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sexta-feira, 30 de agosto de 2013

Aumentam casos de HPV em homens contraído no sexo oral


O enorme aumento no número de casos de cânceres de cabeça e pescoço ligados ao HPV ao longo de duas décadas está mostrando o risco dessa infecção sexualmente contraída por um novo grupo: os homens. Uma nova pesquisa mostra que entre 1988 e 2004, o câncer de cabeça, pescoço e garganta relacionados ao HPV aumentaram em 225%, um índice alarmante. Dentro da próxima década a incidência desses cânceres – quase sempre contraídos como resultado de sexo oral – irá superar o câncer do colo do útero, e a maior parte dos casos será em homens. Mesmo assim, o HPV é muitas vezes deixado de lado nas discussões públicas – assim como a vacina que pode preveni-lo. Quando a vacina contra o HPV entra em pauta, normalmente ela é focada em jovens mulheres e no câncer cervical. Mas o HPV também causa câncer orofaríngeo e anal, fato poucas vezes divulgado pelas organizações médicas, governos e acadêmicos, que preferem não entrar em qualquer debate sobre práticas sexuais.

O fato é que também deveria haver campanhas para vacinação em homens. Os diagnósticos de câncer de cabeça e pescoço decorrentes de exposição sexual têm aparecido em pessoas cada vez mais jovens – até recentemente ele só atingia pessoas na faixa dos 60 anos associado ao fumo e bebida.
Estatísticas dos EUA mostraram que cerca de 90% dos homens e mulheres entrevistados praticaram sexo oral com um parceiro do sexo oposto. 36% de mulheres e 44% dos homens fizeram sexo anal. Estatísticas como essa, aliadas as conclusões do novo estudo sobre as taxas de câncer de cabeça e pescoço, mostram que uma recomendação mais ampla de vacina contra o HPV é urgente.


Nota: Infelizmente, como admite o texto acima, “organizações médicas, governos e acadêmicos [...] preferem não entrar em qualquer debate sobre práticas sexuais”. É exatamente por isso que estamos sofrendo uma verdadeira epidemia de doenças sexualmente transmitidas (DSTs). Fala-se em “sexo seguro”, mas a verdade é que a promiscuidade joga as pessoas numa verdadeira roleta-russa – e elas acham que a fina proteção de látex (camisinha) as protegerá de tudo (o HPV, por exemplo, pode ser transmitido pelo contato da pele das partes íntimas, como a virilha, mesmo que não haja penetração). Curiosamente, a abstinência antes do casamento e a fidelidade conjugal nunca passam pela cabeça das autoridades como meio mais seguro de se evitar as DSTs e outras “dores de cabeça” decorrentes do sexo promíscuo. Para os que concordam com o sexo oral e se mantêm abstinentes, o HPV não será problema. Mas existem outros problemas, como os relatos a seguir deixam bem evidentes:

Menina sexualmente ativa durante o ensino médio. Não tinha sintomas de DST e nunca fez exames. Anos depois, encontrou o homem dos sonhos dela. Se casaram, mas não puderam ter filhos. Ela tinha Doença Inflamatória Pélvica (DIP) causada por clamídia.

Rapaz perdeu a virgindade aos 15 anos com uma garota a quem pensava amar. Dez anos mais tarde, ele aprendeu o que é o verdadeiro amor ao encontrar a mulher de sua vida e se casar com ela. Ela se casou virgem. Após vários anos de casados, a esposa descobriu que estava com câncer de colo do útero, provavelmente causado pelo HPV que o marido lhe havia transmitido sem saber. Embora ela tenha escolhido esperar, foi forçada a pagar um alto preço porque ele não esperou.

Nota de Michelson Borges: Mais uma vez fica evidente que o único sexo verdadeiramente seguro é aquele praticado na relação matrimonial monogâmica e heterossexual.
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

Anticoncepcionais e abortos gratuitos para adolescentes


As mulheres francesas terão agora maior acesso a abortos e métodos contraceptivos. A Assembleia Nacional francesa aprovou [na] sexta-feira (26) o reembolso integral das despesas com o aborto voluntário pelo sistema público de saúde. Também foi aprovada a distribuição gratuita de anticoncepcionais para jovens de 15 a 18 anos. Até agora, o sistema de saúde francês pagava o aborto integral apenas para menores e pobres, enquanto as outras mulheres podiam ser reembolsadas com até 80% do custo do procedimento, que pode custar mais de US$ 580 (mais de R$ 1.500). Já a contracepção era parcialmente reembolsada. Com a mudança para o reembolso total, a França espera reduzir o número de gravidezes indesejadas e abortos feitos de modo inseguro. Em 2010, cerca de 225 mil abortos foram realizados no país. O aborto foi descriminalizado na França em 1975.


Nota de Michelson Borges: É o atestado de que a civilidade foi para o lixo. Em lugar de promover o sexo responsável e o planejamento familiar, é melhor presentear com anticoncepcionais adolescentes irresponsáveis, hedonistas e mal orientados, dando-lhes o claro recado de que podem viver como bem entendem e de que o governo não está nem aí para as consequências do sexo inseguro. Mas, se o anticoncepcional falhar, não tem problema: o governo está novamente aí para ajudar. E a solução é simples: matar os bebês que resultarem do desregramento e da licenciosidade. Quem vai querer crianças estragando o prazer dos jovens, não é mesmo? Fora com elas! Infelizmente, este é o mundo em que vivemos (graças a Deus, por pouco tempo).
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domingo, 21 de outubro de 2012

O alto preço da pornografia


A pornografia é um negócio grandioso. Com rendimentos anuais excedendo aos 13 bilhões de dólares nos Estados Unidos e 97 bilhões ao redor do mundo, a indústria pornográfica é maior do que a Microsoft, Google, Amazon, eBay, Yahoo!, Apple, Netflix e EarthLink juntas. Claramente, o apetite por obscenidade é voraz. Mas seria isso ruim? Muitos diriam que não. De acordo com as pesquisas do Barna Group, 38% dos adultos acreditam não haver qualquer imoralidade em ver material de sexo explícito. Além disso, aproximadamente um a cada quatro acredita que não deveria haver restrições quanto à pornografia ou ao seu acesso, a despeito de seu conteúdo impróprio para menores. Infelizmente, 28% dos cristãos “nascidos de novo” acreditam que, mesmo com o que está escrito em Mateus 5:28, não há nada de errado em ver pornografia. O mais triste é descobrir que por volta de 50% dos cristãos e 40% de seus pastores admitem ter problemas com a pornografia. Sob tudo isso está o conceito de que a pornografia seja uma relação particular entre um provedor do mercado livre e seus consumidores. Diferente de outras formas de atividade sexual como a prostituição, o adultério ou o estupro, as consequências negativas, em qualquer das citadas, são apenas vivenciadas pelo usuário. Ainda que a pornografia possa não ser saudável, de acordo com o ponto de vista social, tem pouca ou nenhuma importância. Quanto a todas as preocupações excessivas dos grupos religiosos e conservadores, essa está ultrapassada e inapropriada. Contra tais noções, está a evidência esmagadora da natureza destrutiva da obscenidade, não pelos usuários, mas pelos familiares e a sociedade.

Os estudos mostraram que as imagens sexualmente estimulantes deixam marcas no cérebro que ativam respostas bioquímicas espontâneas, causando dependência psicológica que influencia comportamentos e hábitos. Por exemplo, em uma audiência do Senado americano em 2004, a Dra. Mary Anne Layden, do Departamento de Psiquiatria da Universidade da Pensilvânia, declarou que o cérebro rastreia os resultados mostrados das imagens pornográficas, da mesma forma que ocorre com usuários de cocaína. Em suma, a pornografia é viciante e na internet ela é como o crack.

Atraídos pela disponibilidade, acessibilidade e o anonimato, 40 milhões de americanos adultos visitam regularmente os sites de sexo virtual. De acordo com o National Council on Sexual Addiction and Compulsivity (Conselho Nacional sobre o Vicio e a Compulsividade Sexuais), existem entre 18 e 24 milhões de viciados em sexo nos Estados Unidos, 70% dos quais “afirmam ter problemas de comportamento sexual virtual”.

Muitos descrevem seu vício como sendo uma “vida no inferno”. Como sua tolerância psicológica produz pelo material sexualmente explícito, os usuários são conduzidos a mais e mais imagens pervertidas, a fim de alcançar os mesmos níveis de satisfação sexual. Eles descobriram, assim como C. S. Lewis uma vez propôs, “um desejo cada vez mais crescente por um prazer cada vez menor”.

O consumidor habitual pode gastar horas procurando na internet por aquela imagem especial que ela espera lhe satisfazer por todo o dia; as procuras estendem-se ao local de trabalho. Uma pesquisa da Nielsen Online descobriu que 25 por cento dos empregados com acesso à internet visitam sites de sexo explicito no escritório, ainda que corram riscos de serem disciplinados ou mesmo demitidos. Mas tais comportamentos não estão limitados aos trabalhadores de nível inferior ou em posições não críticas.

Só em abril, o inspetor geral da Comissão Americana de Valores Mobiliários (CAVM) descobriu que, em 2008, trinta e um oficiais superiores acessavam pornografia nos computadores do escritório, enquanto o mercado financeiro estava em chamas. Mais recentemente, mesmo com o derramamento sem fim de petróleo BP no Golfo, funcionários do governo responsáveis por supervisionar as atividades de perfuração foram pegos, entre outras atividades, baixando pornografia no local de trabalho.

