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terça-feira, 20 de dezembro de 2011

O verdadeiro sentido do Natal

“‘Aproxima-se o Natal’, é a frase que soa através do mundo, de Norte a Sul, de Leste a Oeste. Para os jovens, para as crianças, e mesmo para os de mais idade, esse é um período de alegria geral, de grande contentamento. Mas o que é o Natal, que assim exige tão grande atenção? [...] O dia 25 de dezembro é supostamente o dia do nascimento de Jesus Cristo, e sua comemoração tem se tornado costumeira e popular. Porém, não há certeza de que se esteja celebrando o verdadeiro dia do nascimento de nosso Salvador. A história não nos dá certeza absoluta disso. A Bíblia não nos informa a data precisa. Se o Senhor tivesse considerado esse conhecimento essencial para nossa salvação, teria Se pronunciado através de Seus profetas e apóstolos, para que pudéssemos saber tudo a respeito do assunto. Mas o silêncio da Bíblia sobre esse ponto nos mostra que ele nos foi ocultado por razões sábias.

“Em Sua sabedoria, o Senhor ocultou o lugar onde sepultou Moisés. Deus o sepultou, o ressuscitou e o levou para o Céu. Esse procedimento tinha o objetivo de prevenir a idolatria. Aquele contra quem os israelitas haviam se rebelado quando estava ativo, que haviam provocado quase além dos limites da resistência humana, era quase adorado como Deus depois de separado deles pela morte.

“Pela mesma razão é que Ele ocultou o dia preciso do nascimento de Cristo, para que o dia não recebesse a honra que deve ser dada a Cristo como Salvador do mundo. Ele é quem deve ser recebido, em quem se deve crer e confiar como Aquele que pode salvar perfeitamente todos os que vão a Ele. A adoração deve ser prestada a Jesus como o Filho do infinito Deus” (Review and Herald, 9 de dezembro de 1884).

O dia não deve ser passado por alto

“Sendo que o dia 25 de dezembro é lembrado em comemoração ao nascimento de Cristo, e sendo que as crianças têm aprendido por palavras e exemplo que esse é um dia de alegria e contentamento, será difícil passar por alto esse período sem lhe dar alguma atenção. Ele pode ser utilizado para um bom propósito.

“As crianças devem ser tratadas com muito cuidado. Não devem ser deixadas no Natal a buscar seus próprios divertimentos em prazeres vãos, em diversões que prejudicarão a espiritualidade. Os pais podem controlar essa questão voltando a mente e as ofertas dos filhos para Deus e a salvação de pessoas.

“O desejo de divertimentos não deve ser contido e arbitrariamente sufocado, mas guiado e dirigido por meio de paciente esforço da parte dos pais. O desejo de dar presentes deve ser bem conduzido para levar bênçãos ao próximo graças à manutenção do dinheiro na grande e ampla obra para a qual Cristo veio ao mundo. Altruísmo e espírito de sacrifício marcaram Sua conduta. Que isso também caracterize os que afirmam amar a Jesus, porque nEle está centralizada nossa esperança de vida eterna” (Review and Herald, 9 de dezembro de 1884).

Presentes como sinal de afeição

“As festas estão chegando rapidamente com sua troca de presentes. Jovens e idosos estão analisando intensamente o que poderão dar a seus amigos como sinal de afetuosa lembrança. É agradável receber um presente, mesmo simples, daqueles a quem amamos. É uma afirmação de que não fomos esquecidos, e parece ligar-nos a eles mais intimamente. [...]

“É certo concedermos a outros demonstrações de amor e carinho, se, ao fazer isso, não nos esquecemos de Deus, nosso melhor Amigo. Devemos dar nossos presentes de tal maneira que sejam um real benefício ao que recebe. Eu recomendaria determinados livros que fossem um auxílio na compreensão da Palavra de Deus ou que aumentem nosso amor por seus ensinos. Obtenham algo para ser lido durante esses longos serões de inverno” (Review and Herald, 26 de dezembro de 1882).

Livros como presentes

“Há muitos que não têm livros e publicações sobre a verdade bíblica para nossos dias. Aqui está um grande campo onde o dinheiro pode ser investido com segurança. Há muitas crianças que podem ser abençoadas com a leitura. Os livros The Sunshine Series, Golden Grains Series, Poems, Sabbath Readings, etc. são preciosos e podem ser introduzidos seguramente em cada família. As pequenas quantias gastas em doces e brinquedos sem valor podem ser acumuladas e com isso comprar esses volumes. [...]

“Os que desejarem dar presentes caros a seus filhos, netos e sobrinhos, procurem para eles os livros mencionados. Para os jovens, The Life of Joseph Bates é um tesouro; também os três volumes de Spirit of Prophecy. Esses volumes podem ser levados a cada família na Terra. Deus está dando a luz do Céu, e nenhuma família deve ficar sem ela. Que os seus presentes possam espalhar raios de luz sobre o caminho que conduz ao Céu” (Review and Herald, 11 de dezembro de 1879).

Jesus não deve ser esquecido

“Irmãos e irmãs, enquanto vocês planejam dar presentes uns aos outros, desejo lembrar-lhes de nosso Amigo celestial, para que não passem por alto a vontade dEle. Cristo Se agradará se mostrarmos que não O esquecemos. Jesus, o Príncipe da vida, deu tudo para nos trazer a salvação. [...] Ele sofreu mesmo até a morte, para que nos pudesse dar a vida eterna.

“É por meio de Cristo que recebemos todas as bênçãos. [...] Não deve nosso Benfeitor celestial participar das provas de nossa gratidão e amor? Venham, irmãos e irmãs, venham com seus filhos, com bebês em seus braços, e tragam ofertas a Deus, segundo suas possibilidades. Cantem ao Senhor em seu coração, e esteja em seus lábios o louvor divino” (Review and Herald, 26 de dezembro de 1882).

Natal: momento para honrar a Deus

“Pelo mundo, os feriados são passados em frivolidades e extravagância, gula e ostentação. [...] Milhares de dólares serão gastos de modo pior do que se fossem jogados fora, no próximo Natal e Ano Novo, em excessos desnecessários. Mas temos o privilégio de nos afastar dos costumes e práticas desta época corrompida. Em vez de gastar meios meramente na satisfação do apetite, ou com ornamentos desnecessários ou artigos de vestuário, podemos tornar as festividades vindouras uma ocasião para honrar e glorificar a Deus” (Review and Herald, 11 de dezembro de 1879).

“Cristo deve ser o objetivo supremo; mas, da maneira em que o Natal tem sido comemorado, a glória é desviada dEle para o ser humano mortal, cujo caráter pecaminoso e defeituoso tornou necessário que Ele viesse ao nosso mundo. Jesus, a Majestade celestial, o nobre Rei do Céu, pôs de lado Sua realeza, deixou Seu trono de glória, Sua alta posição, e veio ao nosso mundo para trazer o auxílio divino ao ser humano caído, debilitado na capacidade moral e corrompido pelo pecado. [...]

“Os pais devem falar sobre esses assuntos aos seus filhos e instruí-los sobre seus deveres para com Deus; não suas obrigações de uns para com os outros, de exaltarem-se e glorificarem-se uns aos outros por presentes” (Review and Herald, 9 de dezembro de 1884).

Levar os filhos a desenvolverem o altruísmo

“Há algo que pode ser planejado com gosto e muito menos gastos do que os desnecessários presentes tantas vezes oferecidos a nossos filhos e parentes, e ainda assim mostrar cortesia e levar felicidade ao lar.

“Vocês podem ensinar uma lição a seus filhos enquanto lhes explicam a razão por que fizeram uma mudança no valor dos presentes deles. Digam que vocês percebem que têm até então pensado mais no prazer deles do que na glória de Deus. Digam-lhes que têm pensado mais em seu próprio prazer e satisfação deles e em se manter em harmonia com os costumes e tradições do mundo, em dar presentes aos que não necessitam deles, do que em ajudar no progresso da missão dada por Deus.

