhos fingindo cinco anos de casamento? Décadas depois ainda brincavam, mas
fingindo estar em lua-de-mel. E com todas as malas, obviamente, ainda sendo carregadas…

… por ele.

Fonte: www.paicoruja.eu
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segunda-feira, 14 de junho de 2010

Quem precisa de paz?

Famílias são desfeitas por ciúmes, consumo de álcool e drogas, prática de jogos de azar, parceiros múltiplos, excesso de trabalho, má administração financeira, falta de amor, falta de tempo, doença e morte. Situações inesperadas nos sobrevêm, mas é possível sentir paz e segurança quando o caos abate nossa vida.

Veja, por exemplo, a vida de Davi. Ele foi um rei muito importante. É lembrado como uma pessoa de sucesso. Ao ler sua biografia (encontrada nos livros de 1 Samuel e 2 Samuel e vários salmos), percebemos altos e baixos. Ele venceu várias batalhas, alcançou popularidade, ampliou seu reinado, conquistou riquezas, aumentou seu patrimônio. No entanto, Davi foi perseguido em vários momentos, perdeu alguns de seus filhos para a morte, tomou decisões precipitadas que mudaram o curso de sua vida (relacionou-se com uma mulher casada e mandou matar seu marido).    

Quando fugia de seu filho Absalão, que queria ser rei em seu lugar, compôs um magnífico poema musical. Podemos encontrá-lo no Salmo 3:1 a 12. Destaco aqui os versos de 1 a 5: "Senhor, muitos são os meus adversários! Muitos se rebelam contra mim! São muitos os que dizem a meu respeito: ‘Deus nunca o salvará!' Mas tu, Senhor, és o escudo que me protege; és a minha glória e me fazes andar de cabeça erguida. Ao Senhor clamo em alta voz, e do Seu santo monte Ele me responde. Eu me deito e durmo, e torno a acordar, porque é o Senhor que me sustém."   
      
O rei Davi passou por situações de extremo conflito e sentiu paz e esperança, porque confiava em Deus.

Há pessoas que nos dizem as mesmas palavras que disseram ao rei Davi: "Deus nunca o salvará!" Mas a Bíblia nos diz que isso não é verdade. A Bíblia nos conta sobre Deus, e Deus não mente. O apóstolo São Pedro nos lembra: "Não se esqueçam disto, amados: para o Senhor um dia é como mil anos, e mil anos como um dia. O Senhor não demora em cumprir a sua promessa, como julgam alguns. Ao contrário, ele é paciente com vocês, não querendo que ninguém pereça, mas que todos cheguem ao arrependimento. O dia do Senhor, porém, virá como ladrão" (2 Pedro 3:8-10).       

Deus nos concede paz e esperança hoje. Ele remodela nossa vida hoje. Ele nos oferece o arrependimento e a segunda chance hoje. Ele está vindo em breve para nos encontrar e fazer novas todas as coisas. Qual será a minha resposta para Deus hoje?



SOBRE O AUTOR
REJANE GODINHO
 
É professora, bacharel e mestranda em teologia pelo Unasp.
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sexta-feira, 7 de maio de 2010

Como salvar seu casamento

A revista Época do mes de Abril trouxe como matéria de capa uma reportagem intitulada “Como salvar seu casamento”. Achei especialmente interessantes as dicas “6 conselhos que podem ajudar”, elaboradas por psicólogos e estudiosos do casamento:

1. Modelo de casamento. Fomos educados a acreditar que o casamento é romântico. Pois ele não é. Talvez, se tivéssemos mais informação sobre como o casamento se dá, teríamos menos decepções com ele. O casamento é uma relação de conexão com o parceiro, é educar filhos juntos, é cuidar um do outro, é ser fiel ao outro [mas também é alimentar o romantismo, sim].

2. Passar tempo juntos. Uma das principais causas das separações é o casal não passar muito tempo junto. Priorize seu casamento. Tire férias ao menos uma vez por ano sem as crianças [hmm, difícil...] e desligue-se do trabalho.