No local de trabalho, o vicio em pornografia resulta na perda da produtividade e na negligência de cumprir os deveres, que podem ter efeitos danosos talvez até desastrosos. Em casa, resulta paradoxal e tragicamente em desordens íntimas.

Como o desejo do viciado é pelas cenas eróticas, sua excitação pela “coisa real” diminui. Os fóruns médicos online estão cheios de preocupações quanto aos homens que perderam a libido pelas mulheres na sua vida após a inclinação prolongada à pornografia. Um homem escreve o seguinte:

“Desde que coloquei internet de alta velocidade em casa, comecei a ver muito mais pornografia e meu desejo e desempenho sexuais diminuíram lentamente. Agora está se tornando um problema real. Eu simplesmente não fico tão excitado quanto ao sexo como de costume e parece que perco o interesse depois de alguns minutos.”

Eu sempre me perguntei acerca do mercado frenético de drogas sexuais masculinas que começaram a aparecer na televisão uma década ou mais atrás. Como um vermelho sangue, homem de meia idade, eu tive um péssimo momento, imaginando uma clientela suficiente para comprar todos aqueles produtos. Li registro após registro de homens que se alimentam de pornografia, os quais começaram por uma foto, mas experimentam disfunção erétil (DE) com uma pessoa. Essa é uma experiência masculina comum.

“É assustador o pouco conhecimento que há na internet de que a DE, causada pelo excesso de pornografia, é um problema bem real... Acredito de fato em toda essa anulação de sentimentos. Embora meu coração e alma estejam em minha esposa, ela não pode fisicamente me excitar.”
A baixa libido e o medo de falhar fazem com que muitos homens “pornografados” se tornem indiferentes à sua esposa, até irritados ao ponto de evitarem seus avanços românticos.

Assim como os homens objetificam as mulheres em montantes de seios, coxas e bumbuns, todos unidos para a felicidade masculina, as mulheres se objetificam em espécie. Para competir com aquela modelo das telinhas toda photoshopada, cheia de silicone, as mulheres tentam imitar sua aparência. Lábios com botox, aumento de seios, bronzeamento, “bumbum brasileiro”, entre muitos outros. A auto-objetificação feminina se reflete, o que se tornou, rapidamente, em um dos presentes mais populares de graduação às garotas: aumento de seios, com preços iguais ou maiores que 4.000 dólares. Não é coincidência o fato de que as demandas de drogas para o desempenho masculino e os aumentos do corpo feminino seguem juntos à explosão da pornografia na internet.

Às vezes, uma esposa visitará os sites favoritos de seu marido, na esperança de aprender o que o satisfaz. Mas no fim, de coração partido, ela sempre perde para a megera computadorizada. Assim um viciado reflete dolorosamente: “Ela não pode competir; nenhuma garota nunca pode competir com a ficção visual sexual sem fim que a pornografia oferece.”

A pornografia coloca um enorme estresse no relacionamento, principalmente o casamento. É comum que a esposa do usuário expresse sentimentos de traição, desconfiança e perda de autoestima. Com frequência, tais sentimentos levam à depressão clínica com feridas psicológicas e emocionais duradouras.

Com o surgimento da desconfiança e da ferida, muitas mulheres decidem terminar seu casamento em divórcio. Para ter ideia de quantos, dois terços dos advogados presentes na reunião de 2003 da Academia Americana de Advogados Matrimoniais disseram que a pornografia virtual estava envolvida na metade dos casos que representaram. Considerando as consequências negativas do divórcio, sentido principalmente pelas mulheres e crianças, a pornografia, contrariando o movimento do livre arbítrio, é uma doença social grave. E isso inclui a própria indústria pornográfica.

Shelley Lubben, ex-estrela pornô que abandonou esse mercado, é hoje advogada cristã para os que são vítimas da indústria que lhes é prejudicial física, emocional e espiritualmente. Falando da própria experiência, Shelley diz: “[As atrizes] devem fazer no set o que eles desejam… As garotas… sentem-se como estrelas. São alvos das atenções… Elas não percebem a degradação… Originadas na pornografia, [elas] nem mesmo perguntam se isso é errado… Se afundam nas drogas para dormir. Têm seu [corpo] rasgado… Elas contraem HIV e herpes e se desligam emocionalmente, morrendo.”

Isso é pelos empregados “voluntários” no mercado, mas e quanto aos involuntários? Um número significativo de pessoas na pornografia no cinema e na internet são vítimas de tráfico internacional de humanos. O Departamento Estadual Americano registra que há mais de 12 milhões de escravos modernos, aproximadamente 1,5 milhão dos quais são forçados para o mercado do sexo. Também são incluídas as vítimas mais jovens da demanda insaciável pela obscenidade infantil.

Como mencionado anteriormente, o consumo habitual leva à tolerância psicológica, que cria um desejo crescente pelas imagens distorcidas e chocantes. A escalada no desvio leva com frequência à pornografia infantil.

O Departamento de Justiça Americano estima que há quase 100 mil pedófilos em todo o mundo, que mantêm a internet cheia de mais de um milhão de imagens pornográficas de crianças, que nem são adultas nem consentiram com isso por qualquer definição racionável. Há vítimas que vivem o mesmo tipo de efeitos físicos e psicológicos assim como outras crianças abusadas sexualmente, mas com uma diferença. Agregadas às memórias do abuso em si, estão as imagens degradantes que permanecem “lá fora”, escondidas nas gavetas da escrivaninha ou arquivos eletrônicos, prontos para reaparecer a qualquer momento ao redor do mundo com o clique de um mouse e a re-traumatização da vítima.

Homens, mulheres e famílias, cristãos ou não cristãos, leigos e clérigos, adultos e crianças, empregados, local de trabalho e a indústria. Não há segmento da sociedade que não seja tocado pelos tentáculos corrosivos da pornografia, a um custo financeiro inestimável e um custo humano para o qual nenhuma cifra de dólar pode ser assinada.

(Regis Nicoll é colunista da BreakPoint, Salvo e Crosswalk, além de contribuir para o blog da Irmandade da Prisão, The Point; tradução Elizandra Milene da Rocha)
 
 
 
Fonte:Blog Saude e Familia
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segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Sexo na adolescência e comportamento adulto

Segundo uma nova pesquisa, sexo durante a adolescência pode afetar o humor e o desenvolvimento do cérebro na idade adulta. O estudo, que foi realizado em hamsters, revela como as experiências sociais durante a adolescência, quando o cérebro ainda está em desenvolvimento, podem ter consequências amplas. Especificamente, os animais que copularam mais cedo na vida tinham níveis mais elevados de comportamentos depressivos, alterações no cérebro e tecidos reprodutivos menores em comparação com aqueles que tiveram relações sexuais mais tarde (ou não tiveram relações). “Ter uma experiência sexual durante esse ponto no tempo, no início da vida, traz consequências”, disse o coautor do estudo, John Morris. [...]

“Estudos anteriores em animais mostraram que as experiências e os hormônios sexuais, quando administrados no início da vida, têm consequências a longo prazo para o cérebro, para a fisiologia e comportamento”, disse o coautor da pesquisa, Zachary Weil. [...]

Sisk disse que acredita que uma combinação de hormônios e experiências afeta o desenvolvimento do cérebro durante a puberdade e adolescência. “Nos seres humanos, essas duas variáveis são difíceis de separar, porque os níveis elevados de hormônio que são típicos da puberdade levam ao aparecimento de características sexuais secundárias, que por sua vez alteram a natureza das interações com os pais, colegas e professores”, disse ela.

Os resultados do estudo são muito preliminares, e devem ser usados apenas para estimular a discussão sobre o papel das experiências iniciais na vida de seres humanos de uma forma geral.

“Há evidências anteriores de que a idade da primeira experiência sexual correlaciona-se com problemas de saúde mental em humanos”, disse Weil. “Mas, como todas as pesquisas com seres humanos, há uma série de outras variáveis envolvidas, como a supervisão dos pais e o status socioeconômico, que podem estar envolvidos tanto com a idade da primeira experiência quanto com a depressão”, explica.

Embora essa pesquisa possa ser útil em começar a compreender os resultados de saúde física e mental do sexo na adolescência em humanos, Weil disse que a principal conclusão do estudo é que a experiência durante a adolescência, quando o cérebro ainda está se desenvolvendo, pode ter efeitos a longo prazo sobre a saúde e o comportamento.

Weil disse que os dados, no entanto, indicam o quão potencialmente prejudicial pode ser a negligência e o abuso de jovens, em que ambos hormônios elevados e experiências negativas estão em jogo.

Fonte: (Hypescience)
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sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Estudantes Ingleses recorrem a prostituição

O número de estudantes da Inglaterra que recorrem à prostituição para financiar seus estudos está aumentando, segundo dados divulgados pela União Nacional de Estudantes britânica (NUS, na sigla em inglês). De acordo com a organização estudantil, cortes promovidos pelo governo na ajuda de custo oferecida para estudantes do ensino universitário e o aumento dos preços de anuidades e do custo de vida no país vem contribuindo para a atual situação. A NUS afirmou ainda que também está em ascensão o número de estudantes que está investindo em jogatina e experimentos médicos para ajudar a pagar os estudos. Mas o governo diz que ainda oferece aos alunos um “generoso pacote” de auxílio financeiro. [...]

A Associação Inglesa de Prostitutas, que conta com um telefone de auxílio em sua sede, em Londres, afirmou que o número de chamadas recebidas por alunas pelo menos dobrou desde o ano passado. De acordo com Sarah Walker, [...] “eles (os ministros) sabem que os cortes que estão promovendo estão levando mulheres a recorrer a coisas como a indústria do sexo. É uma estratégia de sobrevivência. Por isso, nós consideramos o governo responsável por essa situação”.