“Como os magos do passado, vocês podem oferecer a Deus seus melhores presentes e mostrar por suas ofertas a Ele que apreciam o Presente dado por Ele a um mundo pecaminoso. Levem os pensamentos de seus filhos ao longo de um caminho novo, altruísta, motivando-os a apresentar ofertas a Deus pela dádiva de Seu único Filho” (Review and Herald, 13 de novembro de 1894).

Devemos armar uma árvore de Natal?

“Deus Se alegraria muito se, no Natal, cada igreja tivesse uma árvore de Natal sobre a qual pendurar ofertas, grandes e pequenas, para esses locais de adoração. Têm chegado a nós cartas com a pergunta: ‘Devemos ter árvores de Natal? Não seria isso imitar o mundo?’ Respondemos: Vocês podem fazer isso à semelhança do mundo, se escolherem isso. Mas podem fazê-lo de modo muito diferente. Não é pecado selecionar um pinheiro e pô-lo em nossas igrejas, mas o pecado está no motivo que induz à ação e no uso que é feito dos presentes postos na árvore.

“A árvore pode ser tão alta e seus ramos tão vastos quanto a ocasião exigir. Mas os galhos dela devem estar carregados com o fruto de ouro e prata da bondade de vocês, e apresentem isso a Deus como seu presente de Natal. Que suas doações sejam santificadas pela oração” (Review and Herald, 11 de dezembro de 1879).

“As festividades de Natal e Ano-Novo podem e devem ser celebradas em favor dos necessitados. Deus é glorificado quando ajudamos os necessitados que têm família grande para sustentar” (Manuscrito 13, 1896).

Árvore de Natal com ofertas missionárias

“Os pais não devem pensar que uma árvore de Natal posta na igreja para alegrar os alunos da Escola Sabatina seja pecado, pois pode ela ser uma grande bênção. Falem às crianças sobre bondade e generosidade. O mero divertimento não deve ser o objetivo dessas reuniões. Embora possa haver alguns que transformarão essas reuniões em momentos de frivolidade, e cuja mente ainda não foi tocada por Deus, para outros essas reuniões trarão grande bem.

“Tenho certeza de que pode haver substitutos sadios para muitas reuniões que, de outra forma, seriam impróprias” (Review and Herald, 9 de dezembro de 1884).

Providenciar recreação sadia

“Levantem-se, meus irmãos e irmãs cristãos, busquem conhecer a vontade do Senhor, procurem tratar desse assunto de tal maneira que não seja árido e desinteressante, mas repleto de inocente prazer que tenha a aprovação do Céu. Eu sei que os mais pobres aceitarão essas sugestões. Os mais ricos também devem mostrar interesse e apresentar seus donativos e ofertas proporcionalmente aos meios que Deus lhes concedeu. Que se registre nos livros do Céu um Natal como jamais houve, por causa dos donativos que forem dados para o sustento da obra de Deus e o restabelecimento de Seu reino” (Review and Herald, 9 de dezembro de 1884).

(Ellen G. White, O Lar Adventista, p. 477-483; linguagem atualizada por Matheus Cardoso)

Fonte Blog Criacionismo
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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Quem é o ANTICRISTO?

Quem é o Anticristo?

1. Confissão de fé Irlandesa (Episcopal – 1615)
2. Confissão de Fé de Westminster (Presbiteriana – 1647)
3. Confissão de Fé de Londres (Batista -1689)
4. Notas de Jonh Wesley ao Novo Testamento (Metodista – 1754)
5. Confissão de Fé adventista do 7° dia (1889)

Para as confissões de fé acima mencionadas, o chifre pequeno de Daniel 7:25 ou o Homem do Pecado de II Tessalonicenses é o poder papal, ou a instituição do papado que reinou longo dos séculos. E para outras personalidades que estudaram a Biblia também (Dante Alighieri, Isaac Newton etc).

Atualmente busca-se um anticristo futuro, uma especie de Hitler, ou um pagão, judeu ou mulçumano. Nada disso está correto. Nada disso é a verdade.

O Espírito Santo guiou os reformadores em suas confissões de fé. Cada um deles, levantou a verdade na época em que viveram. Se os reformadores estavam errados, então não poderíamos confiar em nada que veio de Lutero, Jonh Wesley etc. Não poderíamos confiar em nada que veio do protestantismo. Podemos dizer que eles lutaram contra a SANTA IGREJA ROMANA e não entrarão no Céu. Mas se eles lutaram contra o ANTICRISTO e verdadeiramente foram guiados pelo Espírito Santo, então chegamos a conclusão de que todos os movimentos evangélicos atuais que identificam o anticristo como outro poder, senão o papado, estão errados.

Eu acredito nos Reformadores. Eu acredito que ELES foram guiados por Deus. Eu acredito que eles tinham a verdade e fundaram igrejas nobres. Eu acredito em suas confissões de fé. Eu acredito em sábios como Isaac Newton. E vc? Em quem vc acredita? Nos movimentos atuais que dizem que o anticristo não é o papado, mas o representante de Deus na Terra?

Artigos Irlandeses (1615) (Episcopal)

80. “O Bispo de Roma é, longe de ser a cabeça da Igreja Universal de Cristo, o que sua doutrina e obras, de fato revelam, que ele é aquele “homem do pecado” predito nas santas Escrituras, a quem o Senhor há de consumir com o espírito de Sua boca, e abolir com o resplendor de sua vinda”

Confissão de Fé de Westminster (1647) (Presbiteriano)

25.6 “Não há outro cabeça da Igreja senão o Senhor Jesus Cristo: (Col. 1:18; Ef.1:22). Em sentido algum pode ser o papa de Roma o cabeça dela, senão que ele é aquele anticristo, aquele homem do pecado e filho da perdição que se exalta na Igreja contra Cristo e contra tudo o que se chama Deus.” (Mat. 23:8-10; 2 Tess. 2:3,4,8,9; Apoc. 13:8)

Confissão de Fé Londrina (1689) (Batista)

“26.4 O Senhor Jesus Cristo é o cabeça da Igreja, a Quele que, por designação do Pai, todo poder para o chamamento, instituição, ordem ou governo da igreja foi investido de maneira suprema e soberana; (Col. 1:18; Mat. 28: 18-20; Ef. 4:11,12) Nem pode o papa de forma alguma ser o cabeça dela, mas ele é o anticristo, aquele homem do pecado, e filho da perdição, que se exalta a si mesmo, na igreja, contra Cristo e a tudo que se chama Deus; a quem o Senhor destruirá com o resplendor da sua vinda” (O leitor é dirigido à 2 Tess. 2:2-9).

Notas de John Wesley ao Novo Testamento – Metodista

(2 Tess. 2:3) “o homem do pecado, o filho da perdição…” em muitos aspectos, o papa, tem um indisputável merecimento desses títulos. Ele é, num senso enfático, o homem do pecado, enquanto ele aumenta, de todas as formas, o pecado acima da medida. E ele é, também, propriamente estilizado como o filho da perdição, por causar a morte de inumeráveis multidões, tanto de seus opositores como de seguidores, destruição de inúmeras almas, e ele mesmo irá perecer eternamente. Ele é aquele que se opõe ao imperador, uma vez que reivindica soberania; e que exalta a si mesmo acima de tudo que se chama Deus, ou é adorado – dominando anjos, e pondo reis aos seu pés, quando ambos são chamados “deuses” nas Escrituras; requerendo o poder supremo, a honra suprema, aceitando, não somente uma vez, o título de Deus ou vice-deus. Na verdade isto está implícito nos seus títulos comuns de “Sua Santidade”e “Santíssimo Padre” Assim, sentado entronizado no templo de Deus – Mencionado em Apc. 11:1, declarando-se a si mesmo ser Deus – reivindicando prerrogativas que pertencem somente a Deus”.