3. Fazer sexo.
Sexo é uma das mais importantes conexões do casamento. Faça o que for necessário para manter a chama acesa. Estimule sexualmente o companheiro, mesmo que a princípio ele, ou ela, não esteja a fim.

4. Flerte. Lembra-se de como você e seu companheiro flertavam no início do relacionamento? Faça isso continuamente, e sua relação será mais excitante. Casamento não é apenas sexo. O carinho também é muito importante. Andem de mãos dadas; sentem-se juntos no sofá; se aninhem.

5. Converse. Procure sempre bater papo. Fale sobre seus sentimentos e os assuntos importantes do dia. Se estiver magoado com seu parceiro, não se feche. É importante manter os canais de comunicação abertos.

6. Isolamento ocasional. O fato de estar casado com alguém não significa estar grudado naquela pessoa. É importante que cada um tenha seu espaço, seu tempo. [...] E às vezes até manter um lugar na casa onde possa ficar só. A solidão nos faz querer ir ao encontro do outro.

Em se tratando de “como salvar” um casamento, senti falta da dica que seria a mais importante de todas: convidar o Salvador para o casamento. Casais que oram, tem uma (a mesma) religião e cultuam juntos são muito mais felizes em todas as áreas da vida. Segundo o apóstolo João, Deus é amor. Se falta amor no casamento, atitudes planejadas (ao estilo Desafio de Amar) ajudam, mas a fonte do verdadeiro amor é Deus. Amando ao nosso Criador teremos muito mais amor para dar ao cônjuge e aos demais familiares.

Como diz uma musiquinha antiga: “Se na família está Jesus, é feliz o lar.”

Autoria:
DB
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quinta-feira, 6 de maio de 2010

Casais que lavam louças juntos são mais felizes

Um novo estudo publicado pela Universidade de Ontário, no Canadá, revela que casais que dividem as responsabilidades domésticas são mais felizes e satisfeitas que famílias com outros modelos de divisão de trabalho.

A categoria considerada de “papéis divididos” – em que cada parceiro realiza de 40 a 60% do trabalho doméstico sem remuneração – já correspondem a 25% das famílias daquele país. Segundo o estudo, grande parte dessas famílias têm mulheres que trabalham fora, ganham bem e são menos religiosas.
Já o modelo de família tradicional, em que os homens realizam o trabalho remunerado e as mulheres realizam o trabalho doméstico não-remunerado, está diminuindo, mas ainda constitui grande parte das famílias. Os pesquisadores sugerem que a divisão de trabalhos domésticos é mais vantajosa para a sociedade, em termos de igualdade de gêneros e a capacidade de participação por adultos no campo de trabalho. O estudo também afirma que o modelo é mais vantajoso pois não deixa a mulher desamparada em caso de separação, divórcio ou morte do parceiro.

Os pesquisadores afirmam que uma política pública poderia ajudar a promover esse estilo de vida e modelo familiar. Segundo eles, deveriam ser providenciadas oportunidades iguais de acesso aos estudos e ao mercado de trabalho para homens e mulheres. Além disso, eles afirmam que melhores condições para equilibrar a dedicação ao trabalho e ao lar e políticas de maior envolvimento masculino no trabalho caseiro poderiam ajudar a aumentar o número de famílias que têm este modelo.

(Hypescience)

Nota: Se trabalhar juntos no lar já promove a felicidade do casal (mesmo os sem religião), imagine o que o hábito do culto familiar, a oração em dois e a frequência à igreja juntos pode promover em termos de união e felicidade! Experimente.
 autoria:
[DB]
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segunda-feira, 8 de março de 2010