Não são apenas universitárias que estão se voltando para a indústria do sexo para pagar por seus estudos. A jovem de 18 anos Clare (nome fictício) se voltou para a prostituição quando estava se preparando para seus exames classificatórios para a universidade. Na época, ela descobriu que a ajuda de custo educacional que recebia corria o risco de ser cortada.

“Eu não poderia ir para a universidade sem a ajuda de custo. Eu gasto com transporte um total de 70 libras por mês (cerca de R$ 200). Não tinha a quem recorrer na universidade e não queria ter de contar com a minha família. Comecei a procurar empregos, mas os horários eram incompatíveis. Muitas amigas começaram a procurar empregos e acabaram largando os estudos. Eu não queria fazer o mesmo”, afirma. “Eu tinha um amigo [que amigo!] que vinha tentando me convencer a entrar para uma agência de garotas de programa desde que eu tinha 16. Ele me contava histórias sobre o quanto eu poderia ganhar, como os horários seriam flexíveis, que eu poderia escolher quem eu gostaria de encontrar, assim que os visse e com que frequência. Parecia uma opção melhor. Eu não conseguia ver nenhuma outra.” [...]

(BBC Brasil)

Nota de Michelson Borges: Essa situação no mínimo deplorável e triste certamente decorre da tremenda inversão de valores em nossa sociedade. O que é mais importante para as pessoas? A dignidade ou a carreira? A honra ou a conta bancária? Enquanto alguns estudantes abrem mão de uma carreira promissora ou da formatura em tempo normal para serem fieis à lei de Deus (confira), outros vendem o corpo para pagar as mensalidades do colégio. O que essas estudantes inglesas (e certamente de outros países) estão fazendo revela a que ponto a humanidade tem chegado em sua relativização dos valores que (ainda que a trancos e barrancos) ajudaram a preservar a vida em sociedade. Quando os valores são jogados na lixeira para se obter ganhos temporais, o que podemos esperar do futuro? O que mais essas pessoas poderão vender quando não puderem comprar aquilo que tanto valorizam?
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Prostituição é o terceiro “negócio” mais rentável

Um estudo realizado na Espanha sugere que homens usam mais prostituição porque, ao contrário das mulheres, “sabem distinguir entre sexo e amor”. Segundo a pesquisa de dois anos da Universidade de Vigo sobre o perfil dos homens que usam prostitutas, o que eles valorizam no serviço é não ter que conquistar a mulher, nem ter que conversar com ela depois. Para a maioria dos entrevistados, seria uma sorte poder receber dinheiro por praticar sexo. Mais de 90% dos entrevistados consideram as relações sexuais pagas uma necessidade. “Analisamos as mudanças sociais dos últimos 30 anos e vemos a substituição do modelo patriarcal, do pai protetor-provedor pela volta do modelo ‘falocêntrico’, o colecionador de mulheres”, disse à BBC Brasil a socióloga Silvia Pérez Freire, uma das autoras do estudo. “O que motiva (o homem) a consumir serviços de prostituição é o desejo de fortalecer seu papel dominante. Ele acaba identificando o hábito como uma necessidade social”.

A maioria dos usuários, um total de 80%, tem entre 30 e 40 anos e declarou ter vida familiar estável (com esposa ou namorada). A maior parte dos homens diz escolher a que seja menos parecida com a sua própria mulher.

A prostituição é o terceiro negócio mais rentável do mundo, depois dos tráficos de armas e drogas, de acordo com estatísticas divulgadas pelas Nações Unidas.

O levantamento também concluiu que muitos homens entendem que ir em grupos aos prostíbulos é um ato social tão normal quanto um jantar de negócios. Por isso muitos pagam as prostitutas com cartões de crédito das empresas para as quais trabalham. [...]

De acordo com o boletim da Associação de Proteção as Mulheres Prostituídas (Apramp), a Espanha lidera o ranking de consumo de prostituição na Europa: 39% dos homens já disseram ter usado pelo menos uma vez uma prostituta, seguida por Suíça, com 19%; Áustria, com 15% e Holanda, com 14%. [...] Segundo as estimativas oficiais, há cerca de 700 mil prostitutas na Espanha, a maioria imigrantes ilegais e com filhos.

(UOL)

Nota de Michelson Borges: Depois de ler essa matéria, se você ainda não se convenceu de que este mundo está podre, leia também esta.
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sábado, 5 de novembro de 2011

Pornografia na Internet: A Maldição e a Cura

A Internet é tão persistente quanto potente, uma presença indelével e incontida na cultura. De fato, a Internet nem está separada em absoluto da cultura; é a cultura. Todo o lixo, refugo e dejetos de nossa sociedade ali encontra o seu espaço, e a menor das obsessões encontra ali o seu nicho, juntamente com Bach, obras caritativas e pôres-do-sol. A Internet permite que um milhão de flores desabrochem, bem como um milhão de ervas daninhas. – Javier, Herron, & Primavera, 1998.

O dia havia sido longo e agitado, mas finalmente Jerry estava sozinho no seu escritório em casa. Estava bastante cansado após oito horas de infindáveis reuniões na Igreja. Ao mesmo tempo estava contente pelo que vinha conseguindo realizar. Seu grupo de jovens estava aumentando, e a congregação lhe dera muitos tapinhas nas costas. O sentimento geral era de que Jerry–o líder de jovens em sua igreja–estava fazendo uma diferença positiva com os jovens. Ele se sentia bem com isso.

Jerry atirou o paletó sobre uma poltrona num canto e acomodou-se diante de seu computador para desfrutar uns poucos minutos “só dele”. Após alguns cliques–ali estavam suas amigas: mulheres posando eroticamente, pessoas tendo sexo das formas mais esquisitas. Ele partia de um site da Internet para outro como que hipnotizado. A luz de mensagens de seu telefone piscava e uma pilha de cartas aguardavam sua atenção, mas ele não conseguia afastar-se do computador.

Todos os amigos de Jerry imaginavam que ele era o exemplo do sucesso. Em seus 30 e poucos anos tinha uma bela esposa, duas filhas pequenas e um lar confortável. Qualquer fotógrafo teria orgulho de exibir uma foto da família de Jerry em seu estúdio. Profissionalmente, Jerry estava em alta demanda como orador por toda a região e mesmo pelo estado.

Mas Jerry era também um viciado–dominado pelo sexo, obcecado pela pornografia internética.

O escopo do problema

A pornografia online é imensa. Tornou-se uma das formas mais lucrativas de comércio no disputadíssimo campo das ‘pontocoms’. Estimativas de ganhos anuais situam em um bilhão ou vários bilhões de dólares. O número de pessoas que visitam sites sexuais cada dia tem sido estimado em 60 milhões. Juntos, os cinco sites pornográficos mais freqüentados na Internet recebem mais visitas do que os grandes sites noticiosos MSNBC.com e CNN.com combinados. Todos esses sites estão disponíveis cada minuto do dia e são fáceis de encontrar–bastando somente alguns segundos para sua localização.

A pornografia internética é tão ampla que provavelmente é certo dizer que veio para ficar. Provavelmente jamais será bloqueada. Todo dia, aproximadamente 400 novos websites pornográficos são abertos na rede Internet a partir de locais como a Tailândia e a Rússia.

As boas novas são que a recuperação do vício da pornografia internética é possível.

O que vem a ser vício sexual?


Pessoas que não são sexualmente viciadas–eu as chamarei “normais”–são capazes de desfrutar uma experiência sexual de tempos em tempos e daí dar atenção a outras coisas. Também são capazes de dizer não quando se sentem sexualmente excitadas mas não há possibilidade para atividade sexual.

O viciado sexual, por outro lado, está continuamente obcecado com pensamentos e emoções sobre sexo, e seu comportamento é controlado por seus impulsos sexuais. (Eu me referirei a viciados sexuais como homens neste artigo, uma vez que a maioria dos viciados sexuais são do sexo masculino. Contudo, algumas mulheres de fato se tornam também vítimas de vício sexual, e as recomendações neste artigo são igualmente válidas para elas).

Todas as dependências são caracterizadas por esta incapacidade da parte do dependente em dizer não a seus impulsos ao vício. Se o viciado sexual sente que “tem que fazê-lo” ele o fará. Não importa quão ameaçador seja o seu comportamento para a sua família, sua profissão ou mesmo sua vida, as emoções do viciado sexual o compelem a agir segundo os seus desejos.

O fundamento de todo vício sexual é a lascívia. Contudo, lascívia não é emoção sexual ou desejo sexual. Lascívia é usar outro ser humano para a própria gratificação sexual.

A lascívia não requer contato físico com outra pessoa. Uma fotografia ou mesmo imagem mental do objeto desejado é suficiente para detonar a lascívia na mente do viciado. É por isso que a pornografia–seja em papel, na TV ou Internet–é um instrumento tão poderoso para a lascívia. Propicia as imagens que a alimentam.

A pornografia internética é particularmente viciadora porque o viciado não precisa dirigir-se a uma banca de revistas ou livraria para apanhar publicações pornográficas. Ele pode acessá-la na privacidade de seu lar.

Uma vez a pessoa esteja enredada, geralmente descobre que não consegue sair do seu vício por si mesma. Pode fazer milhares de promessas a si ou aos familiares, ou a Deus, de que vai parar, contudo mais cedo ou mais tarde está de volta praticando o seu vício.