O Testemunho de Lutero (1522)

Oh! Quando não me custou, apesar de que me sustente a Santa Escritura, convencer-me de que é minha obrigação encarar sozinho com o Papa e apresentá-lo como o Anticristo! Quantas não têm sido as tribulações do meu coração! Quantas vezes tenho feito a mim mesmo a mesma pergunta que tenho ouvido freqüentemente de lábios dos papistas! Somente tu é sábio? Todos os demais estão errados? O que acontecerá se ao final de tudo isto tu estás errado e envolves no engano a tantas almas que serão condenadas por toda a eternidade? “Assim lutei contra mim mesmo e contra Satanás, até que Cristo, por Sua Palavra infalível, fortaleceu meu coração contra estas dúvidas”.(Martyn, págs. 372, 373). “O Papa.. quer apagar a luz do Evangelho destinada a iluminar ao mundo. É, então, o Anticristo predito por Daniel, pelo Senhor Jesus Cristo, Pedro, Paulo e o Apocalipse”.

O Testemunho de outros reformadores

Calvino (1509-1564): “Daniel (Dn 9:27) e Paulo (2Tess. 2:4) predizem que o Anticristo se assentaria no Templo de Deus. Entre nós, é o Pontífice Romano que fazemos líder e representante legítimo deste iníquo e abominável reino.”

Thomas Cranmer (1489-1556): “(Por ocasião do seu martírio) “ E quanto ao papa, Eu o abomino como inimigo de Cristo, e anticristo, com todas as suas falsas doutrinas”

John Knox (1514-1572): (Ao Deão Annan, um Romanista, em 1547) “Quanto à sua Igreja Romana, encontra-se corrompida…Eu não tenho mais dúvida, quanto a ela ser Sinagoga de Satanás, e aquele que se intitula cabeça dela, o papa, é o homem do pecado de que o apóstolo Paulo falou…
Matthew Poole (1624-1679) “Vou falar ousadamente: ou não há anticristo, ou o bispo de Roma é ele”
Matthew Henry (1662-1714): “O anticristo aqui mencionado é alguém usurpador da autoridade de Deus na Igreja Cristã… e a quem isto melhor se aplica além do bispo de Roma, a quem os títulos mais blasfemos têm sido dado…?”

Ellen White (1827-1915): “Para conseguir proveitos e honras humanas, a igreja foi levada a buscar o favor e apoio dos grandes homens da Terra; e, havendo assim rejeitado a Cristo, foi induzida a prestar obediência ao representante de Satanás – o bispo de Roma”. (O Grande Conflito p. 50)

O Testemunho de Isaac Newton (1753)

Comentando Daniel 7:25 ele disse o seguinte: Mas [o Chifre Pequeno] era um reino de um tipo diferente de outros dez reinos, tendo uma vida ou uma alma peculiar, possuindo olhos e uma boca. …Sua boca que fala grandes coisas e muda o calendário e as leis de Deus, sendo um profeta e um rei. Este profeta e rei é a Igreja de Roma. Observations Upon the Prophecies of Daniel, and the Apocalypse of St. John Chapter 7. Acessar em: http://www.newtonproject.sussex.ac.uk

O Testemunho dos Adventistas do 7° dia

Confissão de fé de 1911

Cremos:

12. Que o quarto mandamento desta lei requer que nós dediquemos o sétimo dia de cada semana, comumente chamado de Sábado, para nos abster de nosso labor, para a realização do sagrado serviço religioso que este é um único Sábado declarado na Bíblia, sendo o dia que era separado antes no Paraíso perdido (Gênesis 2:2, 3), e o qual será observado no Paraíso restaurado (Isa. 66:22, 23) que a realidade sobre a qual a instituição do Sábado está baseada delimita-o ao sétimo dia, e nenhum outro dia como verdadeiro, e que o termo, Sábado Judeu, é aplicado ao sétimo dia, e Sábado cristão, como aplicado ao primeiro dia da semana, são termos de invenção humana, sem provas escriturísticas, e falsas em seu significado.

13. Que como o homem do pecado, o papado, intentou mudar os tempos e as leis (a lei de Deus, Dan. 7:25), e enganou a maior parte da cristandade com respeito ao quarto mandamento, nós encontramos uma profecia de reforma neste aspecto para ser realizada entre os crentes precisamente antes do retorno de Cristo. Isa. 56:1, 2 I Ped. 1:5 Apoc. 14:12, etc.

Confissão de fé de 1980

Sob a liderança do papado,5 a Igreja cristã mergulhou em apostasia ainda mais profunda. A crescente popularidade da Igreja acelerou seu declínio. Padrões de conduta rebaixados fizeram com que os não convertidos se sentissem confortáveis no seio da Igreja. Multidões que conheciam pouquíssimo do verdadeiro cristianismo, uniram-se à Igreja apenas nominalmente, trazendo consigo suas doutrinas pagãs, imagens, formas de adoração, celebrações, festas e simbolismos.

Esse compromisso entre paganismo e cristianismo conduziu à formação ou surgimento do “homem do pecado” – um gigantesco sistema de falsa religião, mistura de verdade e erro. A profecia de II Tessalonicenses 2 não condena indivíduos, mas expõe o sistema religioso responsável pela grande apostasia. Muitos dos crentes que estão dentro deste sistema, contudo, pertencem à Igreja universal de Deus, pois vivem de acordo com a luz que possuem.

O reavivamento do papado afetará dramaticamente o cristianismo. A liberdade religiosa, obtida a grande custo, assegurada pela separação entre Igreja e Estado, será solapada e finalmente abolida. Com o apoio de poderosos governantes civis, este poder apóstata tentará impor a sua forma de adoração a todas as pessoas. Todos terão de decidir entre a lealdade a Deus e Seus mandamentos e a lealdade à besta e sua imagem (Apoc.14:6-12)
Nisto Cremos p. 215 e 446

O Testemunho de Thomas Hobbes (1651)

[...]Quando ao culto aos santos, das imagens e relíquias e outras coisas hoje em dia praticadas na igreja de Roma, digo que não são permitidas pela palavra de Deus (p. 469). Outro vestígio do paganismo é a canonização dos santos (p. 471). Dos pagãos romanos foi também que os papas receberam o poder de Pontifex Maximus (p. 472), outro vestígio da religião dos gregos e romanos é levar imagens em procissão (p. 473)… Toda hierarquia [da Igreja Romana], ou reino das trevas, pode ser comparado adequadamente ao reino das fadas (p 497).. o poder espiritual do papa… consiste apenas no medo, em que se encontra o povo seduzido, de ser excomungado, por ouvir os falsos milagres, as falsas tradições e as falsas interpretações das escrituras (p. 499). (O Leviatã. Ed. Martin Claret)

E você, crê nos reformadores?

AUTORIA BLOG: SETIMO DIA
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domingo, 20 de novembro de 2011

O Papa Afirma ser Deus na Terra

Ao longo dos séculos da existência de Roma, os papas têm regularmente alegado serem divinos. Como o suposto sucessor de Pedro, o Papa afirma a infalibilidade, ocupar a posição de Deus na Terra, e ter a capacidade de julgar e excomungar os anjos.

Concílio católico de Trento em 1545 declarou o seguinte:
“Nós definimos que a Santa Sé Apostólica (Vaticano) e o Pontífice Romano (Papa) têm a supremacia sobre todo o mundo” (The Most Holy Councils Volume XIII, Column 1167).