A graça da mulher

Dia Internacional da Mulher, 8 de março. Essa obra-prima da Criação, cheia de graça, de feminilidade e sensibilidade que ajuda o homem a ser mais afetivo, intuições que muitas vezes dão certo, capacidade de trabalhar jornadas variadas, a maternidade, o amor pelos filhos, a entrega das vontades no cuidado da família, a inteligência emocional, a força para vencer situações difíceis com bravura, tudo isso, e mais, faz da mulher um ser muito especial. A menina, uma florzinha, bela, gentil, que alegra nossa vida. Jeitinho especial de ser, de gesticular, sorrir, brincar, encanta! Depois, a menina-moça, antes com inocência encantadora, hoje maculada por incentivos doentios da sensualidade precoce, ainda com graça encantadora! Um pé na infância, outro na adolescência, o corpo se molda para o de mulher, interesses se voltam para a estética, a menstruação chega e anuncia a marca endócrina da fêmea, ela cresce. Na adolescência, mais formas femininas, o afeto agora com interesse no sexo oposto, cria amizades, a turbulência das emoções, essa é a graça da filha adolescente.

Início da vida adulta, pensa em casamento, estuda, trabalha, segue aguardando o desenrolar da história que pode levá-la ao lar e, assim, ser dona de casa, esposa, futura mãe, podendo procriar, lindas possibilidades na existência! Mesmo ficando solteira, a graça feminina, a capacidade profissional, a ajuda humana que pode dar, mostram a importância da vida da mulher adulta.

Que beleza e delicadeza a grávida! Que maravilha do Criador ela gerar um bebê, cuidar-se para proteger a criaturinha em seu ventre e dar à luz um ser! Sublime etapa! Anos adiante, no sofrimento e alegria que todos temos, surge amadurecimento mais profundo, criando filhos e a hora de curtir os netos. Envelhecer é ruim, mas amadurecer é bom. Ela amadurece mais e chega à menopausa, um período normal do ciclo feminino, em que não mais precisa procriar. Na terceira idade, ela é muito útil e importante aconselhando os mais novos da família, apoiando-os, repreendendo-os. Finalmente, ela necessita ser cuidada por ter as forças desaparecendo, a visão, e a capacidade de trabalho diminuída. Ajude-a!

Mulher, pense no seguinte, talvez lhe ajude:

1. Crie sua filha curtindo a infância com menos coisas artificiais, menos shoppings, tv, vídeo-game, comida artificial e de origem animal, multi-cursos (inglês, espanhol, ginástica, música, judô, natação, ufa!!! E o tempo para ser criança e brincar?), sem superproteção, sem abandono afetivo, e com mais afeto bem combinado com disciplina, convívio com a natureza, leitura sadia, comida natural, sem apelo sensual com roupas que expõem indevidamente o corpo. Deixe-a ser criança não afetada pela má mídia favorecedora da precocidade sexual.

2. Crie a jovem sem incentivar namoro precoce, voltada para os estudos, controlando o que assiste na tv, o que lê e as companhias. Mantenha a afetividade com amor firme e limites. Filhos de lares ditatoriais têm problemas parecidos com os de lares liberais e não se tornam mais felizes quando fazem o que querem ou quando ganham tudo que pedem.

3. Não deixe a adolescente chegar qualquer hora, mesmo sendo boa aluna. Noite é para dormir. A melatonina é uma substância vital para o reparo do DNA, lesado de dia desde por poluição do ar até comida artificial; ela é produzida no corpo só durante a noite, com pico de liberação entre 2 e 3 da manhã, no escuro. Sua filha deve sair com quem você conhece e aprova, sabendo aonde vai, e cumprindo o horário de voltar. Não estimule o uso de roupas sensuais. Isso atrai rapazes para o corpo dela. Garotas confundem isso com afeto. Fale sobre a diferença entre amor e atração sexual e doenças sexualmente transmissíveis, mostrando que a solução não é a camisinha. Explique que não é “pagar mico” casar virgem, que sexo pré-marital não garante felicidade no casamento, nem afetiva, nem sexualmente. Namoro é secundário aos estudos, e é um tempo de conhecimento da pessoa e não de se deixar iludir com “ficar” e transar. Sexo é a parte mais fácil de qualquer relacionamento. O difícil é amar. Sua filha deve preservar o corpo dela.