Significa isso que está condenado a permanecer para sempre preso a isso? Absolutamente não!

O fator Deus
O ponto de partida é lidar com a lascívia. Contudo, o viciado deve reconhecer que o desejo de utilizar outra pessoa para gratificar os seus impulsos sexuais tem um domínio tão tremendo sobre ele que não consegue escapar por si só. Carece de auxílio divino e de pelo menos um amigo que teve a experiência de lidar com a obsessão sexual.

Muitos viciados oram desesperadamente a Deus para os libertarem–sem resultado, porque não estão orando da maneira correta. A fim de que Deus lide com a lascívia, o viciado deve convidar a Deus para ocupar sua mente e pedir que lhe remova esse poderoso desejo por lascívia.

Uma boa oração deve ser assim: “Deus, sou impotente sobre esse vício. Dou-Te permissão de removê-lo”. Também é de ajuda agradecer a Deus por remover a lascívia: “Obrigado por remover essa lascívia de minha mente e emoções”. Não é necessário esperar até que o desejo lascivo seja removido para agradecer-Lhe por fazê-lo.

Proferir essa oração pode ser muito difícil, de fato penoso, porque a lascívia é o que o viciado tanto aprecia. O viciado pode lidar com isso pedindo a Deus, quando não se acha sob tentação, para dar-lhe “o poder para rogar a Tua ajuda na próxima vez que eu for tentado à lascívia”.

Respeito
O oposto da lascívia é o respeito. A lascívia desumaniza uma mulher (ou um homem na mente viciada de uma mulher) por valer-se dela como objeto para gratificar os próprios impulsos sexuais. O respeito significa valorizar uma mulher como ser humano que merece ser tratado com alta consideração, e merece ser protegido, antes que abusado. (O viciado está abusando de uma mulher em sua mente quando pensa lascivamente nela, mesmo que não chegue a tocá-la).

Assim, como pode o viciado aprender a respeitar pessoas do sexo oposto, em lugar de usá-las como objetos para satisfazer a seus desejos ilegítimos? Por orar por elas no momento exato em que as está vendo: “Deus, por favor, proteja essa mulher de qualquer mal. Leva o Espírito Santo para a vida dela. Sejam quais forem os problemas que ela esteja defrontando hoje, abençoa-a com as respostas que sabes serem as melhores para ela”.

Essa oração coloca a Deus bem no meio dos desejos lascivos do viciado e começa a desmontá-los. Esteja a mulher que está contemplando numa foto diante dele, ou na vida real, ele não pode orar desse modo sem que sua atitude para com ela comece a mudar. E ao persistir em orar por uma mulher após outra, no devido tempo ele descobrirá que o seu respeito pelas mulheres começará a crescer.

Auxílio humano
Os viciados carecem também do auxílio de outros seres humanos. A pessoa cujo comportamento sexual é normal pode provavelmente empregar as sugestões acima para desfazer a tentação de fantasiar a respeito do sexo oposto. Contudo, a pessoa cujo comportamento esteja fora de controle precisa do auxílio que é propiciado pelo programa de Doze Passos.

Afortunadamente, grupos de Sexaholics Anonimous (que se poderia traduzir por ‘sexólicos anônimos’) estão sendo estabelecidos na maioria das grandes cidades dos EUA e Canadá, e muitos estão disponíveis em áreas rurais também. Há duas vantagens em participar dos grupos de Doze Passos. Primeiro, todos os membros são profundamente comprometidos com a confidencialidade. Em segundo lugar, o viciado encontrará apoio e simpatia de outros que compartilham de seus problemas e passaram pela experiência de rompê-los.

Alguns viciados podem estar tão intoxicados que podem requerer terapia formal. Estes devem ir em busca de profissionais especializados e licenciados. Alguns talvez requeiram até internamento clínico. Um grupo de SA ou patrocinador de SA pode encaminhar o viciado a essas fontes de tratamento.

As igrejas cristãs podem ajudar abrindo suas portas para reuniões dos Doze Passos. Se várias igrejas numa cidade o fizessem, os viciados que temem assistir a uma reunião em sua própria igreja poderia atravessar a cidade para outra reunião onde se sentiriam mais à vontade. Os que temem que essas reuniões de recuperação não sejam espirituais se comprazerão em saber que elas possuem um forte componente espiritual.

As boas novas são que há uma saída para os viciados sexuais–sejam dependentes da pornografia internética ou aos muitos outros canais para comportamento sexual inapropriado que estão disponíveis em nossa sociedade. Requer o poder de Deus, o auxílio de outros seres humanos, e um comprometimento a esforço persistente e penoso da parte do viciado. Mas onde esses três elementos são combinados, a vitória é certa.

É isso que significa o evangelho!

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Gary Hopkins
Diretor do Centro de Pesquisa para Prevenção e professor-associado de ciências comportamentais da Universidade Andrews, Berrien Springs, Michigan, EUA. Transcrito de Signs of the Times, de setembro de 2002, págs. 8, 9 e 21.

Autoria e Fonte:Blog: SetimoDia.
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quarta-feira, 2 de novembro de 2011

A sexualização da educação dos jovens

No mês de agosto de 2011, a senhora Zilma Costa Barreto, 30 anos, mãe de uma adolescente de 12 anos, denunciou à Polícia Civil e ao Conselho Tutelar de Campo Grande, MS, a existência de um clube formado por adolescentes – denominado Congresso do “Bulimento” – em que se reuniam jovens de 12 a 17 anos de uma escola daquela cidade. As reuniões ocorriam numa residência em que os participantes dançavam, bebiam, drogavam-se e faziam sexo. A mãe desconfiou do comportamento da filha nos dias anteriores à denuncia e passou a segui-la. Por duas vezes esteve na residência do “Bulimento”, sendo que na última visita entrou na casa e presenciou jovens em posse de bebida alcoólica, drogas, meninos e meninas apenas em trajes íntimos e, num dos quartos, um casal de adolescentes praticando sexo. A mãe ficou desesperada e solicitou ajuda dos vizinhos que chegaram a dizer que “aquilo era normal, era sempre assim na casa”. Indignada com a conivência dos moradores da rua, dona Zilma denunciou o “Bulimento”.

Além da falta de sensibilidade dos vizinhos, chamou atenção o depoimento dos jovens responsáveis pela algazarra. Os meninos não sabiam que há complicações sérias quando o sexo é praticado com menores de 14 anos. A prática sexual, segundo eles, era normal, pois na escola recebem “aulas de sexologia, são entregues camisinhas [...] então a gente achou que podia”. A filha de dona Zilma afirmou ter feito sexo uma vez na casa e que as meninas eram convidadas pelos meninos para participarem da festa.

Esse caso de Campo Grande nos leva a questionar o atual método de ensino aplicado na educação sexual de jovens nas escolas e em casa. É passível de questionamento se a metodologia da sexologia aplicada nas escolas é a mais adequada para a orientação dos jovens pré-adolescentes. O Ministério da Educação, juntamente com o Ministério da Saúde, vez por outra é envolvido em polêmicas quanto às propostas de novos métodos de ensino para temas direcionados à sexualidade, como são os casos da distribuição de preservativos nas escolas e o “kit gay”. Tais medidas, mais que solucionar problemas, deixam a população dividida quanto à adoção desses instrumentos que prometem o esclarecimento das dúvidas sobre sexo.

Os Ministérios, na verdade, tentam impor métodos educacionais baseados em ideias neoliberais que moldam o pensamento no sentido da desvalorização dos fundamentos tradicionais passados de geração em geração. O sexo, na perspectiva ministerial, é apenas um processo biológico no qual a proposta central para a educação em saúde é evitar a proliferação de doenças sexualmente transmissíveis – DST/aids –, mas não discutir a sexualidade (também) como questão sociocultural. Não se discute, por exemplo, que, acima de qualquer tipo de prevenção, fazer sexo implica ter responsabilidade e estar ciente das possíveis consequências do ato reprodutivo (biologicamente falando). Um adolescente que usa preservativo pode estar preparado para se prevenir de doenças e de gravidez não planejada, mas caso aconteça imprevisto em algum desses aspectos, ele estará apto a assumir as consequências?

Segundo a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Mulher (2004), a taxa de fecundidade no grupo de mulheres de 15 a 19 anos tem aumentado. No início da década de 1990, em cada mil adolescentes, 80 tinham pelo menos um filho. Dez anos depois, essa taxa já havia aumentado para 90/1.000. Dentre as supostas causas estão o início precoce da puberdade e da atividade sexual. Essas suposições também sugerem explicação para o aumento da incidência das DST/aids no grupo das mulheres.

O uso do preservativo não pode ser banalizado. Como método anticoncepcional para o planejamento familiar, sua eficácia é comprovada. Porém, da forma que é apresentado aos jovens, atua mais como um instrumento incentivador da “prática sexual segura”. Quanto ao combate à disseminação das DST/aids, sabe-se que nem todas as doenças são preveníveis com esse método (que por definição é um anticoncepcional). Além disso, na sociedade contemporânea, parece ridículo conversar com os jovens a respeito da abstinência sexual, método anticoncepcional e anti-DST/aids 100% eficaz. É compreensível que, diante de tamanha pornografia nos meios de comunicação – por meio de novelas, seriados, reality shows e internet –, o jovem tenha contato cada vez mais cedo com a prática sexual. A ausência dos pais na regulação da programação televisiva/internet e na educação moral facilita o acesso aos conteúdos pornográficos.