No mesmo século, o cardeal Roberto Belarmino afirmou o seguinte:

“Todos os nomes que nas escrituras se aplicam a Cristo, por virtude dos quais é estabelecido ser Ele cabeça da igreja, são aplicáveis ao papa” (Robert Bellarmine, On the Authority of Councils Volume 2: 266).

Em 1895, um artigo do National Catholic disse o seguinte:

“O Papa não é apenas o representante de Jesus Cristo, mas ele é Jesus Cristo, Ele mesmo, oculto sob o véu da carne” (Catholic National – July 1895).
Essa crença foi tão assimilada no pensamento da sociedade que foi acreditada por muitos além dos círculos católicos.
Segundo a TIME, a tentativa de assassinato do Papa João Paulo II levou um jovem judeu a dizer, “Atirar no Papa, é como atirar em Deus” (George J. Church et. al, “Hands of Terrorism,” TIME (May 25, 1981).

Mais citações de Documentos do Vaticano mostram a crença do Papado na infalibilidade papal

“Ele [o papa] pode pronunciar sentenças e acórdãos em objeção aos direitos das nações, à lei de Deus e ao homem … Ele pode libertar a si mesmo dos mandamentos dos apóstolos, sendo ele seu superior, e das normas do Antigo Testamento … O Papa tem o poder de mudar os tempos, revogar leis, e dispensar todas as coisas, até mesmo os preceitos de Cristo” (Decretal de Translat. Episcop. Cap.)

Em 1512 Cristóvão Marcellus disse isso ao Papa Júlio II:

“Tome cuidado para que não percamos esta salvação, esta vida e respiração que nos tem dado, porque vós sois o Pastor, vós sois o médico, vós sois o governador, vós sois o chefe da família, enfim, vós sois um outro Deus na terra” (Christopher Marcellus addressing Pope Julius II, in Fifth Lateran Council, Session IV (1512), Council Edition. Colm. Agrip. 1618, (J.D. Mansi, ed., Sacrorum Conciliorum Vol. 32, col. 761). Also quoted in Labbe and Cossart, History of the Councils Volume XIV, Column 109).

A Glosa de Extravagantes de João XXII, diz o seguinte:

“Acreditar que nosso Senhor Deus o Papa, não tem o poder de decreto … deve ser considerado herético” (The Gloss of Extravagantes of Pope John XXII, Cum. Inter, title 14, chapter 4, “Ad Callem Sexti Decretalium”, Column 140 (Paris, 1685). In an Antwerp edition of the Extravagantes, the words, Dominum Deum Nostrum Papam (“Our Lord God the Pope”) can be found in column 153).

E falando sobre o mesmo documento, o Padre A. Pereira disse o seguinte:

“É muito certo que os papas nunca tenham reprovado ou rejeitado este título “Senhor Deus o Papa”, pois o mesmo aparece na edição do Direito Canônico publicado em Roma por Gregório XIII” (Statement from Fr. A. Pereira).

Documentos papais também dizem o seguinte:

“Aqueles a quem o Papa de Roma acaso separar, não é um homem quem os separa, mas Deus. Pois o lugar que o Papa detém na terra, não é simplesmente de um homem, mas do verdadeiro Deus …. dissolvido, não por humanos, mas sim pela autoridade divina …. Eu estou em todos e acima de todos, de modo que o próprio Deus e eu, o vigário de Deus, temos ambos um consistório, e eu sou capaz de fazer quase tudo o que Deus pode fazer … portanto, se essas coisas que eu faço são ditas não sendo feitas pelo homem, mas por Deus, O que você acha que sou senão Deus? Novamente, se prelados da Igreja são chamados por Constantino de deuses, eu, então, estando acima de todos os prelados, pareço por esta razão estar acima de todos os deuses. (Decretales Domini Gregori IX Translatione Episcoporum, (“On the Transference of Bishops”), title 7, chapter 3; Corpus Juris Canonice (2nd Leipzig ed., 1881), Column 99; (Paris, 1612). )
O Papa toma o lugar de Jesus Cristo na terra … por direito divino o papa tem poder supremo e total na fé, e na moral sobre cada e todo pastor e seu rebanho. Ele é o verdadeiro vigário, o chefe de toda a igreja, o pai e mestre de todos os cristãos. Ele é o governador infalível, o fundador dos dogmas, o autor e o juiz dos concílios; o soberano universal da verdade, o árbitro do mundo, o supremo juiz do céu e da terra, o juiz de todos, sendo julgado por ninguém , o próprio Deus na terra” (Quoted in the New York Catechism).
“O papa é uma dignidade tão grande e tão exaltado que ele não é um mero homem, mas é como se fosse Deus, e o vigário de Deus … Somente o Papa é chamado santíssimo … Portanto o Papa é coroado com uma tríplice coroa, como rei do céu e da terra e do inferno. Além disso, a superioridade e o poder do Pontífice Romano, de maneira nenhuma pertence apenas as coisas celestiais, mas também as terrenas, e as debaixo da terra, e mesmo sobre os anjos, a quem ele é superior. Assim, se fosse possível que os anjos pudessem errar na fé, ou pudessem pensar contrários à fé, eles poderiam ser julgados e excomungados pelo Papa … o Papa é como se fosse Deus na terra, único soberano dos fiéis de Cristo, chefe dos reis, Tendo a plenitude do poder” (Lucius Ferraris, “Concerning the extent of Papal dignity, authority, or dominion and infallibility,” Prompta Bibliotheca Canonica, Juridica, Moralis, Theologica, Ascetica, Polemica, Rubristica, Historica Volume V (Paris: J. P. Migne, 1858) ).

Palavras dos Papas sobre si mesmos

Em 1302 o Papa Bonifácio disse isso em uma carta à Igreja Católica:

“Além disso, nós declaramos, proclamamos, e definimos que é absolutamente necessário para a salvação, que toda criatura humana esteja sujeita ao Pontífice Romano” (Pope Boniface VIII, Unam Sanctam (Rome: 1302).

O Papa Pio V disse o seguinte:

“O Papa e Deus são a mesma coisa, então ele tem todo o poder no Céu e na terra” (Pope Pius V, quoted in Barclay, Cities Petrus Bertanous Chapter XXVII: 218).

O Papa Pio XI disse isso sobre si mesmo:

O Papa Leão XIII disse isso sobre o papel do Papa:

Muitos comparam o Papa com Jesus

O papado não é a única fonte da doutrina da infalibilidade papal. Muitos católicos e outros usam os títulos de Cristo para descreverem o Papa.

A doutrina da infalibilidade papal não é bíblica

A Bíblia não oferece suporte a crença da infalibilidade papal. A Palavra de Deus declara que “todos pecaram e estão destituídos da glória de Deus” (Romanos 3:23). Isso inclui o Papa. Esta jactância do papado satisfaz a previsão da Bíblia do que o poder do Anticristo faria:
“E proferirá palavras contra o Altíssimo, e destruirá os santos do Altíssimo, e cuidará em mudar os tempos e a lei” (Daniel 7:25).
E foi-lhe dada uma boca, para proferir grandes coisas e blasfêmias; e deu-se-lhe poder para agir por quarenta e dois meses. E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do seu nome, e do seu tabernáculo, e dos que habitam no céu” (Apocalipse 13:5-6).

Qual é o conselho de Jesus para as pessoas que fazem parte da Igreja que prega essas heresias?