4. Seja para sua filha um modelo de honestidade, sinceridade, fidelidade e autocontrole emocional. Não deprecie homens diante dela, ainda que tenha sofrido com ele(s). Evite dizer “homens são iguais, não valem nada”, por ter sido abusada por um mau caráter. Não é verdade para todos. Não jogue sua filha contra o pai dela, o marido dela, os filhos dela. Seja a melhor amiga de sua filha.

5. Avó, curta os netinhos. Você sabe que eles não têm que comer feijão todos os dias! Eles precisam muito de sua experiência de mãe que pode, agora, ser mais flexível.

6. Mulher, não perca a feminilidade num comportamento “bronco”, tipo “sargento”, que destrói a beleza da fêmea. Mantenha a delicadeza, mesmo tendo que ser firme. Não diga palavrão. Isso também tira a doçura feminina, é uma deseducação.

Seja doce, firme, de princípios, honesta, fiel, sincera, que sabe colocar limites para não ser abusada por ninguém, que sabe dizer “desculpe, eu errei”. Não fique ranzinza e explosiva como esses políticos imaturos e sem autocontrole que saem no tapa no ambiente de trabalho. Você pode ser uma pessoa doce e saber proteger-se. Feliz Dia das Mulheres!

(Cesar Vasconcellos de Souza, www.portalnatural.com.br)
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terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

A importância do pai

Quase 95% dos mamíferos machos têm pouca ou nenhuma interação com seus filhotes. Um caso muito diferente é o dos humanos, o que leva alguns cientistas a entenderem que isso faz parte do que nos faz humanos. A maior parte das pesquisas feitas sobre o assunto concentra no fato de que o pai é o provedor e protetor de suas crianças. E enquanto sejam importantes para essas tarefas, eles também podem ser muito importantes para melhorar o desenvolvimento de habilidades psicológicas e emocionais, como a empatia, o controle emocional e a capacidade de ter relacionamentos sociais complexos. Diferente dos outros animais [sic], os humanos precisam de seus pais para muito mais que apenas a concepção.

Enquanto outros filhotes de primatas [sic] podem viver sozinhos com uma década de vida, os humanos ficam até 20 anos com seus pais, afirma David Geary, da Universidade de Missouri, nos Estados Unidos. Antropólogos especulam que a vulnerabilidade das crianças humanas faz com que o cuidado de várias pessoas seja necessário – o que faz com que a figura paterna seja mais requisitada. De acordo com Geary, a presença de uma figura paterna ajuda a diminuir as taxas de mortalidade infantil e a melhorar a saúde das crianças. (...)

Quando os filhos de pais presentes se tornam adultos, têm maior tendência a ter relacionamentos estáveis e se tornarem bons pais. De acordo com a antropóloga Sarah Hrdy, ser criado por mais de uma pessoa faz com que a criança se torne mais sociável e mais emocionalmente segura. Em comunidades tradicionais, avós e tias assumem o papel para cuidar da criança, mas atualmente, em famílias mais nucleares, esse papel é passado para o pai, de acordo com Hrdy.

Geary afirma que quando o relacionamento com o pai não é harmônico ou pouco afetuoso, a insegurança pode fazer com que a criança cresça mais rápido. Meninas têm a primeira menstruação mais cedo e tendem a se envolver em relacionamentos problemáticos, enquanto os garotos se tornam agressivos e sexualmente opressivos.

(Hypescience)
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segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Ano Novo

No ano novo Sarah de 8 anos, o papai, a mamãe e a sua irmãzinha Rebeca de 3 aninhos gostavam de ir a praia para ver os fogos, só que dessa vez a mamãe disse: “Vamos fazer diferente.
Enquanto estava fazendo a minha caminhada passei perto de uma favela e vi uma moça que disse que mora sozinha com o filho e enquanto ela dizia, eu olhava pro rosto dela, triste.
Vamos levar esperança praquela moça, levar o amor de Deus!” O papai olhou pra mamãe e disse: “Porque o amor de Deus nunca se acaba, tem mais do que o suficiente para dar.”