Em propaganda de televisão atual, o locutor compara o “pré-conceito” na discussão e uso do preservativo com o uso do aparelho celular, fazendo uma analogia com os costumes de antigamente e aqueles dos dias presentes, afirmando que os tempos mudam e, portanto, as ideias a respeito da camisinha também devam evoluir. Desconsiderando o teor da propaganda que em nada discute o uso do preservativo e suas implicações sociais, compreende-se que os jovens do “Bulimento” entenderam a proposta da educação sexual que tiveram. Obviamente, conclui-se que se o preservativo é utilizado nas relações sexuais como anticoncepcional e anti-DST/aids, não há problemas ou questões a serem debatidas sobre a prática dessas relações. Nisso, os valores tradicionais (que por vezes são confundidos como antiquados e preconceituosos) são substituídos por outros que pregam a liberalidade das relações interpessoais, o desrespeito ao corpo e a ideia machista de “ser homem” ou “ser mulher” somente após conhecerem seus corpos.

Mais informações aqui, aqui e aqui.

(Eurípedes Gil de França, enfermeiro e mestre em Saúde Pública pela Universidade Estadual da Paraíba)

Autor: Michelson Borges
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domingo, 1 de maio de 2011

Namoro: O que "Pode" e o que "Não Pode"

Um velho amigo de São Paulo, o Diego Amaro, que trabalha com Desbravadores em seu Distrito, me pediu que colocasse algo que servisse de orientação para os jovens, com relação ao namoro.


Vasculhando em meus "alfarrábios" (rsrs), encontrei um excelente material do Pr. Carlos Camarena, usado na matéria de Lar e Família no Seminário de Teologia. Penso que o material é muito objetivo, por ser uma síntese de vários conselhos e orientações abordadas em diversos livros que tratam deste assunto.

Posteriormente, colocarei outros temas relacionados ao NAMORO, mas sugiro que os namorados e conselheiros de jovens e adolescentes leiam os livros que são indicados como referência para o tópico aqui abordado.

A Intimidade Física no Namoro

1) CONTATOS FÍSICOS SÃO IMPORTANTES PARA O DESENVOLVIMENTO?

Muitos têm fracassado e sucumbido nesse aspecto das relações humanas, aspecto importante e tão raramente discutido.

O relacionamento físico entre as pessoas do sexo oposto poderia ser resumido no seguinte esquema:

1.  Olhares

2.  Mãos Dadas

3.  Abraços

4.  Beijos

5.  Carícias Leves

6.  Carícias Pesadas

7.  Relação Sexual

O mais rudimentar contato físico entre duas pessoas estaria representado no item mais acima do esquema, como "olhares". Este é um contato físico bem inocente. Na outra extremidade encontra-se a "relação sexual", que é algo belíssimo criado por Deus e reservado por Ele apenas para o casamento. Mas, onde traçar a linha divisória durante o namoro e o noivado? É o grande problema. Esse fato é agravado por haver em todos nós uma poderosa força ou impulso interior que quer arrastar a linha divisória o máximo possível para baixo (até o item 7). Mas a região do consentimento é também a região do perigo e do arrependimento. Não quero dizer com isto que a segurança para os jovens cristãos se encontre em manter-se no item 1 e nem que devamos fugir e aí nos refugiarmos todos até o dia do casamento...

Existem, entretanto, alguns critérios que deveriam ser considerados aspectos relevantes e princípios que deveriam ser estabelecidos à medida em que formos cautelosamente passando para os níveis seguintes (2 a 7).

2) CONTATO FÍSICO É COMUNICAÇÃO

Toda pessoa que se envolve em contatos físicos com uma outra, deve levar em consideração este aspecto. A expressão física do amor é uma forma "de dizer", "de comunicar" algo. Não é uma forma legítima de se receber algo, de se obter coisas como sensações excitantes, segurança, etc.

Os elementos mencionados no esquema anterior são todos bons, legítimos e certos no devido tempo e lugar, e com o propósito correto, ou seja, para cumprir o objetivo para o qual existem, a saber, comunicar.

O propósito do contato físico é tão facilmente investido que de repente ambos estão envolvidos em contatos físicos, simplesmente porque "é tão gostoso!" Quando isso ocorre, já não está havendo mais comunicação sadia, e sim "exploração". E a exploração está tão longe da comunicação quanto o egoísmo está longe do amor.

No momento apropriado, quando a vida e o coração de duas pessoas se tocam, pode ser algo maravilhoso e belo estender a mão e tocar a mão do outro. Isso pode comunicar mais do que meras palavras, e ambos percebem muito bem. Eles também podem perceber quando um está sendo usado para provocar sensações excitantes no outro. E quanto maior a sensação envolvida, mais grotesca estará sendo a exploração.

3) OBSERVE A RPB

A mente afeta o corpo, todos sabemos disso. Os desejos e imaginações podem rapidamente preparar o corpo para uma ação sexual mais completa. O inverso também é verdade. Um corpo excitado desperta ainda mais as imaginações e desejos. A mente e o corpo, então, se alimentam mutuamente na busca de uma satisfação completa. Essa relação é chamada de Relação Psico-Biológica. Ou podemos chamá-la como quisermos, desde que a reconheçamos como poderosa.

No item 1 da escala de contatos físicos a Relação Psico-Biológica é lenta e facilmente controlável. Entretanto, à medida que a pessoa se dirige ao nível 7, a influência da RPB aumenta em proporção geométrica. E então chega-se a um ponto na escala - em geral só descoberto tarde demais - quando a RPB simplesmente suplanta todos os controles da razão. Muita gente bem intencionada tem sido traída por essa força. "Não pretendíamos fazer isso" dizem, "mas de repente, sem querer, aconteceu".

Traídos pela Relação Psico-Biológica, vão além dos limites, fazem coisas que não pretendiam e acabam decepcionados, tristes e com uma série de problemas por não terem observado a importância da Relação Psico-Biológica, que deve, na realidade, ser mantida dentro de uma ampla margem de segurança.

Fonte: José Carlos Ebling, Namoro no Escuro, pp. 43-47

4) HÁ UMA DIFERENÇA

Em geral os rapazes se excitam muito mais rapidamente que as garotas.... As moças são excitadas ou motivadas ao contato físico, mais por motivos românticos que por motivos eróticos. Os rapazes são levados ao contato físico mais por motivos ou razões eróticas que românticas...

Quando uma moça se permite certas intimidades físicas com um rapaz está normalmente predispondo-o e dando a impressão, às vezes falsa, de que realmente ele pode "ir em frente", pois ela está disposta a tudo.

Vários estudos têm sido feitos nessa área, procurando determinar as principais diferenças nas reações de rapazes e moças diante dos contatos físicos. Sabe-se através desses estudos que a nudez não excita a moça, embora excite muito o rapaz. Quaisquer atitudes que sugiram nudez, tais como se despir com um maiô por baixo, usar roupas transparentes, deixar um zíper aberto, usar biquínis curtíssimos, calças muito justas ou minissaia, podem ter significado erótico para o rapaz, embora sejam feitas, às vezes, inocentemente pela garota, sem nenhuma consciência de seu significado.

Essas diferenças de comportamento têm efeito muito mais poderoso no relacionamento humano. É necessário compreendê-las e levá-las em consideração ao nos relacionarmos fisicamente com outras pessoas para que haja comunicação real e sadia.

Fonte: Idem, pp. 49-51

5) NÃO AUMENTE O FOGO

O jovem cristão que decidiu manter-se puro e seguir o plano de Deus, reservando as intimidades sexuais apenas para o casamento, não tomou uma decisão fácil, especialmente no mundo em que vivemos e nos dias atuais. Os instintos sexuais são fortes, reais e não desaparecem "sob comando". A sugestão, portanto é esta: não aumente o fogo.

Não complique o problema colocando-se em situações nas quais seja necessário constantemente aplicar freios, controlar-se para não ir a extremos. É emocional e fisicamente prejudicial colocar-se em situações nas quais você precisa constantemente acalmar emoções e instintos. Que situações são essas? O que deveria ser evitado pelos jovens cristãos que não desejam chegar ao extremo da intimidade sexual antes do casamento? Aqui estão algumas delas, todas conhecidas como resultado de pesquisas científicas.

- Conversas sobre assuntos sexuais. Isto é forte elemento de excitação. São as piadas e frases insinuantes, os comentários sobre atividades sexuais e seus detalhes....

- Vários estudos têm revelado que carícias abaixo dos ombros rapidamente levam ao ponto de não-retorno. Parece que as carícias abaixo dos ombros imediatamente predispõem a pessoa a ser controlada pela Relação Psico-Biológica em vez de controlada pela razão.

- Estarem a sós por muito tempo.

O relacionamento sexual pré-matrimonial impossibilita a pessoa de gozar a beleza total dessa ocasião. Ele priva o novo casamento de um dos mais fortes elos de ligação. Sexo antes do casamento sempre enfraquece o casamento. Basta observar o crescente números de divórcios nos primeiros meses após o casamento propriamente dito.

Deus planejou o casamento para ser belo e duradouro. Por isso é coerente com Seu caráter pedir a Seus filhos que se abstenham de qualquer coisa que prejudique esse esplêndido relacionamento.

Fonte: Idem, pp. 51, 52, 61

6) ESTABELEÇA OS LIMITES

O momento de decidir onde ficará o limite é quando a pessoa está a sós, em pleno controle da razão e de forma responsável e objetiva. Faça isto também. Tome uma decisão sólida e prometa, pelo poder de Deus, manter tal decisão e vigiar os limites estabelecidos.