(Apocalipse 18:4) – “E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas”.
(Apocalipse 18:5) – “Porque já os seus pecados se acumularam até ao céu, e Deus se lembrou das iniqüidades dela”.
Artigo publicado no site Amazing Discoveries. Crédito da Tradução: Blog Sétimo Dia http://setimodia.wordpress.com/
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sábado, 19 de novembro de 2011

TVs ajudam a banalizar a fé

A religião definitivamente virou o assunto da "moda" na TV aberta. Depois de a Record atacar outras igrejas evamgélicas no "Domingo Espetacular", e de a Globo anunciar que terá um especial de Natal gospel, agora é o SBT quem tenta incrementar seu ibope com a fé alheia. O "Domingo Legal" acaba de anunciar o sorteio de uma "bênção" do padre Marcelo Rossi. O ganhador terá direito a uma visita do padre, que vai abençoar sua residência e sua família. Sim, leitores, vocês leram corretamente. O "Domingo Legal" não está sorteando uma casa, está sorteando apenas a bênção do padre, campeão de vendas de livros e CDs, ícone do movimento carismático católico. O "sorteio" começou a ser anunciado no SBT esta semana [assista ao vídeo].

No último domingo, a religião entrou novamente na berlinda depois que o "Domingo Espetacular", da Record, fez uma reportagem de mais de 40 minutos atacando as congregações pentecostais que praticam o chamado "cair no espírito" [leia minha crítica aqui].

Nesta quinta, o F5 informou que a Globo também colocou a religião na pauta, e vai exibir no próximo dia 18 de dezembro o primeiro especial gospel da história da emissora.

Aos sábados, no SBT, o "Programa Raul Gil" também está promovendo um show de calouros só com o estilo gospel, que se propaga no Brasil especialmente no meio evangélico.

(BOL Notícias)

Nota de Michelson Borges: A palavra certa foi usada na matéria acima: show. As emissoras estão preocupadas com o ibope, os artistas, com as vendas e ninguém (pelo visto) com a evangelização. Agora imagine Jesus sorteando bênçãos...

 Fonte:blog Criacionismo
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terça-feira, 9 de novembro de 2010

O melhor caminho


Louvo a Deus por Sua sabedoria em não trazer na Bíblia apenas relatos de pessoas irrepreensíveis. Fato é que são raríssimos os personagens bíblicos que tiveram um tragetória de vida incorruptível, tal qual Daniel. Porém é fato também que, a despeito de muitos caminhos tortuosos, a graça salvadora de Cristo trouxe salvação a tantos quantos O aceitaram.

Abiatar foi um homem íntegro, temente a Deus, fiel ao Seu serviço, mas que, assim como todos nós, em determinado momento fez uma escolha equivocada. O erro do então sumo sacerdote foi apoiar a tentativa de tomada do poder por Adonias, ignorando a indicação divina de que Salomão é quem deveria suceder Davi no trono de Israel.

Aquele que era a autoridade religiosa máxima da nação e, portanto, deveria ser também o primeiro a andar em conformidade com os propósitos do Senhor, tomou a contramão. Por algum motivo, Abiatar talvez se sentisse em condições de tirar suas próprias conclusões do que era melhor para Israel, como sugere o Comentário Bíblico. O servo de Deus esqueceu-se de deixar Deus ser Deus.

Ao se aliar à aberta traição a Davi, Abiatar cometeu um ato que poderia garantir-lhe a morte. Seu antigo serviço, contudo, foi recompensado e sua vida poupada. Seu castigo foi ter a sucessão do sacerdócio concedida à linhagem de Zadoque, além de perder sua função como sumo sacerdote.

Há uma canção que diz que Deus é o Deus da segunda chance. Para mim, Ele é o Deus das incontáveis chances. O Senhor não tem apenas um ‘plano B’ para nossas vidas, Ele tem alfabetos inteiros de possibilidades. Sim, para cada um de nós haveria um caminho reto, isento de falhas e quedas que poderia ser trilhado e que, certamente, teria o melhor resultado possível: aquele que o Senhor idealizou. Porém, em Seu infinito amor, Cristo nos oferece inesgotáveis oportunidades de recomeço, tantas quantas necessitarmos, tantas quantas buscarmos, porque ‘onde abundou o pecado superabundou a graça’ (Rom. 5:20).

As escolhas erradas, as decisões precipitadas todas elas cobram seu preço. Aquilo que semeamos, certamente ceifaremos. Abiatar sofreu as consequências de seus atos, assim como sofremos e sofreremos as dos nossos, mas isso não significa sermos abandonados. Podemos contar com Sua misericórdia e o Seu perdão.

Até mesmo autoridades religiosas não estão livres de cometerem erros quando tomam as rédeas de suas decisões, isso nos mostra que o perigo ronda a todos. ‘Pessoa alguma se acha em maior perigo do que aquela que crê estar segura a sua montanha.’ (Ellen G. White, ‘Testemunhos Para a Igreja’ vol. 4, p. 560).

Somos chamados a cumprir Seus propósitos, somos nação eleita, sacerdócio real (I Ped. 2:9). O sucesso de nossa missão depende de permitirmos que Deus nos guie. Nossa suficiência está em Cristo, nossa segurança vem dEle. ‘A força de nações e indivíduos é medida pela fidelidade com que cumprem o propósito de Deus.’ (Ellen G. White, ‘Profetas e Reis’, p.502).

Permita que Deus o conduza pelo melhor caminho. ‘Entrega o teu caminho ao Senhor, confia nEle e o mais Ele fará.’ (Sal 37:5)

Autor(A) Grace Ferrari
Fonte Blog/ ComentarioJovem
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terça-feira, 2 de novembro de 2010

Escritor evangélico brasileiro rejeita imortalidade da alma

Ed René Kivitz é um conhecido escritor evangélico. Além de teólogo com mestrado em Ciências da Religião (Universidade Metodista de São Paulo), ele é pastor da Igreja Batista de Água Branca, em São Paulo, capital. Em seus livros e palestras, ele enfatiza o que é chamado de “missão integral”. Segundo essa ideia, a salvação não é apenas algo relacionado à “alma” do ser humano, mas envolve a pessoa completa: dimensão social, física, psicológica e espiritual. O resultado disso é uma pregação mais abrangente e relevante do evangelho. Em uma de suas recentes palestras, intitulada “O evangelho todo para o homem todo”, ele explica: “O cristianismo não ensina a imortalidade da alma, ensina a ressurreição. O que não morreu, não pode ressuscitar. Quem acredita na ressurreição, necessariamente deve acreditar na realidade da morte.

“A ideia da imortalidade da alma não é cristã, é grega”, prossegue Kivitz. “É a crença no dualismo espírito-matéria que compreende o corpo como ‘prisão da alma’, como acreditava Platão. O corpo é o invólucro da pessoa, cuja essência é o espírito. Nessa compreensão, na morte, o espírito se desprenderia do corpo e poderia, então, caminhar rumo à sua plena realização. O espiritismo vai pegar essa ideia e dizer que a reencarnação do espírito é o caminho do aperfeiçoamento.

“Mas a Bíblia ensina diferente. A antropologia bíblica, entretanto, apresenta o ser humano como uma unidade corpo/espírito, que atende pelo nome de alma vivente. A alma não é um terceiro elemento, como café (corpo), leite (espírito) e canela (alma). A alma é o nome do conjunto corpo (café) e espírito (leite). A alma é o café com leite, misturados originalmente com intenções definitivas. ‘Então o Senhor Deus formou o homem do pó da terra e soprou em suas narinas o fôlego de vida, e o homem se tornou um ser vivente’ (Gênesis 2:7).

“A morte é a separação entre corpo e espírito e, justamente por isso, é a destruição da pessoa. A Bíblia não considera que ‘o espírito é a pessoa’, e que quando o corpo morre a pessoa continua viva, pois o espírito se desprende do corpo e atinge sua plenitude. A Bíblia não considera que exista pessoa sem corpo. Na verdade, uma ‘pessoa sem corpo’ é um defunto, está morta.

“A esperança cristã, portanto, não é a imortalidade da alma, mas a ressurreição. A ressurreição é a vitória total, a reintegração perfeita das facetas humanas que nunca deveriam ter sido separadas pela morte.