No dia seguinte Rebeca terminou de comer o desjejum, pegou um pano molhou de água e disse: “Mamãe, a gente vai na casa da moça na favela? Eu vou ajudar limpando os móveis com esse paninho molhado.” “Ra, ra, ra, ela com certeza tem os móveis limpos, Rebeca”, disse Sarah. “Aam! Buuuaaaaaaaaaaaa! Buuuaaaaaaaaaa! buuuaaaaaaaaaa! Ela tem!” “Calma querida, eu sei que você queria fazer algo, só você, você pode pegar uma história da Bíblia e encenar com as suas bonecas”, disse mamãe. “Ta bom, eu vou contar a história de Ester e vou usar a Lola para ser a Ester, o Gugu para ser o rei, vou usar o Tião para o tio Mardoqueu, a Fofinha, Moranguinho, Lili, Emilia e Lala para serem as que foram junto com a Ester para o castelo, e a Bilu para ser a rainha Vasti, e o Lolurno para ser o Haman e... e é só né?”

“Precisa dar tanta informação assim? Eu vou ler uma frase que rima: ‘Nunca desista está na minha lista’”, disse Sarah. “Já que não fizemos o mutirão de Natal, vamos fazer mutirão de Ano Novo”, disse papai enquanto pegava alguns alimentos. “Isso quer dizer que vamos levar comida? Empresta um pouco para o banquete da Ester?”, disse Rebeca enquanto pegava as bonecas que ela tinha dito. “Ah, queridinha filhinha podemos te dar um pouquinho sim, só que não do mutirão.”

No dia todos estavam prontos para ir e mamãe foi logo dizendo: “Vamos indo, quero que vocês mostrem educação.” Quando chegou lá mamãe apresentou sua família e disse: “Vamos ensinar uma música pra vocês: ‘Deus é tão bom, Deus é tão bom, Deus é tão bom, ele é bom pra mim.’ Fácil? Acha que consegue cantar?” “Acho que... vou tentar”, disse a moça.

Eles cantaram e chegou a vez de Rebeca apresentar a história de Ester : “Filhinha, é hora de você apresentar sua história.” Rebeca juntou as suas bonecas, só que quando olhou pras pessoas que estavam ali olhando pra ela, ela saiu do meio de suas bonecas abraçou a mãe e cochichou no ouvido dela: “Mamãe, estou com vergonha.” A mãe sorriu pra ela, e cochichou também: “Quer eu te ajude?” “Como?”, perguntou Rebeca. “Eu posso ficar bem pertinho de você e faço o rei e o Mardoqueu”, respondeu mamãe. “Ta bom, uma das candidatas também.” Rebeca se colocou entre as bonecas junto a mamãe e as duas apresentaram a história de Ester.

Logo depois delas apresentarem o papai disse: “Agora a Sarah, minha filha mais velha vai ler uma frase que rima.” Sarah se levantou olhou pra mãe e leu: “Nunca desista está na minha lista.” Então o papai leu alguns versículos da Bíblia e disse: “Vamos cantar outra musica? ‘Na Bíblia posso ler Deus é amor, na Bíblia posso ler, Deus é amor’.”

Depois o papai e a mamãe apertaram a mão da moça e ela disse: “Vocês podem voltar aqui mais vezes?” “É claro”, disse a mamãe.

No outro dia Sarah inventou outro verso que rimava, Rebeca escolheu outra história da Bíblia pra encenar, papai pegou outros versículos da Bíblia pra ler e mamãe escolheu com as meninas roupas e brinquedos que iriam doar. Na outra semana estavam prontos de novo para ir. Cada semana, todo mundo da família preparava alguma coisa nova para alegrar e dar esperança praquela moça e seu filho.

Chegou o dia de convidar eles para ir a igreja. Eles gostaram e frequentaram depois de tempo, e até depois se batizaram. Então chegou o outro Ano Novo e a família de Sarah, Rebeca, mamãe e papai convidaram a moça e seu filho para irem ver os fogos na praia junto com eles, e lá eles cantaram canções que falavam sobre Deus, e assim termina a história do Ano Novo.

Tchau, tchau. E feliz 2010!

 Fonte da História: Giovanna
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