Um importante detalhe é lembrar que os outros merecem o nosso respeito. Devemos sempre respeitar os limites dos outros. Jamais alguém deve forçar os outros ou tentar convencê-los de que seus limites são muito restritos. Respeito mútuo é fundamental numa amizade que deve amadurecer e crescer para que se tornem ambos "uma só carne".

Fonte: Idem, pp. 48,49

7) "EU NÃO DEFRAUDAREI NO MEU NAMORO"

1Tessal. 4:3-8: "Pois esta é a vontade de Deus, a vossa santificação: que vos abstenhais da prostituição, que cada um de vós saiba possuir o próprio corpo, em santificação e honra, não com o desejo de lascívia, como os gentios que não conhecem a Deus, e que, nesta matéria, ninguém ofenda nem defralde a seu irmão, porque o Senhor, contra todas estas cousas, como antes vos avisamos e testificamos claramente, é o vingador, porquanto Deus não nos chamou para a impureza, e sim, em santificação. Destarte, quem rejeita estas cousas não rejeita ao homem, e, sim, a Deus que também vos dá o Seu Espírito Santo".

A palavra "defraudar" significa "excitar" ou "despertar desejos sexuais na vida de uma outra pessoa", que não podem ser satisfeitos dentro da vontade de Deus, que é o casamento.

O sentimento de culpa por causa de padrões errados no namoro pode ter efeitos negativos no casamento e ser a fonte de muita irritação e briga.


Fonte: Jaime Kemp, Namoro, Noivado, Casamento e Sexo, pp. 22, 30

8) HÁ OUTRAS FORMAS DE COMUNICAÇÃO

A expressão física de afeto, carinho e amor é uma forma de comunicação, mas não é a única. A propósito, esta é uma das formas mais arriscadas de comunicação. Poderosa, sim, mas muito perigosa....

Existem outras formas de comunicação, além do contato físico. Muitos pensam que por estarem namorando têm o direito de estarem fisicamente próximos o tempo todo. Quando a preocupação no namoro está excessivamente voltada para o aspecto dos contatos físicos, normalmente a amizade sofre e não cresce.

A verdadeira amizade, seja no namoro, noivado ou até no casamento, é a que se desenvolve em vários aspectos. No aspecto social, espiritual, emocional, e não apenas físico. Um namoro sadio e realmente maduro se desenvolve nesses aspectos.

Fonte: José Carlos Ebling, Namoro no Escuro, pp. 47,48

Os jovens necessitam encontrar outras formas de cultivar a demonstração de afeto que não seja apenas a expressão física. Imagino neste momento algumas delas: cozinhar, estabelecer vários programas criativos especiais para ambos, como trazer livros da biblioteca e lerem-nos juntos, recortar temas interessantes de revistas e jornais que contribuam para o crescimento conjunto, ler trechos de um livro, numa área de interesse comum.

Fonte: Alberta Mazat, Aquela Sexta-feira no Éden, p. 144

CONCLUSÃO

O apóstolo Paulo certa vez disse em Rom. 14:5: "Cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente".

Creio nisso!

Você não deve ter a opinião dos outros, mas a sua própria. Creio que cada jovem cristão deve definir-se quanto a onde colocar o limite nos contatos físicos durante o namoro e noivado. Você é livre para escolher e para decidir!

Mas como essa posição de Paulo não o impediu de dar a sua própria opinião sobre tantos assuntos, quero concluir expressando a minha opinião.

Creio que os jovens cristãos terão amplas razões para serem reservados em suas expressões físicas de afeição, evitando antes do casamento qualquer coisa que possa ser considerada até mesmo como carícias "leves", e admitindo abraços e beijos somente nos estágios finais de um relacionamento e companheirismo maduros, e ainda assim, com reservas.

Creio que ir além é arriscar-se a tristezas, arrependimento, desapontamento, problemas e até mesmo à destruição de uma amizade que de outra forma poderia ser bela, edificante e permanente.

José Carlos Ebling, Namoro no Escuro, p. 61

Como vimos, o tema é interessante é muito importante na atualidade, onde a TV (novelas, seriados, filmes, programas humorísticos, etc.) colocam na mente da juventude de que o sexo deve ser desfrutado o mais cedo possível, e que os jovens "caretas" são os que não entram nessa onda.

Fonte: Pr Gilson Medeiros.
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domingo, 20 de março de 2011

“Não valeu a pena”, diz Bruna Surfistinha

Por trás da personagem Bruna Surfistinha, a mulher de verdade, Raquel Pacheco, 26, diz que se arrepende da vida de garota de programa. “Não valeu a pena”, admite. Longe das piadinhas disparadas no Twitter, Bruna, ou Raquel, lamenta os estragos em sua vida. “Quase morri. Cheguei até a ter uma overdose”, diz. “Sem falar que não é nada fácil ter seis ou sete caras todos os dias em cima de você.”
Da vida dura, porém, ela tirou um blog que logo bombou na rede. Depois veio livro e filme. Mas, apesar da grana, da fama e de um pacote de maluquices, ela conta que, no fundo, só queria amor. “Achava que meus pais não me amavam, mas hoje entendo que me amaram da maneira deles.” Filha adotiva, desde os 17, quando fugiu de casa por brigas familiares, ela nunca mais viu os pais. Mas deixa claro que gostaria de revê-los. Por fim, com os olhos marejados, conclui: “Fui muito rebelde. Hoje não faria o que fiz. Família é muito importante.”


(Folha de S. Paulo, 14/3/11)

Nota: Nunca é tarde para reconhecer os erros do passado e desejar um futuro melhor. Geralmente, quando amadurecem um pouco, as pessoas acabam reconhecendo o que realmente é importante na vida (alguns se dão conta disso apenas no leito de morte, outros, de coração mais duro, nem ali).
 Pena que a literatura e o cinema tenham ajudado a glamourizar a vida que Raquel agora repudia e da qual se arrepende. Influenciados por essa mídia permissiva e depravada, quantos jovens terão que quebrar a cara e o coração antes de reconhecer que os planos de Deus para o ser humano são sempre os melhores? Deus nos criou e sabe o que nos faz felizes.
Ele criou um homem para uma mulher a fim de viverem a intimidade no contexto matrimonial. Assim há felicidade, e pesquisas recentes mostram exatamente isso (confira aqui e aqui).
 Mesmo entre os jovens tem havido uma reavaliação de valores e comportamentos (confira).
Libertinagem, intemperança, descrença, etc. mais cedo ou mais tarde trazem infelicidade justamente porque vão de encontro ao projeto de Deus para o ser humano. Heinrich Heine que o diga. Se você procura viver uma vida de princípios, não dê o primeiro passo rumo à desobediência e ao engano. Se errou, como Raquel, reconheça isso, peça perdão a Deus e forças para mudar. Aos que confiam no poder da oração, convido-os a orar por Raquel, para que ela finalmente encontre o verdadeiro amor (1 João 4:8).

Autor: Michelson Borges.
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sábado, 12 de março de 2011

Prevenção ou estímulo à imoralidade?

“Ou não sabeis que o homem que se une à prostituta forma um só corpo com ela? Porque, como se diz, serão os dois uma só carne” (1 Coríntios 6:16).


Nesta semana, uma propaganda do Ministério da Saúde sobre cuidados no carnaval me prendeu a atenção. Seu conteúdo incentiva a jovens (garotas em idade escolar) a se “prostituir”* e praticar relações sexuais, de modo que tal ato seria mais que normal e aceitável pelo contexto social (amigas que incentivam), porém, o fundo da propaganda é praticar tal ato utilizando camisinha (a campanha é sobre prevenção às DSTs). (*Pensando na palavra prostituição no sentido de usar o corpo e/ou a sexualidade para fins imorais e divergentes dos parâmetros bíblicos, assumindo que a Bíblia é a própria Palavra de Deus.)

Confesso que fiquei um pouco assustado ao notar que a sociedade realmente aceita e adota a imoralidade sexual como algo natural, um processo de desenvolvimento ou até mesmo uma fase de maturação físico/cognitiva.

Hoje, existem diversos materiais que exemplificam e explicam esses temas. Materiais redigidos por especialistas como psicólogos, pedagogos, entre outros. Porém, tais materiais apenas ilustram como deve ser feita (ou praticada) a imoralidade sexual de forma a não prejudicar o corpo (doenças) ou os conceitos sociais (gravidez não planejada). O que Deus pensa sobre isso?

Um dos primeiros exemplos que aparecem nas Escrituras sobre essas atitudes foi registrado no livro de Gênesis. No contexto, “os homens de Sodoma, desde o moço até ao velho; todo o povo de todos os bairros” (Genesis 19:4) cercaram a casa de Ló e desejaram fazer atos de imoralidade com os visitantes dele (no caso, dois mensageiros de Deus; Gn 19:1). O texto diz: “E chamaram por Ló e lhe disseram: Onde estão os homens que, à noitinha, entraram em tua casa? Traze-os fora a nós para que abusemos deles” (Gn 19:5).

E assim tiveram fim as cidades e todos os que estavam envolvidos naquelas práticas, pois a cidade clamava com os lábios, mas suas obras eram como trevas (Gn 19:13). “Disse mais o Senhor: Porquanto o clamor de Sodoma e Gomorra se tem multiplicado, e porquanto o seu pecado se tem agravado muito” (Gn 18:20).