“A partir dessa concepção antropológica: o ser humano é uma unidade corpo-espírito, podemos concluir que não pode haver separação entre cuidar do corpo ou do espírito, pois cuidamos mesmo é da pessoa, que chamamos de ‘homem todo’. A ação que se destina apenas ao cuidado do espírito de um ser humano, na verdade é uma ação voltada ao não-homem, pois não existe ‘só o espírito’. [...]

“Parafraseando Ortega Y. Gasset, podemos dizer que Jesus é Salvador do ‘homem e suas circunstâncias’, que engloba a vida em suas dimensões física, psico-emocional, espiritual, social, econômica, política e outras.

“É por esta razão que o Novo Testamento chama de salvação tanto a cura do corpo quanto o perdão para os pecados (Mateus 9:1-8); tanto a ressurreição do corpo (João 11) quanto a superação do poder do dinheiro (Lucas 19:1-10); tanto a libertação do cativeiro dos espíritos diabólicos quanto a reintegração social (Marcos 5:1-20). [...]

“A missão da igreja, portanto, não consiste apenas do testemunho de uma mensagem verbal, convocando espíritos humanos a que recebam perdão para os pecados e se acomodem na esperança do céu pós morte. A missão da igreja consiste em levar o evangelho todo para o homem todo, convocando pessoas (unidade corpo-espírito) para que se integrem e participem do reino de Deus desde já, rendendo todas as áreas e dimensões da existência humana à autoridade de Jesus.”

(Ibab)

Nota de Matheus Cardoso: Mesmo não concordando com tudo que é dito por Ed René Kivitz em outros de seus textos, é impressionante ver o que ele pensa sobre a natureza humana e a morte. Enquanto quase todos os evangélicos e teólogos defendem a ideia da imortalidade da alma, ele se posiciona ao lado do ensino bíblico também esposado pelos adventistas.
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sexta-feira, 29 de outubro de 2010

A importância do tema chamado Santuário


Por que somente a Igreja Adventista do 7º Dia tem uma doutrina específica como à do santuário celestial? Dedicar atenção para os credos e crenças fundamentais de outras igrejas torna claro que os adventistas são realmente únicos em levar esta bandeira doutrinária.

A grande pergunta é: Por que têm eles esta doutrina?
A razão é que um trabalho muito especial iniciou no santuário celeste – em 1844, um trabalho de juízo realizado por Cristo, com conseqüências eternas, que no seu final virá Jesus e a história da humanidade, como a conhecemos, terá o seu fim. Esta igreja foi estabelecida para anunciar que este julgamento está em curso (Dn 9 e Ap 14).

De fato é inegável a importância do tema em toda a Bíblia. O santuário é o centro, o quartel-general do plano da salvação. O plano de Deus para salvar o homem está centralizado no santuário celestial. E isto é verdade em toda a história bíblica. Isto foi verdade no tempo do A.T., também verdade no tempo do N.T., e é verdade nos dias de hoje. Portanto, não tem que ver apenas com o julgamento no tempo do fim, mas está relacionado com a salvação do homem em todos os tempos.

A doutrina do santuário nos diz o que Deus está fazendo no momento presente. É uma descrição de uma ação contemporânea, daquilo que Deus está realizando.

Em outras palavras, os adventistas chamam a atenção do mundo cristão a um ensinamento, a uma doutrina bíblica, que a própria Bíblia diz ser importante, se consideramos a quantidade de material existente no livro que se refere a este assunto.

Há uma grande quantidade de material na Bíblia dedicado a este assunto. Qualquer estudo relacionado encontrará ampla referência, se é importante para Deus o deveria ser também para o homem. Várias passagens da Bíblia só podem ser totalmente compreendidas a menos que tenhamos algum conhecimento do santuário e suas cerimônias tipológicas. Um exemplo seria o incidente do julgamento de Jesus Cristo, quando Caifás que era sumo-sacerdote (Mt 26:63-65), rasga as vestes ao Jesus afirmar ser o Messias, a atitude do sumo-sacerdote era expressamente proibida, até sob pena de morte (Lv 21:10 e 10:6). Dessa forma reafirmamos mais ainda a farsa que foi o julgamento do mestre, pois o verdadeiro condenado ali seria o próprio Caifás e não Jesus de Nazaré, pois ele quebrara leis do seu próprio sacerdócio. Acontecimentos como esse nos são mais claros pelo fato de compreendermos melhor o tema do santuário.

Para os adventistas o estudo do santuário é uma descoberta tridimensional do evangelho, seu estudo pode significar um maior entendimento de verdades eternas, especialmente da obra que Cristo realizou e está realizando em nosso favor, pois Jesus é a concretização de todo o santuário. Portanto, é seguro dizer que na Bíblia temos mais sobre o santuário do que qualquer outra coisa.

Assim como a coluna vertebral está em importância para nosso corpo, o tema do santuário tem o seu valor para a IASD.


Fonte: blog novotempo

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quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Pacto ecumênico propõe domingo como dia de descanso


A frase do Êxodo 23: 3 – “Não favorecerás nem mesmo a um pobre no processo” – é o título de um relatório apresentado na quinta-feira no Parlamento Europeu pelas principais igrejas europeias e suas organizações. O relatório é resultado de um acordo entre as principais entidades cristãs do continente para se unir na luta contra a pobreza. O texto contém 14 recomendações políticas dirigidas à União Europeia, com a finalidade de reduzir radicalmente a pobreza na Europa. Foi apresentado durante uma conferência convocada pelo presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, que contou com 150 participantes.

A primeira recomendação é implementar “uma nova cláusula social no Tratado da União Europeia” com a finalidade de “garantir as condições necessárias a cada ser humano para que possa viver harmoniosamente com sua dignidade humana”. Em sua segunda proposta, os líderes cristãos sugerem que o presidente do Conselho Europeu reflita em seus relatórios sobre a aplicação da cláusula social. Propõe também que a Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais centre seu programa de trabalho em aspectos relacionados com o capítulo IV (Solidariedade) da Carta de Direitos Fundamentais da UE.

Outras recomendações se referem ao desenvolvimento de um sistema de salário mínimo de sobrevivência para todos, adoção de uma visão de longo prazo para enfrentar o problema das pessoas sem teto, promoção de um consumo alternativo baseado na moderação e na generosidade.

As igrejas e entidades caritativas destacam a necessidade de apoiar as famílias em risco de pobreza, especialmente aquelas que têm três ou mais filhos. Recomendam proteger o domingo como um dia coletivo de descanso para a sociedade, com a finalidade de proteger a saúde dos trabalhadores e como uma premissa para uma sociedade mais participativa.

A futura Plataforma Europeia contra a pobreza – destacam os líderes cristãos – deveria envolver ativamente representantes da sociedade civil e das igrejas, incluindo os provedores confessionais de serviços.

A última sugestão propõe investir na proteção de quem vive na pobreza com o objetivo de reduzir seu número.

(Zenit)

Nota de Michelson Borges: As motivações são nobres, mas o coletivismo levado às últimas consequências pode criar dificuldades para certas minorias que acabarão sendo vistas como “pedra no sapato” por, aparentemente, estarem contra a manutenção da paz e da justiça. Esse filme já foi visto antes da história e será repetido no fim do tempo. O que está acontecendo na Europa é apenas o ensaio de uma crise maior. Quem viver verá. (E se quiser saber antecipadamente o que vai acontecer em breve, leia o livro O Grande Conflito, de Ellen White. Está tudo lá.)
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segunda-feira, 13 de setembro de 2010

As acusações de um ex-pastor neopentecostal

A Igreja Mundial do Poder de Deus é tida como a igreja neopentecostal que mais cresce no Brasil. Tem mais de 2.300 templos e ocupa quase toda a programação da Rede 21, além de horários em outros canais. Quando foi fundada pelo apóstolo Valdemiro Santiago, em 1998, o então motorista de caminhão Givanildo de Souza começava a trabalhar em Sorocaba, no interior de São Paulo. Entusiasmado com as promessas de cura, enriquecimento e ressurreição, ele resolveu trocar o caminhão pelos templos. Virou discípulo de Valdemiro e obreiro da Mundial. Para provar sua proximidade com Valdemiro, Givanildo exibe fotos de sua família com a de Valdemiro, todos em trajes de lazer. A dedicação ao altar lhe rendeu promoções. Givanildo passou por várias cidades até ser transferido para Araçatuba, a 525 quilômetros da capital paulista. Lá ficou responsável por 14 igrejas. Como pastor regional, chefiava os colegas e respondia pelo dinheiro arrecadado. Semanalmente, diz, enviava para a sede os montantes recolhidos. O vínculo com a Mundial durou até julho deste ano. Depois de se declarar descontente, Givanildo decidiu sair e agora faz acusações contra a Mundial. Ele afirma que era orientado a distorcer trechos da Bíblia para aumentar a arrecadação com os fiéis. É a primeira vez que um dissidente da Mundial dá um depoimento assim.

Representantes da igreja foram procurados para comentar, mas não quiseram responder. A seguir, suas principais afirmações sobre o funcionamento da Mundial.

A pressão por arrecadação

Os líderes da Igreja Mundial, segundo Givanildo, estabelecem metas financeiras a seus subordinados e cobram resultados. “Se eu não dobrasse o valor, ia ser mandado embora com minha família e tudo”, diz. Givanildo conta que, um pouco antes de deixar a Mundial, despachava para a sede cerca de R$ 300 mil por mês, oriundos do bolso dos fiéis. “Depositava na conta da igreja. Às vezes, pediam para levar em mãos.”

A pressão por arrecadação e as técnicas para extrair dinheiro de fiéis, segundo ele, eram ditadas pelo bispo Josivaldo Batista, o segundo homem da Mundial. Josivaldo, diz, lidera a segunda parte dos encontros periódicos de pastores para falar de crescimento financeiro. “A primeira parte da reunião é televisionada. Depois que desligam tudo, o bispo Josivaldo começa a falar: ‘O negócio é o seguinte, se não crescer, vamos fazer umas trocas aí. Vamos botar os pastores lá no fundão do Nordeste, no meio do mato’.”

O uso da Bíblia

Givanildo diz que, nas reuniões, Josivaldo também mostra como usar trechos da Bíblia para aumentar a arrecadação. “Houve uma campanha feita em cima de Isaías 61:7, sobre a dupla honra. Aí surgiu a proposta de pedir 30% do salário da pessoa.” Esse versículo diz o seguinte: “Em lugar da vossa vergonha tereis dupla honra; (...) por isso na sua terra possuirão o dobro e terão perpétua alegria.” Segundo Givanildo, os pastores passaram a pregar que para obter a “dupla honra” era necessário “dobrar” o dízimo e dar mais 10% do salário como oferta. Total: 30%. O “trízimo” ficou conhecido como uma inovação introduzida pela igreja de Valdemiro.

Outra orientação comum, diz Givanildo, é fazer associações simplórias entre números citados em textos sagrados e metas de ofertas. Num trecho bíblico que descreve uma batalha está dito que 7 mil guerreiros [sic] “não se dobraram a Baal”. É o que basta para uma associação. Depois de reler essa frase aos fiéis, os pastores passam a pedir doações de 7 mil pessoas, insinuando que se trata de uma determinação bíblica.

A barganha pela água benta

Na Mundial, de acordo com Givanildo, o acesso a bens sagrados são barganhados. Josivaldo, diz ele, mandava distribuir água benta só aos que contribuíssem financeiramente. “A gente tinha de dizer assim: ‘Eu quero 200 pessoas com oferta de R$ 100, que eu vou dar uma água.’ Para aquelas que não tinham oferta, não podia dar.”

Os motivos da ruptura

“Eu fazia meu melhor no altar, só que quando chegava nesse momento de pedir oferta não me sentia bem. Ficava enojado”, afirma. “Se a igreja está passando necessidade, não pode ter fazenda, clube.” Givanildo conta que era considerado “rebelde” por não colocar em prática as campanhas de ofertas acima de R$ 100. E, quando o faturamento caía, era acusado de roubo, diz. “Um dia, na reunião, o bispo Josivaldo, querendo me humilhar, gritou assim: ‘Pastor Souza, vem aqui na frente.’ Ele disse que tinha uma acusação, que eu estava pegando propina de outros pastores.”

A nova igreja

Fora da Mundial, Givanildo montou sua própria igreja, a Missionária do Amor. Seu primeiro templo, em Araçatuba, tem sistema de som, grafite na parede e quase uma centena de bancos estofados. Com que dinheiro montou tudo isso? “Tem gente que acredita e está me ajudando”, afirma. Sua igreja não parece ser muito diferente da Mundial. Givanildo afirma que, pelo menos no que diz respeito à forma de pedir ofertas, não segue os passos de Valdemiro.

Fonte:(Época)

Nota: Segundo a revista Veja, “o bispo Edir Macedo já deve estar orando desde agora: na quarta-feira, em Nova York, acontecerá o julgamento de Regina da Silva, tesoureira da Universal nos EUA. Regina é acusada de quatro crimes – apropriação indébita, falsificação de documento, declaração falsa e esquema fraudulento que soma 22 milhões de dólares”. Em breve, Deus pedirá contas dos “lobos devoradores” (Mt 7:15) que denigrem o cristianismo e manipulam a fé das pessoas simples. Quanto aos “fiéis” que só pensam em bens materiais, que só pregam o reino material de Deus aqui e agora, esses já estão tendo seu “pagamento”. Melhor esquecer o galardão futuro sobre o qual nem pensam. Que bom seria se esses escândalos frequentes (que nada tem que ver com perseguição religiosa, já que sempre estão associados a falcatruas financeiras ou desvios morais) servissem para abrir os olhos desse povo.
Michelson Borges.
Fonte: blog criacionista
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sexta-feira, 20 de agosto de 2010

A batalha (distorcida) do Apocalipse

O livro A Batalha do Apocalipse foi escrito pelo jornalista brasileiro Eduardo Spohr. De acordo com a revista Veja, ele está em sétimo lugar entre os mais vendidos de ficção. Eis um resumo do conteúdo da obra: “Há muitos e muitos anos, tantos quanto o número de estrelas no céu, o paraíso celeste foi palco de um terrível levante. Um grupo de anjos guerreiros, amantes da justiça e da liberdade, desafiou a tirania dos poderosos arcanjos, levantando armas contra seus opressores. Expulsos, os renegados foram forçados ao exílio e condenados a vagar pelo mundo dos homens até o Dia do Juízo Final. Mas eis que chega o momento do Apocalipse, o tempo do ajuste de contas. Único sobrevivente do expurgo, Ablon, o líder dos renegados, é convidado por Lúcifer, o Arcanjo Negro, a se juntar às suas legiões na Batalha do Armagedon, o embate final entre o céu e o inferno, a guerra que decidirá não só o destino do mundo, mas o futuro da humanidade. Das ruínas da Babilônia ao esplendor do Império Romano, das vastas planícies da China aos gelados castelos da Inglaterra medieval, A Batalha do Apocalipse não é apenas uma viagem pela história humana – é também uma jornada de conhecimento, um épico empolgante, repleto de lutas heróicas, magia, romance e suspense.”