Infelizmente, estamos em tempos como os de Sodoma e Gomorra. Os homens são imorais e idólatras, e apesar de haver tanta facilidade de acesso à informação, as pessoas andam conforme seus próprios pensamentos. Ignoram a instrução amorosa do Criador e colocam seus próprios desígnios como prioridade, amando o que é palpável e passageiro e esquecendo-se do que é eterno. “O tolo não tem prazer na sabedoria, mas só em que se manifeste aquilo que agrada o seu coração” (Pv 18:2).

Qual será nossa postura em relação a esses “princípios modernos”? Pensamento social ou orientação divina?

Lembremo-nos das palavras de Paulo: “Não erreis: nem os devassos, nem os idólatras, nem os adúlteros, nem os efeminados, nem os sodomitas, nem os ladrões, nem os avarentos, nem os bêbados, nem os maldizentes, nem os roubadores herdarão o reino de Deus” (1Co 6:10).

Assista a campanha e reflita por si mesmo!

http://www.youtube.com/watch?v=iBxb-yAMPsY

http://www.youtube.com/watch?v=565vk4BBrtI

http://www.youtube.com/watch?v=ONPx4lU9zT0

(Palavra Estudada)

Comentário da amiga Débora Matos: “Nesses comerciais do Ministério da Saúde é explorado o conceito do “sexo livre e sem compromisso”, e o público alvo é nada menos que garotas de classe média, entre 13 e 19 anos. O objetivo é “ajudá-las” a se prevenir do vírus HIV. Mas o que eles realmente conseguiram? Prevenir a aids ou estimular o sexo livre? Combina bem com o comercial da “santinha” Sandy e com o filme da Deborah Secco “Bruna Surfistinha”. Com toda essa campanha a favor do sexo entre adolescentes; de que ter cara de menina boa e ser devassa está na moda, e de que menina que foge de casa e vira prostituta se dá bem na vida; não admira termos uma sociedade tão corrompida. Só nos resta orar muito para que nossas meninas se tornem mulheres dignas e honradas, e que alguém neste mundo esteja criando um homem digno e cristão com quem elas possam se casar algum dia!”

Autor: Michelson Borges.
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quarta-feira, 10 de novembro de 2010

Adúlteros pela própria natureza

Pesquisadores resolveram estudar a infidelidade através de um site propício para isso: o site de adultério AshleyMadison.com, iniciado em 2001 como um “serviço discreto de namoro” para pessoas já envolvidas em um relacionamento. O nome do site é uma homenagem a dois nomes populares para meninas na época, uma tentativa de atrair mulheres ao serviço. Os pesquisadores mapearam anúncios acessíveis ao público de 200 homens e 200 mulheres escolhidos aleatoriamente no site.

Eles pesquisaram o que essas pessoas queriam de um relacionamento adúltero: “curto prazo”, “longo prazo”, “indecisos”, “vale tudo”, “caso na internet/bate-papo erótico”, ou “qualquer coisa que me excite”. Eles também observaram as idades dos anunciantes, as idades dos parceiros que eles buscavam, e o número total de adjetivos que eles usaram para descrever a si mesmos e o que eles queriam em um parceiro, especificamente adjetivos que envolvem riqueza, atributos físicos e realizações educacionais e esportivas.

Os resultados confirmam estereótipos comuns de homens e mulheres. Eles são mais promíscuos, elas são mais exigentes. Os homens, em média de 42 anos, anunciaram “vale tudo” mais de duas vezes mais que as mulheres, enquanto elas, em média com 39 anos, procuraram relacionamentos de longo prazo cerca de dois terços mais do que os homens.

Além disso, as mulheres usavam mais adjetivos para descrever a riqueza e os atributos físicos que eles queriam nos parceiros, enquanto eles usavam mais adjetivos para descrever a própria riqueza, interesses esportivos e realizações educacionais.

Os resultados sugerem que as preferências dos parceiros, mesmo entre pessoas casadas, são baseadas nas tentativas do sexo feminino de chegar a um relacionamento com recursos controlados pelo homem.

As mulheres casadas usaram mais adjetivos para descrever os atributos físicos que procuravam nos parceiros e menos adjetivos para descrever suas qualidades materiais do que as solteiras. Isso sugere que as mulheres comprometidas se empolgam mais com a criação de bons genes para os descendentes. Muitas das mulheres do estudo ainda seriam capazes de engravidar. Mesmo as que não eram, há ainda a satisfação derivada do cruzamento com um companheiro em boa forma física.

Segundo os cientistas, o estudo do adultério é importante no sentido amplo, porque ajuda a entender quem nós somos. Os seres humanos colocam-se em um pedestal, acima de outros seres vivos, mas os dados revelam que somos um produto das mesmas forças seletivas e processos evolutivos que moldaram os outros tipos de vida.
(Hypescience)

Nota de Michelson Borges: Cada vez mais a vida dos sem-vergonha fica mais fácil. Traiu? É só colocar a culpa em Darwin: “Foram meus genes, querida!” Na verdade, essa situação toda é um grande e imoral círculo vicioso. A mídia ajuda a propagar o glamour da infidelidade, apresentando e reafirmando com insistência a “normalidade” dos polígonos amorosos (sim, porque triângulo já é banal). Então, vêm os pesquisadores e constatam que as pessoas estão traindo mais. Conclusão? “Somos um produto das mesmas forças seletivas e processos evolutivos que moldaram os outros tipos de vida.” Ou seja, somos macacos pelados e não temos culpa de nos comportar de modo errado – aliás, para nós, animais evoluídos que somos, certo e errado nem existem. Como se pode ver, a posição que adotamos sobre as origens determina em grande medida nossos comportamentos e nosso julgamento sobre esses comportamentos.

Fonte Blog Criacionista.
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sexta-feira, 13 de agosto de 2010

Fatores que antecipam puberdade nas meninas

Um estudo divulgado pela revista americana Pediatrics na segunda-feira, 8 de agosto, revelou que a puberdade está ocorrendo cada dia mais cedo nas garotas. O desenvolvimento dos seios, por exemplo, tem começado em média entre os 7 e 8 anos. Segundo os pesquisadores, as causas mais prováveis são a alimentação rica em gordura, que estimula a produção dos hormônios, e a presença de substâncias químicas que imitam os efeitos do estrogênio no organismo das meninas. A pesquisa, liderada pelo Dr. Frank M. Biro, é a última de uma série de estudos que buscam descobrir por que as meninas estão se tornando adolescentes cada vez mais cedo e quais os efeitos que isso pode causar à sua saúde na vida adulta. A questão é motivo de preocupação, tanto por razões médicas quanto psicológicas. Alguns estudos sugerem que a puberdade precoce, medida a partir da primeira menstruação, pode aumentar ligeiramente o risco de câncer de mama, já que a garota passa a ter uma exposição prolongada a hormônios como estrogênio e progesterona, que podem estimular alguns tumores.


Apesar da última pesquisa se basear no crescimento dos seios, e não na primeira menstruação, esse fator também é um demonstrativo de exposição hormonal e alguns pesquisadores defendem que isso também poderia significar um aumento do risco de câncer.

Do ponto de vista psicológico, os especialistas garantem que a experiência de ter o desenvolvimento mental diferente do físico pode ser traumática para algumas meninas, já que elas ainda não estão preparadas para lidar com as reações sexuais masculinas ou com os próprios impulsos hormonais do seu corpo.

A pesquisa avaliou o desenvolvimento de 1.239 meninas entre 6 e 8 anos, divididas em quatro grupos: brancas, negras, latinas e asiáticas.

Segundo Biro, que também é diretor de hebiatria do Hospital Cincinnati Children, os resultados mostraram que garotas brancas entraram na puberdade antes do período previsto, enquanto as negras iniciaram a adolescência, em média, antes das demais.

Garotas acima do peso também apresentaram desenvolvimento precipitado, enquanto as crianças com peso normal não apresentaram alteração na idade de início da puberdade. Apesar desse dado, o diretor da pesquisa não acredita que o nível de gordura seja o único fator relevante.

A possibilidade de fatores ambientais, como ingestão de substâncias químicas, aumentarem os níveis hormonais antes da hora estão sendo investigados pela equipe, que está avaliando a exposição dessas garotas a diversos componentes químicos.

“Essa é certamente uma séria bandeira de advertência”, afirmou Dr. Biro em entrevista ao New York Times. “Eu acho que devemos repensar tudo a que estamos expondo os nossos corpos e os corpos dos nossos filhos. Esse é um forte aviso que nós devemos prestar atenção.”

(Eco Desenvolvimento)
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segunda-feira, 24 de maio de 2010

Sexo, por que não?

 Como quase toda jovem cristã, ela era muito romântica e sonhava conhecer a pessoa ideal com quem se casar. Encontrou o “príncipe” e o namoro começou. Só que, com o tempo e a intimidade, os limites que haviam estabelecido começaram a ser desafiados. “A cada dia a gente falava mais sobre amor, e até sobre casamento. Era tão bom ficar com ele!”, relata a moça que prefere não ter o nome divulgado. “Mas percebemos que alguma coisa errada acontecia entre nós quando o sexo dominava nosso relacionamento. Quanto mais nos envolvíamos,mais íntimos nos tornávamos; e, mesmo assim, brigávamos muito. De qualquer maneira, estava segura de que ele era a pessoa certa para mim.”

O problema é que a “pessoa certa” acabou se transformando com o tempo. “Pouco a pouco, perdemos o respeito um pelo outro... Logo, tudo se inverteu. O amor começou a se desgastar. Havíamos compartilhado tudo e, como éramos muito jovens para nos casar, nosso relacionamento perdeu a graça. Haviam me prevenido sobre isso. Falaram-me repetidas vezes sobre a mágoa de se dar algo que nunca mais poderá ser recuperado. Agora entendo. Fui tola o bastante para descobrir por mim mesma.”