O site da revista Época traz uma entrevista com Spohr e publicou o seguinte subtítulo: “Inspirado na Bíblia e na cultura nerd, A Batalha do Apocalipse, de Eduardo Spohr, se tornou um hit na internet e ameaça a hegemonia dos vampiros nas livrarias.” Sobre a pesquisa para escrever a obra, o jornalista disse: “Não foi uma pesquisa gigantesca, porque a pesquisa não pode ser mais importante que os personagens. Mas sempre gostei do tema e sempre estive em contato com ele. Li algumas passagens do Velho Testamento e o Apocalipse da Bíblia. Também li alguns livros apócrifos e de mitologia, mas tudo isso está no livro apenas como uma inspiração. É uma aventura de ficção, acima de tudo. [...] Me inspirei um pouco em Matrix, em Highlander... As lutas entre os personagens têm influência de Cavaleiros do Zodíaco - assisti muito a esse desenho na minha infância, tenho alguns bonecos até hoje. Os anjos no meu livro são como super-heróis. E alguns autores influenciaram bastante o meu estilo: O J. R. R. Tolkien, da trilogia Senhor dos Anéis, o Stephen King e o Robert E. Howard, criador do Conan.”

Não sei o que é pior: literatura vampiresca voltada para adolescentes acríticos ou um livro que se diz inspirado na Bíblia, mas que a distorce tremendamente. Note que Spohr afirma em sua obra que os anjos caídos são “amantes da justiça e da liberdade” e desafiaram “a tirania dos poderosos arcanjos”. Na verdade, arcanjo existe apenas um: Miguel, que é o próprio Jesus (em hebraico, Mikhael significa “aquele que é como Deus”). Em outras palavras, com seu livro, Spohr está ecoando as acusações do rebelde-mor, Lúcifer, segundo o qual Deus é o tirano da história – mas talvez o autor nem saiba disso, pois diz ter lido apenas algumas passagens da Bíblia.

Para Spohr, escrever esse livro pode ter sido parte de uma brincadeira divertida e lucrativa. Para ele, a obra é mera ficção. O problema é que muitos de seus leitores jamais pegarão uma Bíblia para ler a história verdadeira e levarão na memória as inverdades de um livro que trata de assunto muito sério como se fosse conto de fadas ou enredo de RPG.

O inimigo de Deus anda bastante ativo por esses dias...Michelson Borges.

Dica 1: Quer conhecer a verdadeira história do grande conflito cósmico entre o bem e o mal? Clique aqui

Dica 2:Você pode Também ler Online Clica aqui.
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segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Obama apoia mesquita perto das Torres Gêmeas

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, afirmou hoje que os muçulmanos têm direito a construir uma mesquita perto do Marco Zero, em Nova York, onde ficavam as torres gêmeas, apesar da polêmica gerada pelo projeto. “Como cidadão e como presidente, acho que os muçulmanos têm o mesmo direito a praticar sua religião como qualquer outra pessoa neste país. Isso inclui o direito a construir um lugar de oração e um centro comunitário em uma propriedade privada em Manhattan, de acordo com as leis e ordenanças locais”, disse Obama. O presidente americano fez as declarações em um jantar iftar na Casa Branca, durante a celebração muçulmana do mês do Ramadã.


Obama quebrou assim seu silêncio sobre o controvertido projeto de construir um centro cultural perto do lugar onde foram derrubadas as torres gêmeas nos atentados de 11 de setembro de 2001.

Durante seu discurso diante de líderes da comunidade muçulmana nos EUA, o presidente destacou a tolerância religiosa como um dos alicerces do país. Ele enfatizou ainda que os inimigos dos EUA não respeitam a liberdade de religião e que a causa seguida pela Al Qaeda - responsável pelos atentados terroristas de 2001 – “não é o islã, é uma grande distorção do islã”.

“Estes não são líderes religiosos, são terroristas que assassinam homens, mulheres e crianças inocentes. De fato, a Al Qaeda assassinou mais muçulmanos que gente de outras religiões, e essa lista de vítimas inclui muçulmanos inocentes que foram assassinados no 11 de setembro”, disse Obama.

O centro cultural islâmico, promovido pela Cordoba Initiative, foi avaliado em US$ 100 milhões e incluirá um auditório, uma piscina, um ginásio e uma mesquita.

No entanto, o projeto enfrentou em Nova York grupos que asseguram que a mesquita é uma ofensa para as vítimas dos atentados e seus familiares, contra outros que insistem em que a construção do centro enviaria uma mensagem de tolerância e coexistência pacífica entre as diferentes comunidades de fé.

(UOL)

Nota de Michelson Borges: Sou favorável à tolerância, à liberdade religiosa e ao respeito entre as religiões. Mas pergunto cá com meus botões: As demais religiões podem edificar seus templos em todos os países árabes?
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Pensar em Deus diminui ansiedade ao se cometer erros

Estudo publicado na revista Psychological Science mostra que pensar em Deus reduz o estresse que as pessoas vivenciam ao cometer erros. As informações são do EurekAlert!. Os pesquisadores mediram as ondas cerebrais em uma situação específica - a reação das pessoas ao saber que cometeram erros em um teste. Aqueles que foram preparados com pensamentos religiosos tiveram uma resposta menos proeminente do que aqueles que não os receberam. “Cerca de 85% da humanidade têm algum tipo de crença religiosa”, afirma Michael Inzlicht, que conduziu o estudo ao lado de Alexa Tullett. Ambos são da Universidade de Toronto Scarborough. Os pesquisadores mostraram que, quando as pessoas pensam em religião e em Deus, o cérebro delas responde de uma forma diferente - elas reagem com menos sofrimento e ansiedade após cometerem erros.

Antes de passar por um teste de computador com alto índice de erros, parte dos participantes tinha escrito sobre religião, ou completado um jogo de palavras-cruzadas com termos relacionados a Deus. Os exames mostraram que a atividade cerebral desses voluntários era reduzida no córtex cingulado anterior, área associada à excitação e que gera um alerta quando as coisas dão errado.

O curioso é que ateus reagiram de forma diferente: quando eram estimulados a pensar em assuntos relacionados a Deus, a atividade do córtex cingulado anterior deles aumentava. Os pesquisadores sugerem que, para pessoas religiosas, pensar em Deus pode fornecer uma maneira de ordenar o mundo e explicar eventos aparentemente aleatórios, o que reduz a angústia. Em contrapartida, para os ateus, os pensamentos sobre Deus podem contradizer o sistema de significados abraçado por eles e, assim, causar-lhes ainda mais sofrimento.

“Pensar em religião traz calma quando se está em um incêndio e torna as pessoas menos angustiadas ao cometerem um erro”, diz Inzlicht. Segundo ele, há evidência de que pessoas religiosas vivem mais tempo e tendem a ser mais felizes e saudáveis, mas ainda faltam conclusões mais precisas.

Os ateus, no entanto, não devem se desesperar. Os pesquisadores acreditam que a redução do sofrimento pode ocorrer não apenas quando se pensa na religião, mas quando se fornece qualquer tipo de estrutura para compreender o mundo. Portanto, os ateus poderiam ter se saído melhor no estudo se tivessem sido estimulados a pensar em suas próprias crenças antes de fazer o teste.

(UOL)

Nota: Mas que “crença” ateia poderia ajudar os ateus a compreender o mundo? Há questões transcendentes para as quais o pensamento naturalista/materialista não fornece nem sombra de resposta. Essa pesquisa parece refletir as palavras de Agostinho, quando disse que “nossos corações não repousam até que encontrem repouso em Ti”. Leia o Salmo 51 para verificar o efeito do perdão na vida de uma pessoa verdadeiramente arrependida. Fomos criados por Deus e para Deus. Ele é um Pai de amor que quer nos dar descanso e aliviar nossos fardos de culpa (cf. Mt 11:28). Basta apenas irmos a Ele arrependidos e pedir perdão.
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