A garota da história acima tinha apenas 15 anos quando terminou o namoro e ficou com as mágoas. Ela ficou com medo de se apaixonar de novo e confiar novamente em alguém. Tremia só de pensar em falar de seu passado com um novo namorado. Tinha medo de não poder ter uma vida verdadeiramente íntima com ele, caso não contasse. “É terrível sentir-se privada do mistério do futuro, de sua dignidade, valor e respeito próprio. Eu amava o Guto*. A ferida vai demorar muito tempo para sarar”, é o desabafo de uma alma muito jovem para suportar tanto peso.

Vivemos em uma sociedade na qual os valores cristãos se deterioram a cada dia. Assuntos como reverência, santidade, temperança, pureza, castidade e modéstia cristã são vistos como temas de pouca importância. Aos poucos, o cristianismo tradicional é substituído por uma religiosidade do tipo “vale-tudo”. Afinal, “Deus é amor, e nos aceita como somos”.

De fato, o Senhor nos aceita como somos. No entanto, precisamos trilhar a estrada da santidade, adaptando nossos desejos à vontade de Deus, mediante Seu poder. Essa adaptação é necessária em todos os aspectos de nossa vida, inclusive na sexualidade.

É interessante – e triste, também – notar como o ser humano, após a queda e em decorrência dela, sempre tende ao extremismo. Durante vários séculos, especialmente na Idade Média, o sexo foi visto como tabu. O “pecado original” havia sido o sexo. O fruto proibido simbolizava o sexo. Quanta bobagem! Infelizmente, até isso contribuiu para que muitas pessoas acabassem interpretando o relato da criação no livro de Gênesis como uma simples alegoria.




ImageQue o “pecado original” não foi o sexo fica evidente na ordem de Deus aos nossos primeiros pais: “Crescei e multiplicai-vos.” Gên. 1:28. E isso foi dito antes da queda. Mas a Idade Média acabou. O “século das luzes” prenunciava uma nova era de liberdades
(e libertinagens) para a humanidade. “Sexo livre”, “revolução sexual”, “parceiros sexuais”, “sexo seguro" são expressões que passaram a fazer parte do nosso vocabulário de tal maneira que nem as estranhamos mais. É o outro lado da moeda.

Somos bombardeados diariamente, sem tréguas, com todo tipo de apelo sexual. As músicas, as propagandas, as revistas, as novelas – a mídia em geral nos faz inverter certos valores, colocando o sexo sem compromisso como algo normal. Vamos, então, à grande questão: “Por que não posso fazer sexo antes do casamento, já que é tão bom?” Aí é que está: é bom “dentro do casamento”. O sexo foi criado pelo próprio Deus para ficar sob as estruturas de um lar. Biologicamente, o sexo (a união carnal) tem como finalidade a procriação, mas o próprio Deus tornou essa “função” prazerosa. Da mesma forma que é importante se alimentar para continuar vivendo, mas para fazer isso com prazer temos o paladar – outro presente do Criador. No entanto, alimentar-se baseado apenas no prazer, sem obedecer a horários, pode ser uma cilada para a saúde. De igual forma, ter sexo fora do casamento pode ser um desastre. A ordem exata das coisas está em Gênesis 2:24: “Por isso, deixa o homem pai e mãe e se une à sua mulher, tornando-se os dois uma só carne.”Relembrando: 1) deixar pai e mãe; 2) unir-se à mulher; 3) os dois se tornam uma só carne.

Estamos constantemente procurando razões para nos sentirmos “aprovados” como cristãos. No que diz respeito ao sexo, é
importante entender que Deus taxativamente não aprova o sexo fora do casamento. Isso está bem claro em Hebreus 13:4: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leitosem mácula.” Você pode até achar que deve agir de maneira mais liberal, porque os tempos são outros, o mundo mudou. Bem, lembre-se: Deus não mudou.


 A gravidez indesejada e DSTs são apenas alguns dos resultados negativos da experiência sexual fora do casamento. Há também, em alguma escala, o risco de promiscuidade. A palavra é forte, mas é isso mesmo. Vamos supor que você e a pessoa com quem você namora cedem e transam. Mas, infelizmente, o namoro não dá certo e vocês resolvem terminar. Logo, você começa a namorar outra pessoa. E aí, vai ter sexo ou não? Ah, vai. Você sente que a ama mais do que amava a outra pessoa, e não vai negar para essa o que não negou para a outra.


Leonardo, solteiro, 26 anos, guarda consigo um alerta de seu pai sobre sexo: “Não comece. Porque, se começar, não dá mais para parar.” Isso o ajudou num momento complicado. Ele vivia durante a semana em outra cidade, para estudar, indo para a casa dos pais apenas nos fins de semana. Um dia, uma amiga de faculdade foi ao seu apartamento e propôs que eles transassem. O que você faria no lugar dele? Ela era bonita, legal e cristã, como ele. Que armadilha! Mas o Leonardo escapou. Ele conta que, “numa boa”, disse que eles não iam ganhar nada com aquilo. Pelo contrário, mais tarde, ficariam tristes e arrependidos.

Mas... por que a gente pode se arrepender depois? Porque a virgindade não é uma questão apenas física, mas também emocional. Surge a culpa. Qualquer pessoa que tenha alguma comunhão com Deus, e faz sexo fora dos padrões estabelecidos, Ele sabe que a pessoa errou. Quem consegue ficar de bem com a vida com um peso desses nas costas? É melhor evitar. “A gente tem que decidir antes; e, quando enfrentar uma situação difícil, a gente vai saber dizer não”, é a dica do Marcos, de 22 anos.

O ministro evangélico Ricardo Paixão faz uma conta matemática interessante, a respeito desse assunto: “O sexo é um ato tão íntimo que podemos dizer que parte de você fica com a outra pessoa e a outra pessoa fica com parte de você. Se você já teve relação sexual com alguém, então quando você se casar não poderá dar a seu cônjuge 100% de você porque parte de você já ficou com outro(a).”

Que Deus abençoe suas escolhas. Mas, caso você tenha errado no passado, peça perdão a Ele, levante a cabeça e lembrese de que nunca é tarde para recomeçar. Obedecer à Lei de Deus e viver de acordo com os princípios divinos é a única garantia de felicidade aqui, e na vida eterna.


* Apesar de todas as histórias mencionadas serem verídicas, foram usados nomes fictícios para preservar a identidade dos entrevistados.


Por que esperar

Para evitar sofrimentos futuros e promover a confiança.
Todo relacionamento humano se baseia na confiança. Com o casamento não é diferente. Para ilustrar, veja só esta parte da entrevista concedida ao pastor George Vandeman pelo doutor Josh McDowell, no programa Está Escrito: Josh contou que namorou uma garota por cerca de três anos e, 20 anos depois, sua esposa acabou conhecendo aquela ex-namorada. As duas se tornaram amigas. Certo dia, ao voltar para casa, Josh recebeu um abraço da esposa. Olhando nos olhos dele, ela disse que estava muito feliz por ter sabido que ele se comportou bem durante aquele período. “Jamais pensei que o meu namoro de 20 anos atrás poderia afetar o meu casamento hoje. Minha esposa confia em mim.”




Para evitar lares sem estrutura (ou mesmo a ausência de lares).
Como dois adolescentes poderão assumir as responsabilidades de um lar, caso o envolvimento sexual pré-marital acabe em filhos (e freqüentemente acaba)? Esse é um dos maiores motivos de infelicidade conjugal. E que tipos de cidadãos um lar infeliz e desestruturado formará? Deus sabe o momento e o contexto certos para o envolvimento sexual, pois “o matrimônio, na maioria dos casos, é um jugo muito aflitivo. Milhares há que se acham acasalados, porém, não casados (...) da qualidade do lar depende a condição da sociedade”. Ellen G. White, O Lar Adventista, pág. 44. Quando se envolve em sexo fora do casamento, o jovem, além de jogar para o espaço um dos melhores momentos da vida, depara-se também com os problemas do aborto e de “pais solteiros”. E ambos trazem tristes conseqüências. É por isso que Deus diz, em Hebreus 13:4: “Digno de honra entre todos seja o matrimônio, bem como o leito sem mácula.”


Para não contrair DST.
As Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST) são outro fruto amargo colhido por aqueles que se envolvem em sexo fora do casamento. Quando Deus diz “não cometa imoralidade sexual” (I Tess. 4), faz isso porque quer nos proteger das conseqüências dessa prática (aliás, toda negativa divina revela-se, cedo ou tarde, uma bênção para nós). Recentemente, foi realizada uma conferência sobre sexologia nos Estados Unidos. Quando perguntados se confiariam numa fina proteção de borracha (preservativo) para protegê-los se praticassem sexo com uma pessoa sabidamente infectada com o HIV, nenhum dos 800 sexólogos levantou a mão. “No entanto”, diz o psicólogo e escritor James Dobson, “estão dispostos a dizer aos nossos filhos que o ‘sexo seguro’ está ao alcance de todos, e que podem praticar sexo com todo mundo, impunemente” (citado por Clifford Goldstein, em O Dia do Dragão, pág. 78 – Casa). O único sexo psicológica e fisicamente seguro é aquele praticado dentro do casamento. A virgindade ainda é o melhor presente que um casal pode trocar e a melhor garantia de proteção contra as DSTs.


[Revista Conexão JA - Jan. a Mar. 2008, p.8-11]





Fonte: Educação Adventista


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